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Taça Hugo Chavéz - Lisboa

Ontem dia 24 de Julho, em Lisboa, decorreu mais uma edição da Taça Hugo Cháves em Portugal, vários jogos de futebol promovidos pela representação diplomática da República Bolivariana da Venezuela em Portugal, juntaram vários jogadores que incluíram, activistas do CPPC, cidadãos venezuelanos e outros amigos da Revolução Bolivariana.

O encontro, que mais uma vez ficou marcado pelo clima festivo e de amizade, celebra a figura de Hugo Chávez e foi realizado no quadro das comemmorações da data do seu nascimento 28 de Julho, e promove ideal por si defendido da prática do desporto como um direito e parte fundamental do desenvolvimento do ser humano como um todo.

 

Solidariedade para com a activista da Paz Moara Crivelente

O Conselho Português para a Paz e Cooperação manifesta a sua solidariedade para com a activista da Paz Moara Crivelente, membro do Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz (CEBRAPAZ), com quem tem trabalhado há já vários anos no âmbito do Conselho Mundial da Paz, pelo injusto tratamento e expulsão de Israel de que foi vítima no dia 24 de Julho.

O CPPC lembra ainda todos os muitos activistas que já passaram por situações semelhantes e condena as contínuas arbitrariedades e crimes cometidos pelo Estado Israelita, de que o povo palestino continua a ser a principal vítima.

Afirmamos que as tentativas de Israel intimidar o movimento de solidariedade não só não demoverão os que defendem a causa palestina como lhes dão, ainda mais, a força da razão.

Palestina vencerá!

Leia o artigo de Moara Crivelente

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Falecimento Mohamed Abdelaziz

Perante o falecimento do Presidente da República Árabe Saarauí Democrática e Secretário-geral da Frente Polisário, Mohamed Abdelaziz, ocorrida no dia 31 de Maio, o CPPC enviou a seguinte nota de condolências.

«À Frente Polisário,

Foi com profundo pesar que o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) tomou conhecimento do falecimento do Presidente da República Árabe Saarauí Democrática (RASD) e Secretário-geral da Frente Polisário, Mohamed Abdelaziz.

Combatente, desde a primeira hora, na luta pela concretização do direito à autodeterminação e independência do Sara Ocidental, primeiro contra a colonizador espanhol e depois contra o ocupante marroquino, Mohamed Abdelaziz, dedicou a sua vida à causa da emancipação do seu povo.

O respeito do direito do povo sarauí à autodeterminação e independência, tal como é reconhecido pela Organização das Nações Unidas, é a única solução viável para o conflito no Saara Ocidental, pondo fim à última colónia no continente africano.
O CPPC manifesta ao povo saarauí, à Frente Polisário e à RASD as suas mais sentidas condolências e reafirma a sua vontade e disponibilidade para continuar a sua acção solidária para com a sua justa luta.»

CPPC na defesa da paz e da democracia, contra o terrorismo, a ingerência e as guerras

Face aos brutais actos terroristas que têm vitimado centenas de pessoas nos últimos tempos, de que são exemplo, o acto terrorista em Nice – cujos contornos continuam por apurar na sua totalidade – ou os atentados recentemente perpetrados em Bagdade, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) transmite, em particular, aos povos francês e iraquiano a sua solidariedade neste momento difícil, de dor e consternação.

Compreendendo os naturais sentimentos de indignação dos povos vítimas do terrorismo, o CPPC reafirma que a forma mais eficaz de combater este fenómeno é pôr fim às causas que o geram e, em especial, às guerras de agressão que, nos últimos anos, as potências ocidentais têm perpetrado contra Estados soberanos, particularmente no Médio Oriente.

A agressão dos EUA/NATO ao Iraque, ao Afeganistão, à Líbia e, de forma encapotada, à Síria, levou à promoção e multiplicação de actos terroristas – em primeiro lugar nestes países, mas também noutros locais do mundo, nomeadamente em países da Europa – pelo que a solução não poderá nunca passar pela intensificação desta política de agressão mas pela sua substituição por uma política de desanuviamento, cooperação e respeito pela soberania e independência dos Estados e pelos direitos dos povos, uma efectiva política de Paz.

O CPPC alerta ainda para as tentativas, aliás já em curso, de instrumentalizar os legítimos sentimentos de dor e indignação, para implementar políticas securitárias e antidemocráticas, promover o racismo e a xenofobia e justificar novas agressões.

O que se impõe é salvaguardar o legítimo direitos dos povos a viver em paz e a decidir soberanamente dos seus destinos, promovendo a solidariedade e a amizade entre os povos, promovendo o progresso e a Paz.

Direcção Nacional do CPPC

Documento de solidariedade com os refugiados

O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) esteve na rua, em Lisboa e noutras cidades do país, no passado dia 16 de Maio, a distribuir um documento de solidariedade com os refugiados.

O assinalar de um dia de acção contra a guerra e em solidariedade com os refugiados a 16 de Maio, em vários países europeus, surge na sequência de uma decisão de organizações membro do Conselho Mundial da Paz na Europa, reunidas em Almada no passado mês de Março.

Esta iniciativa insere-se num conjunto mais vasto de outras actividades, designadamente colóquios e debates, em torno das causas e responsáveis por esta situação, considerando que a solidariedade aos refugiados é um imperativo de respeito pelos mais elementares direitos humanos. É necessário denunciar as causas e os responsáveis que levam tantos homens, mulheres e crianças a arriscar a vida à procura de refúgio. E essas causas estão nos inúmeros conflitos, ingerências e guerras de agressão a Estados soberanos, levadas a cabo por EUA, Nato e seus aliados.

Com estas iniciativas, o CPPC apela à Paz e à solidariedade.