Outras Notícias

Pela paz, pela segurança, pelo futuro da Humanidade!

Dezenas de organizações portuguesas associaram-se em torno da campanha que o Conselho Português para a Paz e Cooperação lançou a 26 de Setembro de 2017 visando a adesão de Portugal ao Tratado de Proibição de Armas Nucleares. Este tratado foi aprovado em Julho de 2017 por 122 países participantes numa conferência das Nações Unidas realizada especificamente para o efeito. O lançamento da campanha foi, simbolicamente, no dia em que a ONU assinala o Dia Internacional para a Eliminação Total das Armas Nucleares e apenas seis dias após o Tratado ter sido colocado à subscrição e ratificação por parte dos Estados.

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Pela paz e o desarmamento! - É urgente dissolver a NATO

A NATO, fundada há precisamente 69 anos, representa um dos maiores obstáculos à paz no mundo. Bloco político-militar determinado pelos EUA, assume-se, embora com contradições, como um instrumento belicista ao serviço dos seus interesses e dos interesses de outros países – como o Reino Unido, a França ou a Alemanha –, contrapondo-se a todos os que anseiam e se empenham num mundo de paz, soberania e cooperação.

Constituída a 4 de Abril de 1949 por 12 países da América do Norte e da Europa – incluindo Portugal, então sob a opressão de uma ditadura fascista –, a NATO proclamava falsamente o seu carácter «defensivo» contra uma suposta «ameaça» soviética. No entanto, após o fim do Pacto de Varsóvia (criado em 1955) e da União Soviética, verificados em 1991, a NATO não só não se dissolveu, como, e pelo contrário, se reforçou, ampliando-se a 29 países membros, promovendo dezenas de parcerias por todo o mundo, alargando o seu âmbito de intervenção, fomentando o aumento das despesas militares e a corrida aos armamentos, incluindo a mais modernas armas nucleares.

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Proibição das Armas Nucleares ganha força

Foi com grande satisfação que o Conselho Português para a Paz e Cooperação recebeu a notícia de que a Áustria ratificou o Tratado de Proibição de Armas Nucleares no passado dia 21, sendo o primeiro país da União Europeia a fazê-lo. Para além da Áustria, só outro estado membro da UE assinou o mesmo, a Irlanda. Esta posição, sendo positiva, constitui mais um passo para a entrada em vigor do tratado que ocorrerá depois de 50 estados o ratificarem e a ele aderirem formalmente.

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