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Pela libertação de Francisco Javier Toloza

O Conselho Português para a Paz e Cooperação denúncia a injustificada detenção, pelo governo colombiano, de Francisco Javier Toloza, membro da Secção Internacional da Marcha Patriótica e empenhado lutador pela paz.

A Marcha Patriotica é uma organização que tem conhecido a repressão e a perseguição política por parte do governo de Juan Manoel Santos, com a detenção, durante 2013, de 25dos seusmembros, o que contradiz tudo o que foi tentado para, através do diálogo, conseguir a Paz na Colômbia.

O CPPC exige a libertação de Francisco Javier Toloza, e de todos os prisioneiros políticos que o governo colombiano tem feito, e afirma que o necessário caminho para a Paz na Colômbia não poderá ser trilhado enquanto o governo colombiano continuar a reprimir a oposição democrática

 

Solidariedade com Margaretta D'Arcy, lutadora pela paz

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Margaretta D'Arcy, de 79 anos, encontra-se presa na sequência da sua participação em acções de protesto contra a utilização do aeroporto civil irlandês de Shannon, pelos EUA e a NATO, como plataforma de transporte de tropas e equipamentos para as suas agressões a povos de várias partes do globo, como o Iraque e o Afeganistão.

O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) denuncia a injusta prisão e exige a imediata libertação da lutadora irlandesa pela Paz, Margaretta D'Arcy.

O CPPC saúda a Aliança pela Paz e a Neutralidade da Irlanda (PANA), de que Margaretta D'Arcy é membro, e expressa toda a sua solidariedade para com a luta desta organização irmã pelo fim de bases militares estrangeiras em solo nacional.

Pelo fim do militarismo, não às bases militares estrangeiras. Sim à Paz! Não à NATO!

Solidariedade em Portugal com a Luta Contra o Apartheid

O Conselho Português para a Paz e Cooperação em conjunto com a CGTP-IN organizou no passado dia 13 de Dezembro, no Auditório da Inovinter, em Lisboa, a Sessão de Solidariedade em Portugal com a Luta Contra o Apartheid.

A iniciativa contou com a participação de cerca de duas dezenas de pessoas e teve intervenções de Fernando Maurício, Mário Pádua, Silas Cerqueira e Carlos Carvalho.

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