Outras Notícias

Constituição de Abril e a Paz

O Conselho Português para a Paz e Cooperação saúda o 36.º aniversário da aprovação pela Assembleia Constituinte da Constituição da República Portuguesa, a 2 de Abril de 1976.
A lei fundamental portuguesa foi aprovada depois do derrube do regime fascista que oprimiu o povo português durante quarenta e oito anos, período da história durante qual o nosso país viveu em profunda oposição aos princípios basilares do Direito Internacional Público, designadamente pela colonização de povos, impedindo o seu exercício à sua autodeterminação e desrespeitando o seu direito à emancipação.

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Comemorações do 25 de Abril

Participemos nas comemorações do 25 de Abril!

O CPPC enquanto membro da Comissão Promotora apela à participação de todos nas Celebrações Populares do 25 de Abril. Em Lisboa, o local de encontro para os aderentes e amigos do CPPC será no Marquês de Pombal, junto à Avenida Duque de Loulé, pelas 14h30. Participe!

 

Apelo à participação na manifestação da CGTP - 11 de Fevereiro

Caros amigos,
 
O CPPC apoia a luta dos trabalhadores contra as desigualdades, o empobrecimento e a exploração. Numa altura em que se agudizam as condições de vida do povo português e em que assistimos ao intensificar da exploração e desigualdade na distribuição da riqueza, resultado de uma política de subserviência e abdicação da defesa dos interesses nacionais e dos trabalhadores face ao imperialismo, não podemos ignorar que esta é também uma luta de todos os defensores e amantes da Paz. E porque a luta pela paz é indissociável da luta contra a exploração, pela democracia e a soberania nacional, o CPPC associa-se à Manifestação convocada pela CGTP para o próximo dia 11 de Fevereiro.
 
Vivemos num mundo em que as despesas militares atingem os valores mais elevados da História, convivendo com situações dramáticas de miséria, doença, fome, exploração e desrespeito pelos direitos e soberanias dos povos, onde o governo português, actualmente com assento no Conselho de Segurança da ONU, pactua servilmente com as agressões contra os povos de que são exemplos recentes o ataque à Líbia ou as ameaças à Síria e ao Irão. Reafirmamos que os responsáveis pela agudização da situação económica e social, que atacam os direitos dos povos e dos trabalhadores, são os mesmos que promovem e são os responsáveis pela corrida aos armamentos, a militarização das relações internacionais e a guerra.
 
O CPPC reafirma que a defesa da Paz é condição necessária à luta mais ampla pelo progresso e pela justiça social de todos os povos e convida os seus aderentes e todos aqueles que se reconhecem na defesa destes princípios a participarem na Manifestação da CGTP-IN no próximo sábado, dia 11 de Fevereiro.
 
Para os que em Lisboa se queiram juntar ao CPPC, o ponto de encontro é em frente à Estação  do Rossio, nos Restauradores, a partir das 14h30.

CPPC condena atitude inadmissível do Governo português

CPPC condena
Atitude inadmissível do Governo português

O CPPC condena e exige a cabal explicação da decisão, tomada ontem, por parte do Governo português – assim como de outros países europeus membros da NATO –, de cancelamento da autorização da utilização do seu espaço aéreo por parte do avião oficial que transportava o Presidente da Bolívia, Evo Morales, na viagem de retorno ao seu país.

Alegando «problemas técnicos», mas, efectivamente, por suspeita de que a bordo do avião estivesse Edward Snowden, ex-colaborador de agências de informação dos EUA, o Governo português para além de colocar em risco as pessoas que seguiam a bordo, protagonizou um inaceitável acto que viola convenções internacionais e regras diplomáticas, indiciando uma total subserviência às orientações ditadas pelos Estados Unidos da América.

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Apelo à juventude aprovado no Encontro "Juventude com Futuro É com a Constituição do Presente!"

A Juventude tem direito ao presente e está em condições, tem forças, conhecimento e criatividade para participar na construção de um país que tem futuro.
Reafirmamos que é na Constituição do presente, exercendo-a, cumprindo-a e respeitando-a, que estão as soluções fundamentais que dão resposta aos problemas, anseios e direitos da juventude.
Reafirmamos a nossa vontade de defender e exigir que se cumpra a Constituição da República Portuguesa.
Para nós a única inevitabilidade (da qual não abdicamos) é a do direito ao acesso ao ensino, formação profissional e à cultura; acesso ao primeiro emprego, trabalho e segurança social; acesso à habitação, à educação física e ao desporto; acesso e aproveitamento dos tempos livres; direitos conquistados pelo povo e a juventude, inscritos na Constituição da República Portuguesa, particularmente no seu artigo 70 em que se consagra a protecção especial aos jovens na concretização destes direitos.

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