Outras Notícias

Solidariedade com o povo da Ucrânia - Lisboa

O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) e a União de Resistentes Anti-fascistas Portugueses (URAP) realizaram, no Clube Estefânia, no passado dia 27 uma sessão sobre a situação na Ucrânia.
Nesta sessão, que contou com dezenas de participantes, ambas as organizações expressaram a sua solidariedade para com o povo da Ucrânia, assim como a sua preocupação com a escalada de violência desencadeada sobre as populações do Leste da Ucrânia que se recusam a reconhecer a legitimidade do poder exercido pelas forças golpistas de Kiev que, para defender os interesses dos grandes oligarcas, não hesitam em utilizar a força militar, recorrendo inclusive a grupos paramilitares que se reivindicam da herança nazi-fascista.

 

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Manifestação convocada pela CGTP-IN - Lisboa

O Conselho Português para a Paz e Cooperação participou, em Lisboa, na manifestação convocada pela CGTP-IN no passado Sábado, dia 21 de Junho demonstrando que "repudia o constante desrespeito que Governo e Presidente da República demonstram pelos portugueses, pela Constituição da República Portuguesa (CRP) e pelas leis do Estado" e que "considera ser urgente pôr fim a uma política externa, marcada pela total subserviência aos interesses e políticas belicistas da NATO, dos Estados Unidos da América e da União Europeia, em total desrespeito pela Constituição da República" como "o respeito pela soberania dos povos, pela cooperação, a amizade e a paz."

Durante o percurso os activistas do CPPC distribuíram centenas de documentos.

Apelo à participação nas manifestações convocadas pela CGTP-IN

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O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) chama a atenção e repudia o constante desrespeito que Governo e Presidente da República demonstram pelos portugueses, pela Constituição da República Portuguesa (CRP) e pelas leis do Estado.

O CPPC considera ser urgente pôr fim a uma política externa, marcada pela total subserviência aos interesses e políticas belicistas da NATO, dos Estados Unidos da América e da União Europeia, em total desrespeito pela Constituição da República, que leva o nosso país a um alinhamento com aqueles na violação do direito internacional,

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