Outras Notícias

Solidariedade com a Venezuela bolivariana

O Conselho Português para a Paz e cooperação (CPPC) reafirma a sua solidariedade para com o povo venezuelano e as forças patrióticas e democráticas bolivarianas.

O CPPC afirma, uma vez mais, a sua condenação da acção desestabilizadora levada a cabo pelos Estados Unidos e os seus aliados contra a República Bolivariana da Venezuela, promovendo o seu isolamento político, a aplicação de ilegais e inaceitáveis sanções, o bloqueio económico e financeiro e mesmo a ameaça de intervenção militar e o apoio a acções golpistas e terroristas neste país.

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Acto público no Porto Pela Paz! Fim à agressão à Síria!

Condenando o ataque dos EUA, do Reino Unido e da França contra a República Árabe Síria, na madrugada de 14 de Abril, e que contou com o expresso apoio da NATO, da União Europeia e de Israel, um conjunto de organizações promove um acto acto público pela paz e pelo fim da agressão à Síria, no próximo dia 23 de Abril, segunda-feira, pelas 18 h , na Praça da Palestina, no Porto.

Esta agressão a um Estado soberano, em completo desrespeito pelos princípios da Carta das Nações Unidas e pelo direito internacional, e sob o pretexto de uma alegada utilização de armas químicas, até ao momento não comprovada, foi desencadeada quando a Síria e o seu povo têm obtido diversas vitórias face aos grupos terroristas – apoiados pelos EUA e diversos países seus aliados – e quando foram alcançados, pelo diálogo e esforços de vários países, importantes avanços no caminho da paz.

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Sessão Pública em Lisboa pela "Paz na Síria e no Médio Oriente"

Contra a agressão dos EUA, Reino Unido, França e seus aliados

Os povos do Médio Oriente têm sido vítimas de permanentes agressões protagonizados pelos EUA e seus aliados, nomeadamente da Europa e do Médio Oriente. São exemplo disso as guerras de agressão contra o Afeganistão, o Iraque, a Líbia ou a Síria.

Também a agressão contra o Iémene, a ilegal ocupação dos territórios palestinianos por Israel e a sua repressão sobre o povo palestiniano – não esquecendo a decisão dos EUA de reconhecer Jerusalém como capital de Israel e de mudar a sua embaixada para esta cidade –, são exemplos da política belicista contra Estados soberanos e desrespeitadora da soberania e direitos dos povos do Médio Oriente por parte das potências ocidentais e seus aliados.

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