Outras Notícias

Palestina

  • Debate em Lisboa pela paz na Palestina e no Médio Oriente

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    Ao 125.º dia de brutal agressão israelita contra o povo palestiniano, particularmente na Faixa de Gaza, o CPPC e o MPPM promoveram um debate sobre a dramática situação que se vive na Palestina, com repercussões no Médio Oriente.
    Dirigida por Rui Garcia, vice-presidente do CPPC, a sessão contou com a participação da Ex.ma senhora Embaixadora da República da África do Sul, Mmamokwena Gaoretelelwe, do Ex.mo senhor Embaixador da Palestina, Nabil Abuznaid, do jornalista José Goulão e do vice-presidente do MPPM, Carlos Almeida.
    A diplomata sul-africana sublinhou a importância da defesa dos princípios do direito internacional e explicou os objetivos da iniciativa da África do Sul junto do Tribunal Internacional de Justiça, acusando Israel de incumprimento da Convenção para a Prevenção e a Repressão do Crime de Genocídio, recordando que Nelson Mandela afirmou que a liberdade do povo sul-africano estaria incompleta sem a liberdade do povo palestiniano.
    O Embaixador da Palestina denunciou o grau de destruição na Faixa de Gaza em resultado da agressão de Israel, assim como a cumplicidade dos EUA e de países da União Europeia perante as atrocidades de Israel, alertando para a possibilidade de uma situação ainda muito mais grave, a não ser impedida a agressão de Israel aos cerca de dois milhões de palestinianos concentrados no Sul da Faixa de Gaza, junto a Rafah, na fronteira com o Egipto.
    José Goulão explicou o que é o sionismo, denunciando-o, e denunciando também a intenção de Israel de continuar a tentar impedir por todos os meios a criação de um Estado da Palestina.
    Carlos Almeida recordou alguns números do massacre do povo palestiniano às mãos de Israel – 28 mil mortos, 67 mil feridos, 8 mil desaparecidos, quase 2 milhões de refugiados – e alertou para os que hoje dizem defender a solução dos dois Estados, mas que mais não fazem do que a inviabilizar.
    O debate evidenciou que não há solução para o conflito sem a criação do Estado da Palestina independente, soberano e viável, nas fronteiras anteriores a junho de 1967, com Jerusalém Oriental como capital e assegurando o direito ao regresso dos refugiados.
    Rui Garcia reafirmou que é impossível "ficar indiferente" ao que se passa na Palestina e que é fundamental continuar a manifestar solidariedade com o povo palestiniano.
    No final, foram entregues ao Ex.mo Senhor Embaixador da Palestina os postais recolhidos na ação de dia 1 de fevereiro, realizade em Lisboa, com mensagens de solidariedade e apoio ao heroico povo palestiniano.
    Realizam-se novas iniciativas de solidariedade com o povo palestiniano e pela paz no Médio Oriente no dia 16 em Viana do Castelo e no dia 19 no Porto.
  • Debates sobre a Palestina em Coimbra

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) através do seu Núcleo de Coimbra, organizou, no dia 26 de Junho 2019, duas ações em solidariedade com a Palestina:

    De manhã, um debate no Centro Estudos Sociais (CES) com a participação do Prof. Doutor António Sousa Ribeiro e do Sr. Embaixador da Palestina que teve a oportunidade de fazer uma exposição sobre a situação que atualmente se vive nos territórios ocupados por Israel e as iniciativas que têm sido desenvolvidas no plano político para o reconhecimento do Estado Palestino. Evidenciou a génese da enorme injustiça que se vive na Cisjordânia e Faixa de Gaza e o desrespeito de Israel pelas resoluções da ONU que estabelecem a criação do Estado palestino e o retorno dos palestinos expulsos das suas terras, sem o que não é possível a existência duma paz duradoura no Médio Oriente.

  • DELEGAÇÃO DE ORGANIZAÇÕES POLITICAS E SOCIAIS PALESTINAS NA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA PORTUGUESA

    Uma Delegação de organizações Politicas e Sociais da Palestina constituída por: Leila Kahled, do Conselho Nacional Palestino e Dirigente da Frente Popular para a Libertação da Palestina (FPLP); Yousef Ahmed, membro do Partido do Povo Palestino; Mohammed Yaya Secretário-geral Adjunto e Secretário das Relações Internacionais da União Geral dos Trabalhadores Palestinos (GUPW) e Fayez Khalaf, Representante na Europa da FPLP, acompanhados por Dirigentes do CPPC, do MPPM e da CGTP-IN e pelo Conselheiro da Embaixada da Palestina em Portugal, foi recebida pelos Grupos Parlamentares: do Partido Comunista Português; do Partido Ecologista “Os Verdes”, do Bloco de Esquerda; do Partido Social Democrata, do Partido Socialista e ainda pelo Grupo Parlamentar de Amizade Portugal Palestina, na Assembleia da República, no dia 28 de Novembro de 2014.

    As organizações palestinas estiveram em Portugal a convite da Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses - Intersindical Nacional (CGTP-IN), do Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) e do Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente (MPPM), para participarem em iniciativas, em Portugal, no quadro do ANO INTERNACIONAL DE SOLIDARIEDADE PARA COM A PALESTINA decidido pela Assembleia Geral da Organização da Nações Unidas.

    A Delegação Palestina expôs aos Grupos parlamentares a situação política e social que se vive no seu país, nomeadamente a ocupação, de facto, por Israel de uma parte significativa dos territórios palestinos; os massacres levados a cabo pelo exército israelita sobre populações indefesas; a violação pelo ocupante dos mais elementares Direitos Humanos; os check points; a detenção ilegal e com penas elevadas de inúmeros políticos palestinos nas prisões de Israel, entre eles Deputados eleitos; a construção de novos colonatos na Cisjordânia; a pilhagem por Israel dos recursos naturais, inclusive hídricos; a construção do Muro de Separação considerado ilegal por sentença do Tribunal Internacional da Justiça; o não cumprimento, pela potência ocupante, das Resoluções da ONU, do Tribunal Internacional da Justiça, da Agência da ONU para os Refugiados e da Organização Internacional do Trabalho.

    As opiniões expressas pelos representantes palestinos e o debate havido com os deputados de todos os grupos parlamentares, foram desenvolvidos num ambiente de grande compreensão por parte destes, da necessidade de um maior empenho de cada Estado para uma solução justa no respeito pelas decisões das instâncias internacionais, nomeadamente da ONU.

    Os Grupos parlamentares referiram ainda a recente aprovação pela Assembleia da República de um voto de congratulação pelo “Ano Internacional de Solidariedade para com a Palestina”.

  • Dia da Terra (Yom Al-Ard) Palestina


    30 de Março de 1976 deixa na memória do povo palestino um dia marcado por uma greve geral e grandes manifestações de protesto, resultado da repressão provocada pelas forças armadas de Israel, nas quais foram assassinados 6 jovens palestinos e centenas foram presos ou feridos por militares israelitas que ilegalmente pretendiam expropriar a população para construírem colonatos.

    É um dia que representa a resistência e luta do povo palestino contra a ocupação de Israel, pelo direito a uma Palestina livre e independente.

  • Dia da Terra Palestina

    Assinala-se hoje, 30 de Março, o Dia da Terra Palestina, que assinala o aniversário do 30 de Março de 1976, marcado por uma greve geral e grandes manifestações de protesto, em consequência da repressão exercida há 40 anos pelas forças armadas de Israel nos dias anteriores e em que foram assassinados 6 jovens palestinos e centenas foram presos ou feridos por militares israelitas que violentamente pretendiam expropriar terra do povo palestino para construírem colonatos ilegais.

  • Dia da Terra Palestina

    Na evocação de mais um Dia da Terra Palestina, o Conselho Português para a Paz e Cooperação reafirma a sua total solidariedade com o povo da Palestina pelo seu Estado soberano, independente e viável, nas fronteiras anteriores a Junho de 1967, e na luta contra a ocupação israelita dos territórios palestinos, responsável por décadas de crimes, opressão e humilhação.

    Todos os anos, a 30 de Março, os palestinos recordam a greve geral e as grandes manifestações de 1976, sobre as quais se abateu uma violenta repressão, que deixou seis jovens mortos e centenas de feridos e presos pelas forças militares de Israel, que pretendiam expropriar mais terra aos seus legítimos donos.

  • Dia da Terra Palestina – Pôr fim à ocupação e opressão israelita

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) assinala o dia 30 de Março, Dia da Terra Palestina, relembrando, como o fazem todos os anos milhões de palestinianos, a greve geral e as grandes manifestações contra a ilegal confiscação de terras palestinianas por parte de Israel, em que tropas israelitas assassinaram seis jovens palestinianos na Galileia. Esta data tornou-se um marco na unidade patriótica do povo palestiniano em luta contra a ilegal ocupação por Israel de territórios palestinianos e pelo direito a uma Palestina livre e independente.

    Há décadas que o CPPC tem vindo a denunciar a situação que se vive na Palestina, onde Israel, à revelia do direito internacional e de inúmeras resoluções da ONU, continua a sua brutal política de ocupação e opressão, privando o povo palestiniano do direito à justiça, à liberdade, à paz.
    Desde o início deste ano, num contexto em que a violência por parte das forças israelitas tem aumento consideravelmente, especialmente na zona da Cisjordânia, já foram assassinados quase uma centena de palestinianos, entre os quais 17 menores de idade.
    Apesar dos contínuos apelos para que cesse a ampliação dos colonatos israelitas, incluindo pela Organização das Nações Unidas, Israel continua a agredir e a expulsar palestinianos das suas casas e terras, com a conivência dos Estados Unidos da América e da União Europeia que, cientes da violação de direitos do povo palestiniano, não condenam Israel.
    É tempo de por fim à ocupação israelita e ao sofrimento do povo palestiniano. O CPPC reafirma a exigência do fim da ocupação dos territórios palestinianos ilegalmente ocupados por Israel e a criação do Estado da Palestina nas fronteiras anteriores a 4 de Junho de 1967, com capital em Jerusalém Leste, e o cumprimento do direito ao retorno dos refugiados palestinianos, conforme as resoluções da ONU.
    Ao Governo português exige-se que atue de forma coerente com os princípios da Carta das Nações Unidas e da Constituição da República Portuguesa – que preconiza a abolição do colonialismo e de quaisquer outras formas de agressão, domínio e exploração sobre os povos –, condenado a política de ocupação e opressão israelita e pugnado pelo cumprimento dos direitos nacionais do povo palestiniano.
    Neste dia 30 de Março, o CPPC apela à expressão da solidariedade com a legítima resistência e luta do povo palestiniano pelo direito à sua terra, à liberdade ao seu Estado livre e independente.
     
    A Direção Nacional do CPPC
    30 de março de 2023
  • Dia da Terra Palestina | Sessão Evocativa

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  • Dia da Terra Palestina CPPC solidário com o povo palestiniano

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) assinala o Dia da Terra Palestina, dia 30 de março, relembrando a greve geral e as grandes manifestações de 1976 contra a ilegal confiscação de terras palestinianas por parte de Israel, em que tropas israelitas assassinaram seis jovens palestinianos na Galileia.
     
    Esta data tornou-se um marco na unidade patriótica do povo palestiniano em luta contra a ilegal ocupação por Israel de territórios palestinianos e pelo direito a uma Palestina livre e independente.
     
    Há décadas que o CPPC tem vindo a denunciar a situação que se vive na Palestina, onde Israel continua a sua brutal política de ocupação, colonização e opressão, privando o povo palestiniano do direito à justiça, à liberdade, à paz.
     
    Como temos vindo a afirmar nas dezenas de ações que têm tido lugar por todo o País, com milhares de pessoas a exigirem a Paz no Médio Oriente, não esquecemos que, ao longo de décadas, Israel impôs a ocupação de territórios palestinianos, desrespeitando o direito internacional e inúmeras resoluções da ONU. Não esquecemos que Israel não cumpriu nenhum dos acordos que assinou sobre a questão palestiniana. Não esquecemos que desencadeou guerras, agressões, massacres, assassinatos, provocando muitas milhares de vítimas e milhões de refugiados. Não esquecemos que durante décadas bombardeou e ocupou ilegalmente territórios de países limítrofes. Não esquecemos que assassinou dirigentes políticos palestinianos e que encarcerou arbitrariamente milhares de palestinianos. Nem esquecemos que impôs um cruel bloqueio à população palestiniana na Faixa de Gaza, entre muitos outros exemplos do que representam décadas de política de ocupação, colonização e opressão.
     
    Hoje, e após cerca de 180 dias de indiscriminados bombardeamentos e ataques militares – que já causaram mais de 32,552 mortos e mais de 74,980 feridos, na sua maioria crianças e mulheres – reafirmamos toda a nossa solidariedade com o povo palestiniano. Reafirmamos a exigência do imediato fim dos massacres, dos crimes, da política genocida de Israel. Reafirmamos a exigência do imediato fim do cruel e criminoso bloqueio à Faixa de Gaza, que impede o acesso de água, alimentos, medicamentos, combustíveis, e que condena à fome, ao sofrimento a população palestiniana. Reafirmamos a exigência do cessar-fogo imediato e permanente e do incondicional acesso da urgente ajuda humanitária. Reafirmamos a exigência do fim da ocupação dos territórios palestinianos ilegalmente ocupados por Israel e da criação do Estado da Palestina, nas fronteiras anteriores a 4 de Junho de 1967, com capital em Jerusalém Leste, com o determinam as resoluções da ONU.
     
    Assim, apelamos a que, todos os que se indignam e exigem o fim de tal barbárie, continuem a participar connosco nas próximas ações de solidariedade:
     
    3 de Abril
    18h00 – Vigília – Almada – Largo Alfredo Diniz
    19h00 – Ato público – Funchal – Portas da Cidade
    6 de Abril
    15h00 – MANIFESTAÇÃO – Lisboa – Da Embaixada de Israel à Assembleia da República
    9 de Abril
    18h00 – Concentração – Rio Tinto – Gondomar (entrada do Parque Urbano)
    12 de Abril
    18h00 – Ato público – Viana do Castelo – Praça da República
    Paz no Médio Oriente!
    Palestina independente!
    Fim ao genocídio!
     
    A Direção Nacional do CPPC
    30 de março de 2024
  • Dia do Preso Político Palestino

     

    O CPPC, dando seguimento à sua contínua prática de solidariedade para com a causa e o povo palestino e, particularmente, no Ano Internacional de Solidariedade para com o Povo Palestino definido pela ONU, assinala, hoje, dia 17 de Abril, o Dia do Preso Político Palestino.

  • Dia Internacional de Solidariedade com a Palestina

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) associa-se às iniciativas que, a nível mundial, assinalam o dia 29 de Novembro proclamado pela Organização das Nações Unidas – resolução nº 32/40 de 1977 – como Dia Internacional de Solidariedade para com o Povo Palestino.

    Esta data está relacionada com distintos acontecimentos da História mais recente da Palestina: a resolução nº 181 de 1947 que determinou a divisão da Palestina em dois Estados: Palestina e Israel. Na partilha do território, 57% do território caberia aos israelitas e só 43% aos palestinos ainda que a própria ONU tenha reconhecido que em 1946 a população total da Palestina, perfazia um total de 1.972.000 habitantes, sendo 1.203.000 muçulmanos, 145.000 cristãos, 608.000 judeus.

    Antes, durante e depois da criação do Estado de Israel, em 15 de maio de 1948, o plano sionista de colonização da Palestina, elaborado e posto em marcha pelo Movimento Sionista Mundial não previa apenas os 57% do território oferecido a Israel, assim como não previa nenhuma convivência pacífica com a população palestina, nem o respeito pelas resoluções da ONU sobre a questão palestina.

  • Dia Internacional de Solidariedade com o Povo Palestiniano - Semana de Solidariedade, Lisboa

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    Centenas de pessoas se concentraram, no dia 29 de novembro, no Martim Moniz, em Lisboa, em solidariedade com o povo palestiniano.
    A concentração teve início com um "Die-In" onde um grupo de pessoas se deitou no chão, numa ação artística em solidariedade com as vítimas de Gaza que foram mortas, à qual se seguiu a leitura de dois textos por Sofia Lsboa - testemunhos de crianças habitantes na Faixa de Gaza.
    Seguiram-se as intervenções de Serenah Sabat, palestiniana a viver em Portugal, Inês Caeiro, do Projecto Ruído, e João Barreiros da Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses - Intersindical Nacional.
    Com um momento de poesia pelo meio - que coube a Maria Emília Castanheira e Fernando Rebelo - seguiram-se o resto das intervenções das organizações promotoras. Rui Garcia, vice-presidente do Conselho Português para a Paz e Cooperação, e Carlos Almeida, do Movimento Pelos Direitos do Povo Palestiniano e Pela Paz no Médio Oriente.
    Por último, e como tem sido habitual, a solidariedade com o povo palestiniano e a luta pela Paz foi também reafirmada através da música - com um momento proporcionado por Jorge Rivotti e Rui Galveias.
    A Fernando Jorge, encenador que apresentou esta concentração, coube informar e convidar todos os presentes da manifestação, lançada pelas mesmas quatro organizações promotoras, que terá lugar já no próximo dia 8 de dezembro, em Lisboa, às 15h00, entre o Martim Moniz e o Largo José Saramago.
  • Dia Internacional de Solidariedade com o Povo Palestiniano | Coimbra

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    Também em Coimbra, no passado dia 29 de Novembro se assinalou o dia Internacional de Solidariedade com o Povo Palestiniano.
    Reafirmou-se a urgência de dizer não à agressão, à ocupação e à humilhação por parte de Israel que continua a desrespeitar o direito Internacional e os direitos do povo da Palestina.
    Exige-se ao Governo português e a todos os governos, que cumpram o que proclamam e prometem. É tempo de pôr fim à conivência. O Governo português tem a obrigação de reconhecer o Estado da Palestina e condenar os crimes de Israel!
    Palestina vencerá!
  • Dia Internacional de Solidariedade com o Povo Palestiniano | Porto

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    No dia 29 de Novembro assinalou-se o dia Internacional de Solidariedade com o Povo Palestiniano. Na Praça da Palestina, no Porto, largas dezenas de pessoas mostraram-se solidárias com a luta pelos direitos inalienáveis do povo Palestino.
    Contando com intervenções de Maria Spínola, Cristina Nogueira, José António Gomes e Ilda Figueiredo, representando algumas das organizações promotoras, reafirmou-se a urgência de dizer não à agressão, à ocupação e à humilhação por parte de Israel que continua a desrespeitar o direito Internacional e os direitos do povo da Palestina.
    Exige-se ao Governo português e a todos os governos, que cumpram o que proclamam e prometem. É tempo de pôr fim à conivência. O Governo português tem a obrigação de reconhecer o Estado da Palestina e condenar os crimes de Israel!
    Palestina vencerá!
  • Dia Internacional de Solidariedade com o Povo Palestiniano 2016

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação assinalou hoje o Dia Internacional de Solidariedade com o Povo Palestino com distribuições de documentos em Lisboa e no Porto.

    Os documentos distribuídos foram a posição “Pelo Cumprimento dos Direitos do Povo Palestiniano” subscrita por dezenas de organizações portuguesas e um folheto informativo sobre a ocupação da Palestina editado pelo CPPC.

  • Dia Internacional de Solidariedade com o Povo Palestiniano 29 de Novembro de 2016

  • Dia Internacional de Solidariedade com o Povo Palestino

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    Pelo seus inalienáveis direitos nacionais

    Assinala-se, a 29 de Novembro, o Dia Internacional de Solidariedade com o Povo Palestino, instituído em 1977, pela Organização das Nações Unidas, para relembrar a aprovação, em 1947, pela Assembleia-Geral das Nações Unidas, da Resolução 181, que preconizou a divisão da Palestina em dois Estados - um árabe e um judeu - sendo que as cidades de Jerusalém e Belém permaneceriam 'zonas internacionais'.

    Mais de sete décadas depois só o Estado de Israel existe, mantendo a ilegal ocupação de território pela força das armas, com o apoio ou conivência dos EUA e da UE.

  • Dia Internacional de Solidariedade com o Povo Palestino | 29 de Novembro

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    Celebrando o Dia Internacional de Solidariedade com o Povo Palestino, proclamado pela Organização das Nações Unidas, o Conselho Português para a Paz e Cooperação saúda o heróico povo palestino e a sua determinada e corajosa resistência que, nas mais duras e dramáticas condições, mantém viva a aspiração à liberdade, à justiça, à independência.
    Uma celebração que assume um tão maior significado, quando neste momento se agrava a violência das autoridades sionistas de Israel e dos colonos israelitas, tornando a solidariedade com o povo palestino e com a sua justa causa nacional ainda mais premente e necessária.
    Lembrando que Israel viola há décadas, e diariamente, dezenas de resoluções das Nações Unidas, o CPPC exige o fim imediato das expulsões de famílias árabes das suas habitações, para aí instalar colonos israelitas; da repressão, das detenções, das torturas e dos assassinatos da população palestina, incluindo de crianças; da construção de novos colonatos.
  • Dia Internacional de Solidariedade com os Presos Palestinos

    437153942_700387845639327_7838579494196138550_n.jpgHá 50 anos, o Conselho Nacional Palestiniano instituiu o dia 17 de abril como o Dia Internacional de Solidariedade com os Presos Palestinos, no qual se expressa solidariedade para com os presos políticos palestinos detidos nas prisões de Israel.

    Em 2024, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) assinala este dia denunciando e condenando veementemente o genocídio em curso levado a cabo por Israel contra o povo palestiniano, em que, diariamente, somos confrontados com o aumento do número de mortos e feridos, que ultrapassa já os 109 mil, na sua maioria mulheres e crianças.
    Em resultado da brutal escalada de violência promovida pelas autoridades israelitas, incrementou-se também o número de prisioneiros palestinos detidos por Israel. Se todos os anos, milhares de palestinos foram detidos por Israel, o seu número após outubro do ano passado aumentou consideravelmente. Em fevereiro deste ano, o número de palestinos detidos nas prisões israelitas era cerca de 10 mil. O número das denominadas detenções administrativas – detenções arbitrárias, emitidas pelos militares israelitas e aprovadas pelos seus tribunais militares, sem necessidade de acusação e julgamento e que podem ser renovadas indefinidamente –, atingiu um máximo histórico. 80% dos detidos palestinos desde outubro estão nesta categoria, e são vários os menores de idade. Em seis meses, 460 crianças palestinianas foram detidas por Israel.
    Em 2023 já tinham sido implementadas medidas que visavam degradar as condições de detenção dos presos palestinos, como: a limitação do uso de chuveiros ou de fornecimento de água; a diminuição do tempo para o exercício matinal; a limitação das visitas familiares; ou o aumento do número de presos que estão em confinamento solitário.
    Hoje, as imagens e os relatos do tratamento dos detidos palestinos nas prisões israelitas só podem causar indignação. As condições já desumanas foram agravadas: humilhação e maus tratos de prisioneiros, obrigando-os manterem-se por longos períodos despidos, ajoelhados, vendados e de mãos amarradas; tortura psicológica e física, são vários os casos de prisioneiros com membros partidos, privação alimentar, de sono e de assistência médica e acesso a medicação.
    O Governo português deve denunciar a política de ocupação e repressão levada a cabo por Israel – incluindo o uso e abuso das chamadas detenções administrativas – e exigir a libertação dos presos políticos palestinos detidos nas prisões israelitas.
    O Governo português deve rejeitar e condenar o colonialismo israelita, defendendo o direito do povo palestiniano a um Estado da Palestina, livre, independente e soberano, com as fronteiras anteriores a junho de 1967 e capital em Jerusalém Leste – Estado da Palestina que Portugal deve reconhecer de imediato.
    Neste dia de solidariedade com os presos políticos palestinos detidos por Israel:
    - Reafirmamos a nossa solidariedade com o povo palestiniano e, particularmente, com os presos políticos palestinos, que devem ser libertados.
    - Reafirmamos a exigência do fim dos massacres, da política genocida, dos crimes de Israel.
    - Reafirmamos a exigência do fim do cruel bloqueio à Faixa de Gaza, que impede o acesso de água, alimentos, medicamentos, combustíveis, e que condena à fome e ao sofrimento a população palestiniana.
    - Reafirmamos a exigência do cessar-fogo imediato e permanente e do incondicional acesso da urgente ajuda humanitária.
    A Direção Nacional do CPPC
    17 de abril de 2024
  • Dia Internacional de Solidariedade com os Presos Políticos Palestinos em Prisões Israelitas

     

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), coerente com o seu posicionamento e contínua acção de solidariedade para com a causa do povo palestino, associa-se ao Dia Internacional de Solidariedade com os Presos Políticos Palestinos em Prisões Israelitas, assinalado a 17 de Abril.

    A 17 de Abril de 1974, na sequência da ocupação por Israel dos territórios da Margem Ocidental, de Jerusalém Oriental e da Faixa de Gaza, 7 anos antes, e no âmbito de uma troca de prisioneiros, foi libertado um preso palestino, Mahmoud Hijazi. Desde 1974, no dia 17 de Abril se assinala uma jornada mundial que recorda e expressa solidariedade aos palestinos que permanecem nas prisões israelitas.