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Casa da Paz acolhe iniciativa de Solidariedade com a República Bolivariana da Venezuela

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A Casa da Paz, sede do Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), acolheu hoje, 23 de Janeiro, uma iniciativa de solidariedade com a República Bolivariana da Venezuela, num momento em que esta enfrenta e resiste ao bloqueio económico e diplomático dos EUA, coordenado com a desestabilização interna promovida pela oligarquia, e a uma poderosa ofensiva mediática.

Estiveram presentes o embaixador da República Bolivariana da Venezuela em Portugal, general-em-chefe Lucas Rincón Romero, e outros diplomatas, dirigentes e activistas do CPPC (entre as quais a presidente da direcção nacional, Ilda Figueiredo) e representantes de dezenas de sindicatos, associações e entidades.

Liberdade para Ahmad Sa'adat

liberdade para ahmad saadat e todos os outros prisioneiros politicos palestinos encarcerados nas prisoes israelitas 1 20190116 1617768987

E todos os outros prisioneiros políticos palestinos encarcerados nas prisões israelitas

Quando se assinalam 17 anos sobre a prisão por Israel do deputado palestino Ahmad Sa’adat, perpetrada a 15 de Janeiro de 2002, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) reafirma a exigência da sua libertação, assim como da libertação de todos os outros presos políticos palestinos – mais de 5000, muitos dos quais crianças – encarcerados nas prisões israelitas .

Ahmad Sa’adat, eleito secretário-geral da Frente Popular para a Libertação da Palestina (FPLP) após o assassinato, por Israel, do seu antecessor, Abu Ali Mustafa, foi julgado por Israel pelo seu papel de liderança na legítima resistência palestina à ilegal e brutal ocupação israelita.

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Fim à desestabilização e ao bloqueio - Solidariedade com ao Revolução bolivariana e o povo venezuelano

fim a desestabilizacao e ao bloqueio solidariedade com a revolucao bolivariana e o povo venezuelano 1 20190129 1157440018

O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) defende o legítimo direito dos povos a decidirem soberanamente o seu rumo de desenvolvimento – um direito consagrado na Carta das Nações Unidas e no Direito Internacional –, uma sua posição de sempre que é tão mais importante reafirmar no momento em que se intensifica uma aberta e descarada ameaça, a pressão, a chantagem, o bloqueio e a interferência sobre a República Bolivariana da Venezuela, que visa atingir e agravar as condições de vida do seu povo.

O não reconhecimento do Presidente democraticamente eleito da Venezuela, Nicolás Maduro, é mais um episódio do longo processo de ingerência e desestabilização promovido e levado a cabo pelos Estados Unidos da América e pela oligarquia venezuelana e que dura há 20 anos, tantos quantos tem a Revolução Bolivariana – o golpe de Estado contra o Presidente Hugo Chávez em 2002, a sabotagem da empresa estatal de petróleo PDVSA, o terrorismo, o bloqueio e as sanções económicas e diplomáticas foram e são métodos utilizados para dificultar a acção e, se possível, derrubar o poder bolivariano, as instituições legítimas do país, sufragadas democraticamente ao longo de 20 anos.

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Não às ingerências e ameaças contra a Venezuela

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O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) repudia frontalmente as ingerências e ameaças que estão a ser desencadeadas contra a República Bolivariana da Venezuela e o povo venezuelano a propósito da tomada de posse do Presidente Nicolás Maduro, hoje realizada.

Às severas sanções e bloqueio económico, financeiro e comercial dos EUA, somam-se agora as inaceitáveis declarações e medidas de países do denominado 'Grupo de Lima', acompanhadas pela União Europeia, que afirmam não reconhecer a legitimidade do resultado eleitoral de 20 Maio de 2018, que deu um amplo apoio à reeleição do Presidente Maduro, face a uma parte da oposição totalmente submetida já não só aos interesses como às ordens vindas dos Estados Unidos da América.

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