Outras Notícias

Um mundo de paz para as crianças crescerem felizes

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No momento em que se assinala o Dia da Criança, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) reafirma a sua determinação em prosseguir a sua acção em prol da paz, da cooperação e do progresso, essenciais para que as crianças possam ver consagrados e plenamente respeitados os seus direitos a uma vida feliz, saudável e plena.

Hoje, por todo o mundo, milhões de crianças sofrem com a guerra, a pobreza, a opressão, a doença, a destruição do meio ambiente. Recursos, essenciais para lhes garantir segurança, educação, saúde e habitação condigna são desviados para o armamento e para a guerra – uma pequena parte dos gastos militares mundiais resolviam os principais problemas que afectam os povos do mundo, e particularmente as crianças. Cruéis bloqueios económicos privam-nas de bens e serviços essenciais.

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Ciência e Liberdade | Faro

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No passado dia 11 de Maio realizou-se no o Centro de Ciência Viva do Algarve (CCV), a palestra "Ciência e Liberdade", promovida pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) e outras organizações, e que contou com a participação do investigador Frederico Carvalho, membro da presidência do CPPC e Presidente da Organização dos Trabalhadores Científicos, do professor Rui Cabral e Silva, do CCV, e de Sofia Costa do CPPC. Esta palestra encerrou o programa das comemorações do 45º aniversário do 25 de Abril em Faro.

ALMOÇO DA PAZ | SEIXAL 2019

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O núcleo do Seixal do CPPC realizou no passado sábado, 11 de Maio, no Clube Cultural e Recreativo da Cruz de Pau, um Almoço da Paz, tendo participado cerca de 50 pessoas.

Durante o evento o membro da direção nacional, Armando Farias, deu testemunho da imensa atividade que o CPPC tem desenvolvido contra o militarismo e a guerra, enumerando os diversos conflitos que tiveram lugar na história recente. Porque é importante não esquecer o passado para melhor compreender o presente, o dirigente do CPPC lembrou períodos trágicos nos últimos 100 anos, como as 1ª e 2ª guerras mundiais, ou a agressão criminosa da NATO contra a Sérvia com o declarado objetivo de desmembrar a República Federal da Jugoslávia.

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Projeto "Povos, Culturas e Pontes" | Seixal

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O CPPC participou, no passado dia 16 de maio no Seixal, no encerramento das Oficinas da Paz e Cidadania Global integradas no Projeto “Povos Culturas e Pontes”, organizado pela comunidade escolar do Seixal e Câmara Municipal.
Armando Farias, da Direção do CPPC, desenvolveu uma “Conversa sobre a Paz” para cerca de 4 turmas compostas por alunos dos 10 aos 16 anos, tendo sublinhado que, para além da ausência de ações beligerantes e de confrontos armados, a ausência de desigualdades económicas, sociais, culturais e políticas é uma condição fundamental na construção da Paz. Focou também o nível das despesas militares e as consequências das guerras com milhões de mortes, estropiados e refugiados.

Os alunos transmitiram as conclusões das suas experiências desenvolvidas nas salas de aula sobre o tema dos refugiados, comercio justo e automatização do trabalho.

Foi ainda apresentada uma pequena peça de teatro e foram declamados poemas em diversas línguas (crioulo de Cabo Verde e São Tomé e Príncipe, árabe e português).
A exposição “Décadas de luta pela Paz” esteve exposta assim como os desenhos sobre Direitos Humanos e a Paz.

Zulmira Ramos, da Direção do CPPC, participou nas Bibliotecas Humanas transmitindo a sua vivência sobre a viagem em que participou, recentemente, à Palestina, referindo as atrocidades cometidas por Israel sobre o povo palestino.

CPPC fala sobre 25 de ABRIL em escolas de Setúbal

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A convite de escolas de Setúbal, o Conselho Português para a Paz e Cooperação participou, através da dirigente Zulmira Ramos, em palestras, muito participadas, sobre o “25 de Abril e a Paz”: na Escola Lima de Freitas, no dia 26 abril, e na Escola Sebastião da Gama, no dia 30 de abril.

Nas palestras, Zulmira Ramos referiu-se à situação de Portugal antes do 25 Abril que se caracterizava, por exemplo, pela existência de miséria, trabalho infantil, ausência de direitos das mulheres, repressão, guerra colonial, analfabetismo, ensino reservado para uns poucos, dando conta também das lutas diversas do povo português e dos povos das ex-colónias contra o fascismo e contra o colonialismo, o que culminaria com a acção do Movimento das Forças Armadas (MFA), que, em conjunto com o povo, pôs fim ao fascismo, permitiu acabar com a guerra colonial, realizar eleições democráticas, melhorar as condições de vida, viver em liberdade e em paz.

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