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Debate em Almada pela paz e o desarmamento

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Mais de 60 professores e estudantes do ensino recorrente da Escola Secundária Cacilhas-Tejo, em Almada, participaram no dia 24 de Maio numa sessão sobre paz e desarmamento, inserida na campanha do CPPC pela adesão de Portugal ao Tratado de Proibição de Armas Nucleares. Após a apresentação do tema, a cargo de Gustavo Carneiro e João Jorge, respectivamente da direcção nacional e do núcleo de Almada, seguiu-se um vivo debate sobre os riscos actuais para a paz e a segurança, a necessidade imperiosa de pôr fim às armas nucleares e de destruição massiva e a urgente acção pela paz e a solidariedade. No final, foram recolhidas dezenas de assinaturas para a petição que o CPPC tem em curso que reclama das autoridades portuguesas a assinatura e ratificação desse tratado.

Pela paz e o desarmamento!

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Não à Cimeira da NATO – não ao militarismo e à guerra!

Nos dias 11 e 12 de Julho, irá realizar-se uma Cimeira da NATO – Organização do Tratado do Atlântico Norte –, em Bruxelas, tendo como o objectivo o reforço da sua capacidade de intervenção belicista.

Com quase 70 anos de existência, a NATO é um instrumento destinado a servir, embora não sem querelas internas, os interesses políticos, económicos e geostratégicos dos EUA e das grandes potências da União Europeia (UE), que impulsiona a corrida aos armamentos, promove focos de tensão e de conflito, intensifica o intervencionismo militar, e prossegue guerras de agressão a Estados e povos que defendem a sua soberania e não se submetem ao seu domínio.

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Pela paz, pela segurança, pelo futuro da Humanidade!

Dezenas de organizações portuguesas associaram-se em torno da campanha que o Conselho Português para a Paz e Cooperação lançou a 26 de Setembro de 2017 visando a adesão de Portugal ao Tratado de Proibição de Armas Nucleares. Este tratado foi aprovado em Julho de 2017 por 122 países participantes numa conferência das Nações Unidas realizada especificamente para o efeito. O lançamento da campanha foi, simbolicamente, no dia em que a ONU assinala o Dia Internacional para a Eliminação Total das Armas Nucleares e apenas seis dias após o Tratado ter sido colocado à subscrição e ratificação por parte dos Estados.

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Debate "Pelo fim das armas nucleares" em Coimbra

O núcleo de Coimbra do Conselho Português para a Paz e Cooperação realizou, no café Sta. Cruz, em Coimbra, um animado debate em que participou a presidente da direção do CPPC.

O tema central foi a Paz e o desarmamento, pela assinatura e ratificação por Portugal do Tratado de Proibição de Armas Nucleares, mas também estiveram presentes aspectos preocupantes da situação actual e das ameaças contra Venezuela, Cuba, Brasil e no Médio Oriente, nomeadamente contra Síria e Palestina.

As dezenas presentes assinaram a petição a exigir a assinatura e ratificação pelas autoridades portuguesas do Tratado de Proibição de Armas Nucleares e manifestaram a sua determinação em prosseguir a luta pela paz.

Pela paz e o desarmamento! - É urgente dissolver a NATO

A NATO, fundada há precisamente 69 anos, representa um dos maiores obstáculos à paz no mundo. Bloco político-militar determinado pelos EUA, assume-se, embora com contradições, como um instrumento belicista ao serviço dos seus interesses e dos interesses de outros países – como o Reino Unido, a França ou a Alemanha –, contrapondo-se a todos os que anseiam e se empenham num mundo de paz, soberania e cooperação.

Constituída a 4 de Abril de 1949 por 12 países da América do Norte e da Europa – incluindo Portugal, então sob a opressão de uma ditadura fascista –, a NATO proclamava falsamente o seu carácter «defensivo» contra uma suposta «ameaça» soviética. No entanto, após o fim do Pacto de Varsóvia (criado em 1955) e da União Soviética, verificados em 1991, a NATO não só não se dissolveu, como, e pelo contrário, se reforçou, ampliando-se a 29 países membros, promovendo dezenas de parcerias por todo o mundo, alargando o seu âmbito de intervenção, fomentando o aumento das despesas militares e a corrida aos armamentos, incluindo a mais modernas armas nucleares.

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