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Não à escalada de repressão e de guerra na Ucrânia

 

É com redobrada preocupação que o Conselho Português para a Paz e Cooperação vê o anúncio, por parte do poder de Kiev, de pôr fim ao cessar-fogo no Leste daquele País, o que, de imediato, foi seguido por notícias que confirmam o reinício dos bombardeamentos, os quais atingem igualmente, e de forma indiscriminada, zonas residenciais e populações ucranianas.

O CPPC reafirma a sua solidariedade para com o povo da Ucrânia, em particular para com aqueles que, como acontece no Leste deste País, lutam em defesa dos seus legítimos direitos e enfrentam difíceis situações – incluindo de escassez de comida e de água –, e que estão, uma vez mais, sob a agressão do exército e dos paramilitares ligados a oligarcas ou a forças nazifascistas, a mando da junta de Kiev, apoiada pelos EUA, a NATO e a União Europeia.

O CPPC apela à denúncia e à condenação da escalada de intimidação, de agressão e de guerra e considera da maior importância que os democratas expressem solidariedade com o povo ucraniano, na defesa da liberdade, da democracia e da paz.

Direcção Nacional do CPPC
2 de Julho de 2014

Não à agressão israelita!

O Conselho Português para a Paz e Cooperação condena a nova onda de bombardeamentos de Israel contra a população palestina da Faixa de Gaza e a ocupação da cidade de Hebron na Cisjordânia, actos de agressão e de guerra a somar a uma, mais que extensa, lista de ilegalidades e crimes de Israel contra o povo palestino.

Esta nova onda de violência surge “justificada” pela descoberta dos cadáveres de três israelitas que se encontravam desaparecidos, acusando o Governo de Israel o Hamas de ser o responsável pelo seu rapto e assassínio – Hamas que nega qualquer envolvimento na morte destes jovens.

O CPPC lamenta a morte destes três jovens. Três vítimas mais de um conflito que se estende à demasiados anos e do qual a esmagadora maioria das vítimas são palestinas, muitas das quais crianças e para o qual apenas a paz poderá ser solução.

O CPPC não pode deixar de criticar que o Governo de Israel esteja a utilizar estas 3 vitimas para trazer mais violência e morte à região. Que Israel tente, uma vez mais dividir o povo palestino, para enfraquecer a sua luta e impossibilitar uma solução justa para um conflito que resulta, no essencial, das continuadas ocupação e agressões israelitas do território palestino, procurando inviabilizar pela violência e a colonização a criação de um Estado Palestino, com as fronteiras de 1967 e capital em Jerusalém Leste – é disto exemplo recente o anúncio da construção de novos colonatos nos territórios ilegalmente ocupados.

Reafirmando a legitimidade da luta do povo palestino o CPPC reclama o direito deste à Paz, à Liberdade, a uma vida digna e a um Estado independente, soberano e viável – única solução duradoura para a paz na região.

 

Solidariedade com o povo da Ucrânia - Lisboa

O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) e a União de Resistentes Anti-fascistas Portugueses (URAP) realizaram, no Clube Estefânia, no passado dia 27 uma sessão sobre a situação na Ucrânia.
Nesta sessão, que contou com dezenas de participantes, ambas as organizações expressaram a sua solidariedade para com o povo da Ucrânia, assim como a sua preocupação com a escalada de violência desencadeada sobre as populações do Leste da Ucrânia que se recusam a reconhecer a legitimidade do poder exercido pelas forças golpistas de Kiev que, para defender os interesses dos grandes oligarcas, não hesitam em utilizar a força militar, recorrendo inclusive a grupos paramilitares que se reivindicam da herança nazi-fascista.

 

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Manifestação convocada pela CGTP-IN - Lisboa

O Conselho Português para a Paz e Cooperação participou, em Lisboa, na manifestação convocada pela CGTP-IN no passado Sábado, dia 21 de Junho demonstrando que "repudia o constante desrespeito que Governo e Presidente da República demonstram pelos portugueses, pela Constituição da República Portuguesa (CRP) e pelas leis do Estado" e que "considera ser urgente pôr fim a uma política externa, marcada pela total subserviência aos interesses e políticas belicistas da NATO, dos Estados Unidos da América e da União Europeia, em total desrespeito pela Constituição da República" como "o respeito pela soberania dos povos, pela cooperação, a amizade e a paz."

Durante o percurso os activistas do CPPC distribuíram centenas de documentos.