Outras Notícias

15 anos da agressão ao Iraque

No momento em que se assinalam 15 anos sobre a agressão militar contra o Iraque, e sua posterior ocupação pelos EUA e seus aliados – ocupação derrotada pela resistência iraquiana, mas que os EUA procuram fazer perdurar sob diversas formas – importa salientar o que ela significou para o povo iraquiano, de brutal violação dos mais elementares direitos humanos, de assassinatos sistemáticos, de desumanas torturas, de morte, sofrimento e destruição.

Uma agressão e ocupação que representaram e representam ainda o atropelo e violação das mais elementares regras do direito internacional, nomeadamente o direito dos povos a viverem em paz e a decidirem soberanamente sobre o seu futuro, sem ingerências e pressões de qualquer espécie.

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Revisão da Política Nuclear dos EUA - acrescido perigo para a Paz

O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) manifesta a sua profunda preocupação pela revisão da política nuclear dos EUA, tornada pública pelo Pentágono no passado dia 2 de Fevereiro.

O CPPC considera que a denominada revisão da política nuclear dos EUA (Nuclear Posture Review – NPR) representa um passo particularmente perigoso na escalada militarista que marca o nosso tempo, que poderá ter catastróficas consequências para a Humanidade, a não ser contrariada através de fortes iniciativas a favor da Paz mundial.

Com a NPR, a Administração norte-americana assume a intenção de expandir, desenvolver e modernizar o seu arsenal de armas nucleares e diversos componentes da chamada tríade nuclear – composta por: mísseis balísticos intercontinentais terrestres, bombardeiros estratégicos e mísseis balísticos lançados por submarinos –, e que é acompanhada da possibilidade da utilização de armas nucleares por outro tipo de vectores e da instalação de um sistema anti-míssil de âmbito global, particularmente visando a Rússia e a China – rompendo com acordos de desarmamento, como o «Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermediário», de 1987.

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50 anos sobre o massacre de Son My

No dia em que se completam 50 anos sobre o Massacre de Son My, igualmente conhecido como o Massacre de My Lai, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) recorda os 504 cidadãos vietnamitas, na sua maioria idosos, mulheres e crianças, que foram chacinados por militares do exército dos EUA durante a sua guerra de agressão contra o Vietname e o seu povo.

Recorde-se que a agressão dos EUA ao Vietname decorreu, de forma indirecta e directa, de 1950 a 1975. Após a sua derrota, os EUA continuaram a aplicar um embargo contra o Vietname até 1994.

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Não à participação de Portugal na militarização da UE

O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) critica o Governo português pela sua decisão de envolver Portugal na chamada «Cooperação Estruturada e Permanente» – dita PESCO, na sigla inglesa –, em matéria de «defesa» e «segurança». Como há muito o CPPC vem denunciando, esta maior integração no domínio militar e da indústria de armamento insere-se no processo de militarização da União Europeia (UE) – realizado em coordenação com a NATO e nesta inserido – e tem como propósitos anunciados: o incremento das despesas militares dos países participantes; o desenvolvimento e articulação da indústria armamentista; e o aumento da sua capacidade operacional no quadro do incremento do intervencionismo militarista da UE.

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