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Mike Pompeo não é bem vindo a Portugal!

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6 de Dezembro, 18 horas, Largo Camões – Lisboa

Foi anunciada a vinda a Portugal, no próximo dia 6 de Dezembro, de Mike Pompeo, Secretário de Estado norte-americano.

Mike Pompeo é um dos responsáveis pela política da Administração Trump. Uma política de escalada militarista e de confrontação que agride a soberania, a democracia e o direito internacional e que está a arrastar o Mundo para grandes perigos. Mike Pompeo é um dos representantes dos sectores mais reaccionários e belicistas instalados na Administração norte-americana.

No dia 6 de Dezembro sairemos à rua para afirmar que Mike Pompeo não é bem-vindo a Portugal e que rejeitamos a política da Administração norte-americana!

Faremos convergir as solidariedades com os povos que, defendendo os seus direitos, resistem às manobras, chantagens e ameaças da Administração Trump.

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Sim à Paz! Não à NATO! Não à cimeira belicista da NATO em Londres

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A Organização do Tratado do Atlântico Norte – NATO – realiza uma cimeira nos dias 3 e 4 de Dezembro, em Londres, onde se assinalará, uma vez mais, os 70 anos da criação desde bloco político-militar belicista.

À semelhança de cimeiras anteriores, falar-se-á muito em «paz» e «segurança», mas as decisões que serão tomadas apontarão para o aumento das despesas militares, para novos e mais sofisticados armamentos, para o militarismo e a guerra.

Recorde-se que desde a sua formação em 1949, que incluiu Portugal, na altura sob uma ditadura fascista, a NATO é um instrumento ao serviço da política externa dos Estados Unidos da América e do seu complexo militar-industrial.

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Sessão pública no Porto debateu o fim do colonialismo Português

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Com importantes testemunhos pessoais emotivos e intervenções marcantes sobre o tema proposto, decorreu no dia 20 de novembro uma sessão pública, no Palacete Viscondes de Balsemão, no Porto, sobre os 45 anos da Revolução de Abril e o fim do colonialismo.

Moderada por Ilda Figueiredo, presidente da direção nacional do CPPC, a sessão contou com várias e qualificadas intervenções.

José Baptista Alves, militar de Abril e presidente da Mesa da Assembleia da Paz, abordou a importância da aliança Povo/MFA na revolução de Abril de 1974 e a sua contribuição para a paz e o fim do colonialismo e do fascismo em Portugal.

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Europa diz: Sim à Paz! Não à NATO!

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As organizações europeias membro do Conselho Mundial da Paz, de que o CPPC é coordenador, divulgaram um apelo em defesa da paz e contra a NATO e a sua cimeira de Londres.

Sim à Paz! Não à NATO!
Não à cimeira belicista de Londres

A Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO) continuará a assinalar os seus 70 anos com uma cimeira de Chefes de Estado e Governo em Londres, de 3 a 4 de dezembro de 2019.

Durante 70 anos, a NATO tem sido a ferramenta militar agressiva número um do imperialismo. É a maior e mais perigosa organização militar do mundo. Apesar das rivalidades entre seus membros individuais e das contradições que surgem de tempos em tempos, ela permanece intrínseca e profundamente interligada com as políticas dos EUA e da UE, seu chamado "pilar europeu".

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Nos 80 anos do início da 2ª Guerra Mundial. Defender a Paz! Mais guerra não!

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No momento em que se assinalam 80 anos sobre o início da Segunda Guerra Mundial, o Conselho Português para a Paz e Cooperação lembra as brutais consequências daquele que foi o mais violento e sangrento conflito militar da História, desencadeado pela Alemanha nazi, a Itália fascista e o Japão militarista, responsável pela perda de mais de 50 milhões de vidas e de dezenas de milhões de feridos.

O nazi-fascismo foi responsável por inúmeros crimes, como o extermínio em massa de populações e prisioneiros em campos de concentração, pela imposição do trabalho forçado, pela destruição sistemática de infraestruturas económicas e sociais e de imenso património cultural.

Este é também o tempo para recordar todos os que, resistindo e combatendo das mais diversas formas, contribuíram para libertar a Humanidade do nazi-fascismo, alcançar uma paz justa e conquistar para a generalidade da população mundial inéditos direitos políticos, económicos, sociais e culturais e o fim do colonialismo.

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