Outras Notícias

Ataque terrorista em Manchester

O CPPC condena com veemência a morte de mais de duas dezenas de pessoas, na maioria crianças e jovens, em Manchester, à saída de um concerto. Este atentado terrorista - a somar-se a tantos outros perpetrados em países europeus e, particularmente na Síria, Iraque, Iémen, Líbia, Nigéria e Somália -, constitui um brutal crime cometido contra inocentes, a merecer o mais profundo e frontal repúdio.

Mas a ter-se tratado efectivamente de um atentado cometido pelo auto-proclamado Estado Islâmico ou em seu nome, o crime responsabiliza também todos quantos fomentam, treinam, armam e financiam os grupos terroristas na Síria, no Iraque ou na Líbia, em nome de interesses geoestratégicos dos EUA, UE, NATO e seus aliados regionais. Não é, por exemplo, vendendo mais armas à Arábia Saudita - principal apoiante do Estado Islâmico na Síria -, como recentemente fizeram os EUA, que se combate o terrorismo, na Síria, na Europa ou seja onde for.

Milhares no Japão contra nova base dos EUA

Milhares de pessoas manifestaram-se, no dia 14, em Okinawa, no Japão, contra a instalação de uma nova base militar dos EUA no arquipélago, onde se prevê vir a instalar uma nova unidade de Infantaria da Marinha norte-americana.

O projecto tem a oposição do movimento da paz japonês, de diversas estruturas e organizações e do próprio governador de Okinawa, particularmente activo no combate às bases militares dos EUA.

 

Yes to Peace! No to NATO! - Bruxelas

O Conselho Português para a Paz e Cooperação associa-se e estará presente nas iniciativas em defesa da Paz e contra a NATO, promovidas, em Bruxelas, pela organização belga INTAL e pelo Conselho Mundial da Paz, nos dias 23 e 24 de Maio.

23 de Maio
INTAL - Evento Público contra a NATO com o apoio do CMP

24 de Maio
Conferência do CMP "Sim à Paz! Não à NATO!"

Manifestação contra a NATO promovida por organizações Belgas

Paz na Península da Coreia! Mais guerra não!

O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) alerta para a gravidade da situação na Península da Coreia, na sequência do reforço da presença e da intensificação da pressão militares dos EUA contra a República Popular Democrática da Coreia (RPDC), e para as imprevisíveis e dramáticas consequências de uma escalada belicista nesta região.

Após o recente ataque militar directo contra a Síria e o lançamento de uma bomba de grande potência numa zona remota do Afeganistão, o aumento dos meios e forças militares norte-americanas na Península da Coreia – com a instalação de novos sistemas de míssil e a presença de uma esquadra marítima – e das ameaças de agressão militar dos EUA à RPDC representam um novo e muito perigoso passo para a paz e a segurança, não só nesta região, como no mundo.

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