Outras Notícias

Solidariedade com o povo da Venezuela

O Conselho Português para a Paz e Cooperação realizou hoje, dia 5 de Julho, data da comemoração dos 206 anos da indepedência da Venezuela, uma iniciativa de solidariedade com o povo da Venezuela.

A iniciativa contou com forte e empenhada presença de cidadãos e organizações solidários, e com a participação da presidente da Direcção Nacional do CPPC, Ilda Figueiredo e do Sr. Embaixador da República Bolivariana da Venezuela, General em Chefe Lúcas Ríncon Romero, assim como da Sra. Embaixadora de Cuba, Johana Tablada.

Nas intervenções foi expressa a solidariedade do CPPC e de todos os presentes com a Revolução Bolivariana e o povo venezuelano e denunciada a acção de ingerência e desestabilização de que faz parte uma intensa guerra mediática de desinformação, contra a Venezuela e que procura paralisar a acção do seu legítimo governo, confrontar a Constituição Venezuelana e atacar o processo bolivariano e as suas realizações.

Ler mais...

Solidariedade com o Saara Ocidental

O CPPC, a CGTP-IN e o MDM promoveram no dia 21 de Junho, em Lisboa, uma «Sessão Pública de Solidariedade com o Saara Ocidental», na qual participaram dezenas de pessoas. Na base da sessão esteve um documento subscrito por 22 organizações, na qual se exigia uma vez mais o fim da ocupação marroquina do Saara Ocidental e se reafirmava o apoio à luta do povo saarauí pela independência do seu país.

Na sessão participou o advogado francês Gilles Devers, que colocou uma queixa no Tribunal Europeu de Justiça sustentada nas resoluções da ONU, que consideram o Saara Ocidental um território ocupado ilegalmente pelo reino de Marrocos. Participaram ainda João Ferreira, deputado europeu e membro do Intergrupo de solidariedade com o povo saarauí no Parlamento Europeu, e Ahmed Fal, delegado da Frente Polisário em Portugal.

Antes da sessão, na qual os representantes das organizações promotoras reafirmaram as suas posições face à questão saarauí, realizou-se uma audiência na Comissão Parlamentar de Negócios Estrangeiros da Assembleia da República, em que participaram representantes das organizações portuguesas (entre as quais o CPPC), Gilles Devers e Ahmed Fal.

Solidariedade com Cuba

O Conselho Português para a Paz e Cooperação ( CPPC) condena com veemência as recentes decisões do presidente dos EUA de agravar o bloqueio a Cuba, nomeadamente revertendo algumas das medidas, ainda que insuficientes, assumidas pela anterior administração norte-americana. A partir de agora, volta a ser mais difícil aos cidadãos dos EUA viajarem para Cuba e há novas restrições às relações comerciais com a ilha.

Reafirmando a sua solidariedade de sempre com Cuba e o seu povo, o CPPC insiste que só o respeito pela soberania dos estados e a convivência pacífica entre países servem a estabilidade e o progresso social. E recorda que o bloqueio norte-americano a Cuba – que já dura há mais de meio século – é ilegal e repudiado por praticamente todos os países do mundo, como o demonstram as sucessivas votações realizadas na Assembleia-Geral das Nações Unidas.

Para além da exigência do fim do bloqueio económico, financeiro e comercial, o CPPC reafirma também a solidariedade ao Movimento Cubano pela Paz e a Soberania dos Povos e ao povo de Cuba na exigência de devolução do território ocupado pela base militar norte-americana em Guantánamo e no respeito pela sua decisão soberana de escolher o seu caminho, saudando a sua luta de décadas pela soberania, pelo progresso social e pela paz.

Acção de solidariedade com o povo da Venezuela

A Venezuela está a ser alvo de uma acção de ingerência e  desestabilização que, explorando reais problemas económicos, visa paralisar a acção do seu legítimo governo, confrontar a Constituição venezuelana e atacar o processo bolivariano e as suas realizações.

 Não são os interesses do povo venezuelano que estão por detrás do boicote económico, açambarcamento e especulação. Não são os valores democráticos que estão por detrás dos actos de violência com que grupos reaccionários e de extrema direita tentam lançar o caos naquele País. Não é a verdade que se defende quando se apresenta como opressor um governo democraticamente eleito que tenta manter a ordem e assume a defesa da lei e da Constituição. Não são os interesses da Venezuela e os valores da paz que estão por detrás das acções de uma “oposição” que instiga à agressão externa contra a Venezuela.

Ler mais...

Liberdade para o Saara Ocidental

O Saara Ocidental ocupa um território com aproximadamente 284.000 km2 – mais de três vezes a área de Portugal –, com uma costa marítima com aproximadamente 1.500 km, que contém um dos mais ricos bancos pesqueiros do mundo, e outros importantes recursos naturais, designadamente minerais.

O Saara Ocidental foi uma colónia espanhola, tendo as Nações Unidas inscrito o Saara Ocidental na lista dos territórios que deviam ser descolonizados, reconhecendo o direito inalienável do povo saaraui à auto-determinação e a Frente Polisário como sua legítima representante.

Ler mais...