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CPPC na manifestação de 11 de Fevereiro de 2012

O CPPC participou, no passado dia 11 de Fevereiro, na manifestação convocada pela CGTP-IN. Dezenas de activistas do CPPC marcaram presença nesta jornada de luta, reafirmando que a luta pela paz é também a luta dos trabalhadores e do povo português contra as desigualdades e o empobrecimento, por mais justiça social. Foi um importante momento de afirmação dos valores da Paz e do CPPC, de contacto com a população, onde se distribuiu o mais recente número do Notícias da Paz e milhares de documentos.

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CPPC na manifestação de 1 de Outubro

 

Mais de 130 mil pessoas desfilaram entre a Praça Duque do Saldanha e os Restauradores, demonstrando a sua luta contra a agudização das condições de vida da esmagadora maioria da população portuguesa, resultado de uma política que incrementa a exploração e distribuí de forma cada vez mais injusta a riqueza.
O Conselho Portguês para a Paz e Cooperação juntou-se a todos os que no dia 1 de Outubro, fizeram ouvir a sua voz contra o empobrecimento e as injustiças sociais, reafirmando que a defesa da Paz integra e é condição necessária à luta mais ampla pelo progresso e pela justiça social de todos os povos.
 
Pela Paz e pela Justiça Social
 
CPPC

Contra as injustiças e desigualdades, Pela soberania e a paz

 

Quando se assinala mais um 1.º de Maio, o CPPC chama a atenção para o momento difícil que os trabalhadores portugueses, bem como outras camadas populares, atravessam: o desemprego atinge níveis inéditos, a precariedade alastra, as injustiças e desigualdades agravam-se. Como se não bastasse, o Governo português pediu o accionamento de uma chamada «ajuda externa» ao Fundo Monetário Internacional, Banco Central Europeu e Comissão Europeia.


Do que já se conhece dos planos da chamada troika para Portugal, tanto por notícias vindas na imprensa como pela sua actuação noutros países, poderá estar em preparação um novo e brutal salto em frente nas políticas de austeridade – cortes de salários e pensões, privatizações, generalização da precariedade, facilitação e embaratecimento dos despedimentos, ataque aos serviços públicos. Tudo para garantir o pagamento da dívida, com elevados juros, aos credores – os mesmos que especularam com a dívida soberana do País.


O Conselho Português para a Paz e Cooperação, defendendo o respeito pela soberania dos povos do mundo, não pode deixar de repudiar o ataque à nossa própria soberania que representa esta chamada «ajuda externa». E lembra que por esse mundo fora, a sigla FMI é sinónimo de ingerência, pobreza, saque e guerras. Contra países e povos do mundo, o FMI (representando grandes bancos mundiais) faz uma autêntica guerra económica, espoliando-os dos seus recursos e canalizando-os para fora do País, para a acumulação de lucros.


O CPPC considera ainda que esta situação que se vive em Portugal e noutros países é expressão da grave crise que o sistema enfrenta, de que a intensificação da exploração dos trabalhadores é uma saída, assim como a guerra. Aos trabalhadores portugueses, o CPPC expressa a sua mais firme solidariedade e a certeza de que, com a sua luta e resistência, será possível travar as políticas do FMI, BCE, CE e construir um País mais justo, desenvolvido e soberano. Nessa luta, os trabalhadores portugueses podem contar com o apoio dos activistas da paz.

VIVA OS TRABALHADORES!
VIVA A PAZ!

Constituição de Abril e a Paz (02)

No passado dia 18 de Abril realizou-se na Casa de Alentejo um debate sobre o tema "A Constituição de Abril e a Paz" com a participação, do General Pezarat Correia militar de Abril, da presidente nacional Juventude Operária Católica Elisabete Silva e de Baptista Alves e Helena Amador da Direcção Nacional do CPPC. Este debate foi realizado no âmbito de diversas iniciativas comemorativas do 36.º aniversário da aprovação da Constituição da República Portuguesa levadas a cabo pelo CPPC. Reforça-se assim que a luta pela Paz está directamente ligada à defesa da nossa Constituição de Abril, em especial do seu artigo 7º.

 

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