Outras Notícias

Liberdade para todas as crianças palestinianas em prisões israelitas

No momento em que decorre o julgamento, iniciado ontem num tribunal militar israelita, da jovem palestiniana Ahed Tamimi, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) recorda a exigência da libertação de todos os presos políticos palestinianos, em particular de todas as crianças e jovens, das prisões israelitas.

Neste momento, mais de 300 menores palestinianos encontram-se em prisões israelitas, sendo frequentes as detenções e interrogatórios de menores palestinianos pelas forças de ocupação israelita, onde são submetidos a agressões físicas, privação de sono, prisão solitária e outras formas de tortura, nomeadamente com o intuito de obterem confissões forçadas, o que é uma inadmissível violação de elementares direitos humanos.

Reafirmando a sua solidariedade para com o povo palestiniano e a sua luta por um Estado da Palestina, viável, livre e independente, no respeito pelas resoluções pertinentes da ONU, o CPPC apela a todos os amantes da paz para que façam ouvir a sua exigência pela libertação de todos os presos políticos palestinianos, em particular de todas as crianças e jovens, das prisões israelitas.

Direcção Nacional do CPPC

Venezuela soberana!

O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) expressa o seu repúdio pela intensificação da campanha e manobras de ingerência contra a República Bolivariana da Venezuela e o povo venezuelano que ocorrem na sequência da marcação de eleições presidenciais naquele país, anunciadas para o dia 22 de Abril.

São exemplo deste novo incremento da ingerência: as graves declarações do Secretário de Estado norte-americano quando defendeu, recentemente, que os militares poderiam derrubar através de um golpe de Estado o Presidente democraticamente eleito Nicolás Maduro; a resolução aprovada no passado dia 8, no Parlamento Europeu, onde, uma vez mais e de forma inaceitável, este se imiscui nos assuntos internos da Venezuela, apelando a mais sanções contra a Venezuela e o seu povo, tomando como suas as posições das forças golpistas e apoiando abertamente forças e personalidades responsáveis por atos de violência terrorista na Venezuela; ou ainda, a anunciada análise preliminar sobre a possibilidade de investigar acontecimentos ocorridos na Venezuela em 2017 pelo denominado Tribunal Penal Internacional.

Condenando mais estas campanhas e manobras externas que visam agravar o bloqueio económico e financeiro e o isolamento político imposto pelos EUA à Venezuela – caminho que muito tem prejudicado o povo venezuelano e a numerosa comunidade portuguesa que ali vive –, o CPPC saúda o povo venezuelano e a sua vontade em prosseguir o caminho da paz, da soberania nacional, da democracia, do desenvolvimento e progresso social.

Direcção Nacional do CPPC

Defender a paz na Síria! - fim à ingerência!

O CPPC condena com veemência as sucessivas violações da soberania e integridade territorial da República Árabe Síria protagonizadas nas últimas semanas pelos EUA, Israel e Turquia – através de bombardeamentos aéreos e da invasão terrestre –, países que mostram, assim, que estão apostados em obstaculizar a paz nesse país do Médio Oriente.

Solidário com a luta do povo sírio contra a ingerência externa, contra o terrorismo, o CPPC valoriza a vitória alcançada sobre os grupos terroristas que agem neste país – desde logo o autodenominado «Estado Islâmico» e as diversas variantes da denominada «Al-Qaeda».

A derrota da instrumentalização do terrorismo na agressão ao povo sírio e destruição do seu Estado soberano representou um importante contributo para a defesa da paz no Médio Oriente e um rude golpe nos planos de dominação daquela estratégica região do mundo por parte dos EUA, potências da União Europeia, Israel, Turquia, Arábia Saudita e outras monarquias do Golfo.

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Dar voz à solidariedade com a Palestina - Lisboa

Lisboa voltou a ser palco de um acto público de solidariedade com a Palestina, ao final da tarde de dia 31 de Janeiro junto à Embaixada de Israel.

Convocada pelo CPPC, CGTP-IN, MDM e MPPM, a iniciativa reuniu mais de uma centena de pessoas, que acompanharam a delegação que naquele dia dirigiu uma carta ao primeiro-ministro de Israel. Momentos antes, na Embaixada dos Estados Unidos, tinha sido entregue outra missiva, endereçada ao presidente Donald Trump.

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