Outras Notícias

Não ao Terrorismo Golpista. Solidariedade com a Revolução Bolivariana

Bombas incendiárias

Os grupos violentos da "oposição" venezuelana recorrem frequentemente a "coktails molotov" nos ataques. Causando destruição de infraestruturas e equipamentos e provocando graves ferimentos em inúmeras pessoas.

-/-

Não ao Terrorismo Golpista
Solidariedade com a Revolução Bolivariana

A República Bolivariana da Venezuela está a ser vítima de uma violenta acção de ingerência externa e desestabilização golpista que – procurando tirar partido de problemas económicos e provocando activamente o seu agravamento –, pretende interromper e destruir o processo de avanços democráticos, económicos, sociais, políticos e culturais e de afirmação de vontade soberana e independência nacional iniciado em 1998 e consagrado na Constituição venezuelana de 1999.

Ler mais...

Não ao terrorismo golpista. Solidariedade com a Revolução Bolivariana

Armas

Os grupos violentos da "oposição" venezuelana recorrem cada vez mais a armas, incluindo armas improvisadas, como morteiros e artefactos explosivos. Estas armas têm sido responsáveis por muitos feridos e várias mortes, incluindo entre os próprios membros dos grupos terroristas, nomeadamente os que manejam esses artefactos.

-/-

Não ao Terrorismo Golpista
Solidariedade com a Revolução Bolivariana

A República Bolivariana da Venezuela está a ser vítima de uma violenta acção de ingerência externa e desestabilização golpista que – procurando tirar partido de problemas económicos e provocando activamente o seu agravamento –, pretende interromper e destruir o processo de avanços democráticos, económicos, sociais, políticos e culturais e de afirmação de vontade soberana e independência nacional iniciado em 1998 e consagrado na Constituição venezuelana de 1999.

Ler mais...

Solidariedade com o povo da Venezuela

O Conselho Português para a Paz e Cooperação realizou hoje, dia 5 de Julho, data da comemoração dos 206 anos da indepedência da Venezuela, uma iniciativa de solidariedade com o povo da Venezuela.

A iniciativa contou com forte e empenhada presença de cidadãos e organizações solidários, e com a participação da presidente da Direcção Nacional do CPPC, Ilda Figueiredo e do Sr. Embaixador da República Bolivariana da Venezuela, General em Chefe Lúcas Ríncon Romero, assim como da Sra. Embaixadora de Cuba, Johana Tablada.

Nas intervenções foi expressa a solidariedade do CPPC e de todos os presentes com a Revolução Bolivariana e o povo venezuelano e denunciada a acção de ingerência e desestabilização de que faz parte uma intensa guerra mediática de desinformação, contra a Venezuela e que procura paralisar a acção do seu legítimo governo, confrontar a Constituição Venezuelana e atacar o processo bolivariano e as suas realizações.

Ler mais...

Agravamento da repressão israelita nos territórios ocupados da Palestina

É com profunda preocupação e expressão pública de condenação que o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) acompanha a escalada de repressão perpetrada pelas autoridades israelitas contra a população palestiniana e suas organizações políticas e sociais que lutam pela concretização do legitimo direito do povo palestiniano a um Estado da Palestina soberano e independente.

A detenção da deputada do Conselho Legislativo Palestiniano, Khaleda Jarrar, e de outros activistas da Frente Popular de Libertação da Palestina (FPLP), nos territórios ocupados da Cisjordânia, é mais um episódio revelador da total impunidade de que o Estado de Israel goza perante a chamada comunidade internacional.

Ler mais...

Solidariedade com o Saara Ocidental

O CPPC, a CGTP-IN e o MDM promoveram no dia 21 de Junho, em Lisboa, uma «Sessão Pública de Solidariedade com o Saara Ocidental», na qual participaram dezenas de pessoas. Na base da sessão esteve um documento subscrito por 22 organizações, na qual se exigia uma vez mais o fim da ocupação marroquina do Saara Ocidental e se reafirmava o apoio à luta do povo saarauí pela independência do seu país.

Na sessão participou o advogado francês Gilles Devers, que colocou uma queixa no Tribunal Europeu de Justiça sustentada nas resoluções da ONU, que consideram o Saara Ocidental um território ocupado ilegalmente pelo reino de Marrocos. Participaram ainda João Ferreira, deputado europeu e membro do Intergrupo de solidariedade com o povo saarauí no Parlamento Europeu, e Ahmed Fal, delegado da Frente Polisário em Portugal.

Antes da sessão, na qual os representantes das organizações promotoras reafirmaram as suas posições face à questão saarauí, realizou-se uma audiência na Comissão Parlamentar de Negócios Estrangeiros da Assembleia da República, em que participaram representantes das organizações portuguesas (entre as quais o CPPC), Gilles Devers e Ahmed Fal.