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Ato público de solidariedade com o povo dos EUA | Porto

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Junto à Casa da Música, no Porto, o "Ato Público de Solidariedade com o povo dos EUA! Pela justiça e igualdade social" promovido pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação, com a participação de cerca de 100 pessoas, foi um momento de afirmação da solidariedade com o povo norte-americano que luta contra as injustiças, discriminações raciais e sociais e as profundas desigualdades que a pandemia da COVID 19 tornou ainda mais visíveis, com mais de 100 mil mortos da doença, mais de 40 milhões de desempregados vítimas da Administração de Donald Trump.

Na iniciativa, que foi dirigida por João Rouxinol, dirigente do CPPC, intervieram o jovem Afonso Beirão, o professor e sindicalista Henrique Borges e Ilda Figueiredo, presidente da direção do CPPC, tendo-se afirmado a solidariedade com o povo dos EUA e os povos de todo o mundo que também são vítimas das ingerências, chantagens, bloqueios económicos e ameaças de agressão pela Administração dos EUA/Donald Trump, como acontece na América Latina e no Médio Oriente. Foram também denunciadas as manobras da NATO que estão a decorrer no Mar Báltico, apesar da pandemia, e as ameaças que pairam sobre o povo da Palestina, com a ameaça do atual governo de Israel, apoiado pela Administração dos EUA, agravar a ocupação no próximo dia 1 de Julho.

Pela justiça e a igualdade social - Solidariedade com o povo dos EUA

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O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) expressa a sua solidariedade para com o povo dos EUA que, na sequência de mais um assassinato de um cidadão negro às mãos de forças policiais, tem realizado grandes manifestações nas ruas de várias cidades contra a discriminação, pela justiça e a igualdade social.

O CPPC condena a forte repressão de forças policiais e militarizadas contra os manifestantes, que no exercício dos seus legítimos direitos exigem o respeito e o cumprimento dos direitos de todos.

Os EUA são actualmente o país com maior número de infectados e de vítimas mortais da Covid-19, em resultado da desvalorização da situação e da não tomada de medidas preventivas adequadas por parte da Administração presidida por Donald Trump.

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Não à agressão à Venezuela | Salvaguardar a paz e a soberania

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No dia 3 de Maio, um grupo de mercenários, partindo da Colômbia, tentou entrar ilegalmente em território da República Bolivariana da Venezuela para aí desencadear ações de carácter terrorista.

A tentativa de agressão foi gorada pela ação das forças militares venezuelanas, das populações e de grupos de defesa popular, tendo sido detidos vários mercenários, entre os quais dois antigos militares norte-americanos atualmente a prestar serviço a uma empresa de mercenários sediada na Florida (EUA).

Esta nova tentativa de agressão enquadra-se nas ameaças de intervenção militar que há muito vêm sendo feitas contra a Venezuela pelos EUA, com o apoio da Colômbia e de sectores golpistas da oposição venezuelana; e seguem-se ao recente reforço da presença militar norte-americana junto a águas territoriais venezuelanas, sob o pretexto da denominada ‘luta contra o narcotráfico’, como antes foram usados outros pretextos pelos EUA para as suas guerras de agressão, igualmente falsos e provocatórios.

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