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Dia Internacional para a eliminação total das armas nucleares

Tendo em conta o que representaria uma guerra nuclear, o desarmamento nuclear global é uma questão central na defesa da paz, para a sobrevivência da própria espécie humana e da manutenção da vida sobre a Terra como hoje a conhecemos.

A presença de armamentos nucleares nos arsenais de alguns países é uma ameaça sobre cada um de nós, sobre os povos, sobre todos os seres vivos no planeta. Nunca uma tal ameaça existira até ao advento da utilização militar da energia nuclear.

Depois do holocausto de Hiroshima e Nagasaki, em 1945, quando, pela primeira e única vez, os Estados Unidos da América lançaram duas bombas atómicas sobre as populações de duas cidades japonesas, causando centenas de milhares de mortos e efeitos que até hoje perduram, houve grande desenvolvimento do armamento nuclear. E dos muitos milhares de ogivas nucleares armazenadas em instalações militares, de que uma parte significativa está pronta a ser utilizada, apenas um por cento chegaria para libertar a energia equivalente a 4000 bombas de Hiroxima e destruir a civilização humana.

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Pela Paz, Contra as Armas Nucleares! - Porto

No dia 9 de Agosto o CPPC assinalou a tragédia de Hiroxima e Nagasáqui em 1945, quando os EUA lançaram as bombas atómicas contra aquelas duas cidades japonesas no final da Segunda Guerra Mundial.

Para que não se esqueça esse hediondo crime e não se repita o holocausto nuclear, activistas do CPPC vieram para a rua distribuir de documentos que apelam à mobilização da população pela exigência do fim das armas nucleares. A iniciativa foi bem acolhida pelas pessoas contactadas.

Apresentação do investigador Frederico de Carvalho "Armas robóticas"

Divulgamos a apresentação feita pelo investigador Frederico Carvalho, membro da Presidência do CPPC, no importante debate sobre "Armas robóticas e outras aplicações bélicas do trabalho científico", promovido pelo CPPC, no mês passado no Porto, onde chama a atenção para a utilização da investigação científica com objectivos agressivos, designadamente aos perigos que podem advir da utilização da inteligência artificial ao serviço de quem pretende manter uma posição de domínio global.

https://issuu.com/conselho_paz/docs/a_ciencia_aprisionada

PELA PAZ! CONTRA AS ARMAS NUCLEARES!

A ameaça da utilização de armas nucleares é uma das grandes preocupações dos activistas da Paz, que não esquecem o horror do homicídio em massa da população que foi vítima das armas atómicas lançadas pelos EUA no Japão a 6 e 9 de Agosto de 1945. Perante o holocausto nuclear de Hiroxima e Nagasaki e o perigo da sua repetição, o Conselho Mundial da Paz (CMP) lançou em 1950 o Apelo de Estocolmo, que foi assinado por centenas de milhões de pessoas, exigindo a interdição das armas atómicas e denunciando a sua natureza intimidatória e de assassínio massivo.

A realidade actual demonstra que este perigo não está afastado, dada a insistente corrida aos armamentos, incluindo a modernização de armas nucleares promovida, nomeadamente, pelos Estados Unidos – único país que usou a arma atómica e que assume a possibilidade de o voltar a usar, num primeiro ataque. O programa em curso nos EUA, dito de revitalização atómica, tem um custo estimado de um milhão de milhões de dólares, a gastar ao longo de três décadas, o que deve ser assumido como uma flagrante infracção da obrigação estipulada no Artigo VI do Tratado de Não Proliferação Nuclear, que os EUA assinaram e ratificaram. Nele afirma-se, designadamente, que cada uma das Partes signatárias se compromete «a prosseguir de boa-fé negociações sobre medidas efectivas com vista ao fim da corrida aos armamentos, em data próxima, e ao desarmamento nuclear sob controlo internacional estrito e eficaz».

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