Outras Notícias

militarismo e guerra

  • Encontro pela Paz! Não faltes!

    No Pavilhão Paz e Amizade já se dão os últimos retoques para te receber!

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  • EUA – TIREM AS MÃOS DA SÍRIA

    Preocupado com a escalada de agressão dos EUA e seus aliados na Síria, com os riscos que a situação representa para Paz mundial e consciente da necessidade de uma ampla unidade das forças que defendem a Paz o Conselho Português para a Paz e Cooperação subscreveu e divulga o apelo internacional "EUA - tirem as mãos da Síria".
    O apelo pode ser subscrito em handsoffsyriacoalition.net/

  • EUA continuam a ameaçar a paz

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    Não à corrida armamentista! Não à guerra!

    Foi com grande preocupação que o Conselho Português para a Paz e Cooperação registou as notícias de que os EUA pretendem abandonar mais dois importantes tratados internacionais destinados a limitar a proliferação de armamentos, incluindo nucleares, nomeadamente o Tratado sobre o Regime de Céu Aberto, em vigor desde 2002, que permite a fiscalização recíproca do território entre os 35 países signatários, e do Tratado de Redução de Armas Estratégicas Ofensivas (New START) que expira no início de 2021, esta última uma hipótese já diversas vezes referida por Donald Trump.

    Recorde-se que os EUA se retiraram, por exemplo, do Tratado sobre Misseis Anti-balísticos (ABM), em 2002, e do Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermédio, em 2019.

  • Europa diz: Sim à Paz! Não à NATO!

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    As organizações europeias membro do Conselho Mundial da Paz, de que o CPPC é coordenador, divulgaram um apelo em defesa da paz e contra a NATO e a sua cimeira de Londres.

    Sim à Paz! Não à NATO!
    Não à cimeira belicista de Londres

    A Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO) continuará a assinalar os seus 70 anos com uma cimeira de Chefes de Estado e Governo em Londres, de 3 a 4 de dezembro de 2019.

    Durante 70 anos, a NATO tem sido a ferramenta militar agressiva número um do imperialismo. É a maior e mais perigosa organização militar do mundo. Apesar das rivalidades entre seus membros individuais e das contradições que surgem de tempos em tempos, ela permanece intrínseca e profundamente interligada com as políticas dos EUA e da UE, seu chamado "pilar europeu".

  • Évora pela Paz

  • Exposição | 75 anos da vitória sobre o nazi-fascismo | Seixal

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    Inauguração, no Seixal, da exposição do Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) relativa aos 75 anos da vitória sobre o nazi-fascismo que pôs fim à Segunda Guerra Mundial
    Foi inaugurada nos Serviços Centrais da Câmara Municipal do Seixal a exposição do CPPC sobre a Segunda Guerra Mundial, com intervenções da vereadora da CM do Seixal, Manuela Calado, da diretora da Obra Católica Portuguesa das Migrações, Eugénia Quaresma, e de Ilda Figueiredo, presidente da DN do CPPC, que destacaram a importância de conhecer as causas e as consequências do flagelo da guerra, os mais 60 milhões de mortos e os milhões de deslocados e refugiados com todo o horror dos crimes do nazi-fascismo e do holocausto.
    A iniciativa teve a participação de autarcas das freguesias e de associações do Seixal tendo sido feito o apelo à mobilização de todos na defesa da paz e na preparação do próximo Encontro pela Paz que se irá realizar em 5 de junho, em Setúbal com o lema "Pela Paz, todos não somos demais".
  • Exposição de Artes Plásticas | Pela Paz, contra as Armas Nucleares

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  • Exposição de Artes Plásticas | Pela Paz, Contra as Armas Nucleares

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  • Exposição de Artes plásticas | Pela Paz, contra as Armas Nucleares | Aljezur

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    Continuando o trabalho promovido pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) na região do Algarve, nomeadamente nas áreas da educação e cultura para a paz, irá estar patente, de 21 de Fevereiro a 14 de Março, na Galeria Espaço+, do Município de Aljezur, uma exposição de artes plásticas, sob o lema "PELA PAZ, CONTRA AS ARMAS NUCLEARES", numa parceria do CPPC, com a Peace and Art Society e o Município de Aljezur.

    75 anos depois do holocausto de Hiroxima e Nagasaki, em 1945, quando, os Estados Unidos da América lançaram duas bombas atómicas sobre as populações dessas duas cidades japonesas, causando centenas de milhares de mortos e efeitos que até hoje perduram, houve grande desenvolvimento do armamento nuclear e apenas um por cento das ogivas nucleares actuais chegaria para destruir a civilização humana.

    O desarmamento nuclear global é uma questão central na defesa da paz, para a sobrevivência da própria espécie humana e da manutenção da vida sobre a Terra como hoje a conhecemos.

  • Fim à agressão contra a Síria - a paz é urgente!

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    São já velhas de 10 anos as primeiras provocações e confrontos com que, em março de 2011, se dava inicio à operação de desestabilização e agressão que visava derrubar o Governo sírio. Tal como sucedeu pouco antes na Líbia, as principais potências ocidentais e as suas aliadas regionais, escudando-se atrás de grupos terroristas, por si próprias criados, armados, treinados e financiados, impuseram a agressão e a destruição da Síria, visando mudar o regime político-constitucional do país, com o objetivo de explorar os seus recursos naturais e remover um dos principais obstáculos ao total domínio da região.
    O resultado são dezenas de milhares de mortos e feridos, milhões de deslocados e refugiados; incalculáveis danos económicos, materiais e patrimoniais; graves problemas económicos e sociais não apenas pelas armas, como pelas violentas sanções e bloqueio impostos pelas potências ocidentais – como punição ao povo sírio, perante a sua resistência –, mesmo em situação de pandemia.
  • Fim à agressão externa à Síria! - Alargar a solidariedade, defender a soberania e a paz!

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    Desde há nove anos que a República Árabe Síria enfrenta uma brutal agressão externa.

    Tal como sucedeu na Líbia, pouco antes, as principais potências ocidentais e as suas aliadas regionais, escudando-se atrás de grupos terroristas (que armam, treinam e financiam), impuseram a agressão e a destruição do país, visando derrubar o seu governo e mudar o regime político-constitucional da Síria, controlar os seus recursos naturais e remover um dos principais obstáculos ao controlo total da região.

    O saldo desta agressão é, a todos os níveis dramático: dezenas de milhares de mortos e feridos, milhões de deslocados e refugiados; incalculáveis danos económicos, materiais e patrimoniais; graves problemas económicos e sociais causados não apenas pela guerra, como pelas violentas sanções e bloqueios impostos pelas potências ocidentais.

  • Fim à guerra de agressão contra a Síria! Defender a Paz e a soberania!

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    O CPPC repudia e condena com veemência a nova agressão contra a Síria perpetrada pela Turquia, a pretexto da criação duma denominada 'zona tampão de segurança' e do denominado 'combate contra o ISIS'.

    Trata-se de uma nova agressão que contou com a cumplicidade dos EUA – que, sublinhe-se, continua a ocupar ilegalmente e militarmente territórios da Síria – e a complacência da NATO, pelas palavras do Secretário-geral deste bloco político-militar.

    Esta nova agressão, que tem lugar na parte nordeste da Síria, inscreve-se num longo processo de ingerência, desestabilização e agressão contra a República Árabe Síria, que se desenrola desde há oito anos. Um processo de agressão pelo qual a Turquia, assim como os EUA, as potências da NATO, Israel e países do Golfo são responsáveis, nomeadamente pelo seu imenso rol de morte, sofrimento e destruição, incluindo milhões de deslocados e de refugiados.

  • Fim imediato da agressão de Marrocos contra o Saara Ocidental

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     Na sequência da notícia que o Reino de Marrocos iniciou, às primeiras horas da manhã desta sexta-feira, 13 de Novembro, uma agressão militar contra o Saara Ocidental, efetuando uma incursão em território saarauí na zona de Guerguerat, depois de, nos últimos dias terem sido divulgadas informações sobre atividades militares de Marrocos com estacionamento de tropas e armamento junto à fronteira.
    Perante esta agressão, em flagrante violação do acordo de cessar-fogo em vigor desde 1991, sob a égide da ONU, as forças da frente Polisário evacuaram os civis da zona e ripostaram ao ataque.
  • Há 45 anos, o povo do Vietname venceu a agressão e conquistou a paz

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    A libertação de Saigão (como então se chamava a atual Cidade de Ho Chi Mihn) com a entrada das forças da Frente de Libertação do Vietname, a 30 de abril de 1975, marca o fim da longa luta do povo vietnamita pela sua libertação nacional e fim da agressão estrangeira.

    Desde a década de 40 do século XX, o povo vietnamita enfrentou a ocupação japonesa, o colonialismo francês e a agressão norte-americana, ou seja, a intervenção de poderosas potências económicas e militares, incluindo a mais poderosa do mundo. A todas venceu!

    A tenacidade, abnegação, unidade e patriotismo do povo do Vietname revelaram-se mais fortes do que as mais avançadas armas e os mais bem equipados soldados. A vitória consumada em abril de 1975 mostrou que nenhuma força, por mais poderosa e brutal que seja, pode travar um povo que luta pelo seu direito a ser livre e a escolher soberanamente o seu próprio rumo de desenvolvimento.

  • Hoje mais do que nunca, Impõe-se a dissolução da NATO

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    A Organização do Tratado do Atlântico Norte – NATO – cumpre o seu 71 anos a 4 de Abril. Se a sua existência é não só totalmente injustificável à luz da Carta das Nações Unidas como contrária à paz e ao desarmamento, a sua dissolução é hoje mais do que nunca uma necessidade e exigência colocada aos povos do mundo.

    O caráter belicista e agressivo da NATO e a urgência da sua dissolução não são de agora, pelo contrário, são há muito evidentes: nas guerras e agressões que promove; nas fabulosas despesas com armamento que assume; na doutrina nuclear que preconiza, em que se arroga no «direito» de utilização de armamento nuclear num primeiro ataque contra outro estado. Contudo, a pandemia da COVID-19 deixa ainda mais à vista que este bloco político-militar coloca a guerra, o intervencionismo, a corrida armamentista, o militarismo acima do direito à saúde, ao bem-estar e à vida dos povos.

  • Iniciativas do CPPC na Ilha da Madeira

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  • Intervenção da UE na República Centro-Africana

     

    A propósito das recentes declarações da chefe da diplomacia europeia Catherine Ashton, sobre a intenção da União Europeia (UE) de enviar 1.000 soldados para a República Centro-Africana (RCA) – a somar aos 2.000 militares franceses e os cerca de 4.500 militares da União Africana (UA) que já se encontram no terreno – o CPPC alerta mais uma vez para os reais objectivos desta intervenção: branquear a intervenção já em curso do governo francês e os seus objectivos neocoloniais de exploração de recursos naturais, não só deste país, mas também desta região centro-africana.

  • Mike Pompeo e Netanyahu não são bem vindos a Portugal!

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    6 de Dezembro, 18 horas, Largo Camões – Lisboa
    Foi anunciada a vinda a Portugal de Mike Pompeo, Secretário de Estado norte-americano. Posteriormente, foi confirmada a presença do primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu, que manterá reuniões com Pompeo e com as autoridades portuguesas.

    Mike Pompeo é um dos responsáveis pela política da Administração Trump. Uma política de escalada militarista e de confrontação que agride a soberania, a democracia e o direito internacional e que está a arrastar o Mundo para grandes perigos. Mike Pompeo é um dos representantes dos sectores mais reaccionários e belicistas instalados na Administração norte-americana.

    Já Netanyahu é não apenas representante dos sectores mais agressivos do sionismo como é responsável pelo agravamento da ocupação da Palestina, por incontáveis crimes de guerra e pela repressão massiva dos palestinos.

  • Mike Pompeo não é bem vindo a Portugal!

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    6 de Dezembro, 18 horas, Largo Camões – Lisboa

    Foi anunciada a vinda a Portugal, no próximo dia 6 de Dezembro, de Mike Pompeo, Secretário de Estado norte-americano.

    Mike Pompeo é um dos responsáveis pela política da Administração Trump. Uma política de escalada militarista e de confrontação que agride a soberania, a democracia e o direito internacional e que está a arrastar o Mundo para grandes perigos. Mike Pompeo é um dos representantes dos sectores mais reaccionários e belicistas instalados na Administração norte-americana.

    No dia 6 de Dezembro sairemos à rua para afirmar que Mike Pompeo não é bem-vindo a Portugal e que rejeitamos a política da Administração norte-americana!

    Faremos convergir as solidariedades com os povos que, defendendo os seus direitos, resistem às manobras, chantagens e ameaças da Administração Trump.

  • Milhões em armas e ameaças de guerra

    Na sequência da sua visita recente à Arábia Saudita, o presidente dos EUA, Donald Trump, concluiu aquela que foi a «maior venda de armas da história do país», no valor de 110 mil milhões de euros. O negócio envolve, entre outro material, aviões, navios e mísseis. Lembre-se que segundo o SIPRI (Instituto Internacional de Investigação para a Paz de Estocolmo), a Arábia Saudita foi já, em 2016, o terceiro país com maiores gastos militares do planeta.

    Para além da constante violação dos direitos humanos no país e da ocupação e agressão ao Iémene, actualmente em curso, a Arábia Saudita é um dos maiores apoiantes do Estado Islâmico e da Al-Qaeda na desestabilização da Síria. As declarações de Trump recuperando a «ameaça iraniana» são igualmente preocupantes e reveladoras do propósito de continuar a desestabilizar a região.