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Apresentação do investigador Frederico de Carvalho "Armas robóticas"

Divulgamos a apresentação feita pelo investigador Frederico Carvalho, membro da Presidência do CPPC, no importante debate sobre "Armas robóticas e outras aplicações bélicas do trabalho científico", promovido pelo CPPC, no mês passado no Porto, onde chama a atenção para a utilização da investigação científica com objectivos agressivos, designadamente aos perigos que podem advir da utilização da inteligência artificial ao serviço de quem pretende manter uma posição de domínio global.

https://issuu.com/conselho_paz/docs/a_ciencia_aprisionada

PELA PAZ! CONTRA AS ARMAS NUCLEARES!

A ameaça da utilização de armas nucleares é uma das grandes preocupações dos activistas da Paz, que não esquecem o horror do homicídio em massa da população que foi vítima das armas atómicas lançadas pelos EUA no Japão a 6 e 9 de Agosto de 1945. Perante o holocausto nuclear de Hiroxima e Nagasaki e o perigo da sua repetição, o Conselho Mundial da Paz (CMP) lançou em 1950 o Apelo de Estocolmo, que foi assinado por centenas de milhões de pessoas, exigindo a interdição das armas atómicas e denunciando a sua natureza intimidatória e de assassínio massivo.

A realidade actual demonstra que este perigo não está afastado, dada a insistente corrida aos armamentos, incluindo a modernização de armas nucleares promovida, nomeadamente, pelos Estados Unidos – único país que usou a arma atómica e que assume a possibilidade de o voltar a usar, num primeiro ataque. O programa em curso nos EUA, dito de revitalização atómica, tem um custo estimado de um milhão de milhões de dólares, a gastar ao longo de três décadas, o que deve ser assumido como uma flagrante infracção da obrigação estipulada no Artigo VI do Tratado de Não Proliferação Nuclear, que os EUA assinaram e ratificaram. Nele afirma-se, designadamente, que cada uma das Partes signatárias se compromete «a prosseguir de boa-fé negociações sobre medidas efectivas com vista ao fim da corrida aos armamentos, em data próxima, e ao desarmamento nuclear sob controlo internacional estrito e eficaz».

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Pela Paz, Contra as Armas Nucleares! - Porto

No dia 9 de Agosto o CPPC assinalou a tragédia de Hiroxima e Nagasáqui em 1945, quando os EUA lançaram as bombas atómicas contra aquelas duas cidades japonesas no final da Segunda Guerra Mundial.

Para que não se esqueça esse hediondo crime e não se repita o holocausto nuclear, activistas do CPPC vieram para a rua distribuir de documentos que apelam à mobilização da população pela exigência do fim das armas nucleares. A iniciativa foi bem acolhida pelas pessoas contactadas.

Pela Paz, contra as armas nucleares e de destruição massiva

No momento em que se assinala o 71.º aniversário dos bombardeamentos de Hiroxima e Nagasáqui com armas nucleares, pelos Estados Unidos da América, o Conselho Português para a Paz e Cooperação reafirma a necessidade imperiosa de pôr fim às armas nucleares e de destruição massiva através do desarmamento geral, controlado e simultâneo.

Tal como em Março de 1950, quando milhões de pessoas em todo o mundo assinaram o Apelo de Estocolmo (lançado pelo movimento mundial da Paz) exigindo a proibição das armas atómicas – o que terá contribuído de forma determinante para que Hiroxima e Nagasáqui não se tenha repetido nos primeiros anos da chamada «guerra fria», também hoje é fundamental levar mais longe a exigência de acabar com as armas nucleares e de destruição massiva: hoje, com os actuais arsenais, uma guerra nuclear aniquilaria toda a população do planeta; das cerca de 15 mil ogivas nucleares armazenadas em instalações militares, a maioria pronta a ser utilizada, apenas 1 por centro chegaria para libertar a energia equivalente a 4000 bombas de Hiroxima.

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