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  • 75 anos dos bombardeamentos de Hiroxima e Nagasáqui | Pelo fim das armas nucleares | Porto

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    No Porto, o CPPC assinalou os 75 anos dos bombardeamentos de Hiroxima e Nagasáqui com a distribuição de documentos junto à estação da Trindade, expressando a exigência de que Portugal assine o Tratado de Poibição de Armas Nucleares e pelo o fim deste armamento. 

  • A ACTUALIDADE DO “APELO DE ESTOCOLMO”: A AMEAÇA NUCLEAR 65 ANOS DEPOIS

    Por Frederico Carvalho, Vice-presidente do Conselho Executivo da Federação Mundial de Trabalhadores Científicos e membro da Presidência do CPPC

    Olhando para trás, para um tempo histórico recente, pode dizer-se que o despertar de uma consciência colectiva da responsabilidade social associada ao conhecimento científico, radicou em larga medida na perspectiva da utilização militar do “fogo atómico” ― chamemos-lhe assim ― que se tornou real num curto espaço de tempo, com o homicídio em massa da população civil de Hiroshima e Nagasaki, dificilmente justificável no plano militar mas de grande interesse para os seus mentores, como ensaio real, “no terreno”, da operacionalidade, capacidade destrutiva e efeitos colaterais dos explosivos nucleares.

    Foi na alvorada desse processo histórico de domínio do referido “fogo atómico” pelo homem, que se levantaram as vozes de alguns dos mais eminentes homens de ciência de então, alertando para os riscos para a própria sobrevivência da espécie que a utilização da energia nuclear para fins militares trazia consigo. Um desses homens foi Frédéric Joliot-Curie, herói da resistência francesa ao invasor nazi e pacifista convicto, primeiro presidente do Conselho Mundial da Paz, co-fundador, em 1946, da Federação Mundial dos Trabalhadores Científicos que prossegue hoje, passadas quase sete décadas, o mesmo combate pala Paz. Em certa altura da sua vida, Albert Einstein exprimiu o sentimento de que “a libertação da energia do átomo tudo mudou excepto a nossa forma de pensar (…)”. Em 1955, em plena “guerra fria”, poucos meses antes de morrer afirmou: “Cometi na minha vida um grande erro (…) quando assinei a carta para o Presidente Roosevelt recomendando que se fizesse a bomba atómica (…) ”.

  • A Actualidade do Apelo de Estocolmo

     

    Importante iniciativa sobre “ A Actualidade do Apelo de Estocolmo. A Ameaça Nuclear 65 Anos Depois" na Casa da Paz

    Em vésperas de abertura da conferência da ONU, em Nova York, sobre o Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares, o Conselho Português para a Paz e Cooperação realizou, em 21/4/2015, uma sessão na Casa da Paz, em Lisboa, onde se assinalou a comemoração do 65º aniversário do Apelo de Estocolmo.

    Na abertura da iniciativa intervieram: Ilda Figueiredo - Presidente da direcção do CPPC; Frederico Carvalho – Investigador; Manuel Simões - Liga Operária Católica; Rui Namorado Rosa - Vice-presidente da direcção do CPPC e Sérgio Ribeiro – Economista.

  • A Paz e o Desarmamento Nuclear

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  • A Paz e o Desarmamento Nuclear | Exposição | Palestra

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  • A situação na Península da Coreia e a urgente defesa da paz e do desarmamento

    O movimento pela paz português teve na exigência da abolição das armas nucleares e do desarmamento geral, simultâneo e controlado, uma das suas causas fundadoras e um constante factor de mobilização. Recordemos de entre as múltiplas e diversificadas acções realizadas, a recolha de assinaturas para o Apelo de Estocolmo, no início dos anos 50; a participação empenhada na Conferência sobre a Segurança e Cooperação na Europa, em Helsínquia, na década de 70; ou as grandes marchas da paz, nos anos 80. O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) e os movimentos em prol da paz que o antecederam estiveram na primeira linha desta causa fundamental para a paz e a segurança internacionais, para a sobrevivência da Humanidade.

  • Abolição das Armas Nucleares. Hiroxima e Nagasáqui Nunca Mais!

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    Na sequência das actividades decididas na reunião das organizações membro do Conselho Mundial da Paz da região Europa, realizada em Londres a 26 de Maio, e da posterior consulta dessas organizações divulgamos o texto “Abolir as Armas Nucleares – Hiroxima e Nagasáqui Nunca Mais!”, para assinalar os 73 anos dos bombardeamentos dos EUA contra estas duas cidades japonesas.

    Abolição das Armas Nucleares
    Hiroxima e Nagasáqui Nunca Mais!

    Os dias 6 e 9 de Agosto de 1945, são datas que os amantes da paz de todo o mundo assinalam, para manter viva a memória do terrível crime em que consistiu o lançamento, pelos EUA, de bombas atómicas contra as cidade japonesas de Hiroxima e Nagasáqui, e para concluir, desta tragédia que causou milhares de mortos e sofrimento que continua ainda hoje, a necessidade de continuar e fortalecer a luta contra o militarismo e a guerra, pela paz e o desarmamento, nomeadamente o desarmamento nuclear.

  • As armas nucleares são uma séria ameaça à Humanidade - é urgente a sua abolição!

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    Os passados meses de agosto e setembro marcam momentos que nos lembram o horror nuclear e nos convocam a todos para uma acção mais determinada em defesa da paz e do desarmamento – a 6 e 9 de agosto evocam-se os bombardeamentos nucleares norte-americanos sobre as cidades japonesas de Hiroxima e Nagasáqui, em 1945, e as suas dramáticas consequências, que ainda perduram; a 29 de agosto celebra-se o Dia Internacional contra os Testes Nucleares; a 21 de Setembro o Dia Internacional da Paz; e a 26 de Setembro o Dia Internacional para a Eliminação Total das Armas Nucleares.

    A actual realidade mundial, porém, não podia estar mais longe dos valores em defesa da paz associados a estas evocações.
    As despesas militares e a corrida armamentista não cessam de aumentar, impulsionadas pelos Estados Unidos da América, país que representa cerca de um terço do total das despesas militares ao nível mundial. Parte considerável dos gastos militares norte-americanos destinam-se precisamente à modernização do seu arsenal nuclear e a sua doutrina militar prevê a utilização de armamento nuclear num primeiro ataque, inclusive contra países que não disponham deste tipo de armamento.
  • Cerimónia evocativa das vítimas de Hiroxima e Nagasaki - Município do Seixal

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    No passado dia 6 de agosto foram assinalados os trágicos bombardeamentos nucleares dos EUA contra as cidades japonesas de Hiróxima e Nagasaki. A cerimónia teve lugar no Jardim da Paz, situado na Cruz de Pau, no Múnicipio do Seixal, e contou com presença de Joaquim Santos, Presidente da Câmara do Seixal, Ushio Shigeru, embaixador do Japão em Portugal e Zulmira Ramos, membro da Direção Nacional do Conselho Português para a Paz e Cooperação.
    O dia foi assinalado de forma simbólica com a plantação de uma oliveira, como símbolo da paz, e com o hastear a meia-haste das bandeiras de Portugal, do Japão e dos Municípios pela Paz em memória das vitimas destes cruéis ataques nucleares.
    Na intervenção feita pelo CPPC, Zulmira Ramos lembrou as vítimas e o sofrimento causado por esta ação desumana dos EUA, alertando também para o risco que a utilização de apenas uma pequena fração dos arsenais de armas nucleares hoje existentes iria representar para a vida na Terra. Por isso, afirmou a exigência do fim de todos as armas nucleares e de todas as armas de destruição massiva, bem como a exigência que se coloca a todos os países, incluído Portugal, da assinatura e ratificação do tratado de Proibição de armas Nucleares, tratado já em vigor no âmbito da ONU.
  • Cinema Pela Paz

  • Concentração | Paz Sim! NATO Não! | Porto

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    Realizou-se no Porto a concentração « Paz Sim! NATO Não!», no passado dia 14 de Junho, na Rua de Santa Catarina onde intervieram Cristina Nogueira pela USP/CGTP-IN, Ilda Figueiredo pelo CPPC e a jovem Margarida Resende que apresentou a iniciativa.
    Ali se denunciou a Cimeira da NATO, em Bruxelas, na Bélgica, onde aprofundaram o seu conceito estratégico ofensivo e a sua postura de confrontação, tornado claro que a NATO é responsável por guerras de agressão, com o seu imenso legado de morte, sofrimento e destruição, incluindo de deslocados e refugiados – como se verificou na Jugoslávia, no Afeganistão ou na Líbia.
    A NATO e os seus países membros continuam a aumentar os gastos militares, que atingem novos máximos, e a promover a criação de novos e mais sofisticados armamentos, incluindo armas nucleares, num momento em que a Humanidade se vê confrontada com a pandemia da Covid-19 e são necessários investimentos para a salvaguarda da saúde – incluindo para a vacinação –, dos salários, do emprego, dos direitos sociais, do desenvolvimento.
  • Convite | Exposição de Artes Plásticas | Pela Paz, contra as armas nucleares!

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  • Cores da Paz pelo Futuro que queremos!

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  • CPPC debate armas nucleares na Escola Secundária Camões, em Lisboa

    O CPPC participou, no dia 19, num debate na Escola Secundária Camões, em Lisboa, inserido na campanha pela adesão de Portugal ao Tratado de Proibição de Armas Nucleares. A iniciativa nasceu dos próprios estudantes, que, em Reunião Geral de Alunos, mandataram a direcção da Associação de Estudantes para que promovesse acções pela Paz. Daí partiu o convite ao CPPC.

  • CPPC em Bruxelas pelo fim das armas nucleares

    Ilda Figueiredo representou o CPPC numa conferência realizada no dia 10 em Bruxelas sobre o Tratado de Proibição de Armas Nucleares, promovida pelo Grupo Confederal da Esquerda Unitária Europeia/ Esquerda Verde Nórdica do Parlamento Europeu (GUE/NGL). Na sua intervenção, a presidente da direcção do CPPC considerou as armas nucleares como a «mais grave ameaça que pende sobre a Humanidade» e valorizou a adopção do Tratado de Proibição de Armas Nucleares como «uma das mais significativas vitórias das forças da paz» alcançada nos últimos anos.
    Este tratado, adoptado por 122 países participantes na conferência das Nações Unidas realizada com esse objectivo, foi caracterizado por Ilda Figueiredo como «um passo muito importante, dando expressão à aspiração dos povos de um mundo livre de armas nucleares». Em Portugal, informou, o CPPC lançou uma campanha visando a adesão de Portugal ao Tratado, na qual se integra uma petição que já recolheu milhares de assinaturas e que será entregue na Assembleia da República para que aí se discuta esta questão.

  • CPPC em Bruxelas pelo fim das armas nucleares

    Ilda Figueiredo representou o CPPC numa conferência realizada no dia 10 de Janeiro, em Bruxelas sobre o Tratado de Proibição de Armas Nucleares, promovida pelo Grupo Confederal da Esquerda Unitária Europeia/ Esquerda Verde Nórdica do Parlamento Europeu (GUE/NGL).

    Leia aqui a intervenção de Ilda Figueiredo:

  • CPPC NO ALGARVE

    Nos dias 27 de Fevereiro e 14 de Março, o CPPC - Conselho Português para a Paz e Cooperação, em parceria com a Universidade do Algarve, Associação Académica da UALg, o SPZS - Sindicato dos Professores da Zona Sul e o Cineclube de Faro levaram a cabo duas iniciativas inseridas na campanha, que está a decorrer por todo o país, Pelo Fim das Armas Nucleares, pela ratificação do acordo por parte do governo português.

    No dia 27 de Fevereiro no Campus das Gambelas procedeu-se a uma sessão de esclarecimento seguida de debate que contou com a presença de Frederico Carvalho, físico e presidente da Associação dos Trabalhadores Científicos, Saúl de Jesus, professor doutor e Vice-reitor da UALg, Isa Martins do SPZS e Sofia Magalhães Costa membro do CPPC.

  • CPPC presente em iniciativa do Movimento da Paz (França)

    A convite do Movimento da Paz francês, Ilda Figueiredo, representando o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), participou em foruns que se realizaram no quadro do Congresso deste Movimento da Paz, que teve lugar nos dias 3 e 4 de Novembro, em Gennevilliers, Paris.
    Recorde-se que o Movimento da Paz francês é uma organização membro do Conselho Mundial da Paz.
    Os debates e mesas redondas que precederam este Congresso contaram com a presença de cerca de 280 pessoas, incluindo representantes de movimentos da paz de vários países, tendo o CPPC sido convidado a participar:

  • CPPC promove debate em Aveiro

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    Na passada segunda-feira, dia 14 de Maio, o Núcleo de Aveiro do Conselho Português para a Paz e Cooperação(CPPC) em parceria com o Departamento de Ciências Sociais, Políticas e do Território(DCSPT) da Universidade de Aveiro(UA) realizou um debate sobre "A Paz, a agressão à Síria e a luta pelo Fim das Armas Nucleares".

    O debate, moderado por Teresa Forte, investigadora na Universidade de Aveiro(UA), contou com a intervenção de Carlos Jalali(Professor da UA) bem como de Ilda Figueiredo(Presidente da direcção nacional do CPPC).

  • CPPC recorda a comemoração dos 65 anos do Apelo de Estocolmo contra as armas nucleares

    No quadro dos 70 anos dos bombardeamentos nucleares contra Hiroxima e Nagasáqui o CPPC recorda a comemoração dos 65 anos do Apelo de Estocolmo contra as armas nucleares.

    https://www.cppc.pt/dossiers/temas/paz-e-desenvolvimento/910-65-anos-do-apelo-de-estocolmo-pela-abolicao-das-armas-nucleares