Outras Notícias

Palestina

  • Acto Público de Solidariedade - Funchal

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    No próximo dia 3 de abril realiza-se um acto público de solidariedade com a Palestina nas Portas da Cidade, no Funchal!
    Por um cessar-fogo imediato e permanente, pela Paz no Médio Oriente, pelo fim ao genocídio!
    Participa!
  • Acto Público de Solidariedade com a Palestina teve lugar no dia 6 de março, no Rossio em Lisboa

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    Apresentado por Julie Neves (CPPC) e Tomás Gonçalves (Projecto Ruído), a iniciativa, que teve lugar ao fim da tarde, juntou centenas de pessoas que voltaram a afirmar a urgência de um cessar-fogo imediato e permanente.
    As intervenções, após um momento musical de Leonor Pereira e Francisco Antunes, couberam a Dinis Lourenço (CGTP-IN), Hindi Masleh (palestino a viver em Portugal) e Carlos Almeida (MPPM) e reiteraram isto mesmo, bem como condenaram o massacre e genocidio que Israel leva a cabo contra o povo palestino, há 152 dias.
    Ficou o compromisso de prosseguir a luta pela Paz no Médio Oriente e de continuar a fazer ecoar as vozes que proclamam uma Palestina Independente!
  • Acto Público: Palestina Livre! Fim à Agressão! Fim à Ocupação!

     

    NÃO PODEMOS DEIXAR SILENCIAR OS CRIMES DE ISRAEL!

    Ainda que Israel venha a pôr termo à sua operação militar, não podemos deixar que um manto de silêncio cubra os crimes hediondos cometidos durante a agressão a Gaza.

    Não podemos esquecer os ataques a escolas e hospitais; os quase dois milhares de palestinos mortos e os dez mil feridos; a dezena de milhar de edifícios públicos destruídos ou danificados; as mais de 30.000 habitações danificadas; as escolas e hospitais danificados; os locais religiosos, muçulmanos e cristãos, danificados e profanados; o meio milhão de deslocados; as infra-estruturas destruídas.

    Sobretudo, não podemos deixar esquecer que tudo isto decorre de uma ocupação ilegal sem qualquer respeito pelos direitos da população sujeita a ocupação.

    NA PRÓXIMA QUINTA-FEIRA, À 18 HORAS, FRENTE À EMBAIXADA DE ISRAEL!

    PALESTINA LIVRE!

    FIM À AGRESSÃO!

    FIM À OCUPAÇÃO!

  • Agravamento da repressão israelita nos territórios ocupados da Palestina

    É com profunda preocupação e expressão pública de condenação que o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) acompanha a escalada de repressão perpetrada pelas autoridades israelitas contra a população palestiniana e suas organizações políticas e sociais que lutam pela concretização do legitimo direito do povo palestiniano a um Estado da Palestina soberano e independente.

    A detenção da deputada do Conselho Legislativo Palestiniano, Khaleda Jarrar, e de outros activistas da Frente Popular de Libertação da Palestina (FPLP), nos territórios ocupados da Cisjordânia, é mais um episódio revelador da total impunidade de que o Estado de Israel goza perante a chamada comunidade internacional.

  • Almada: Sessão de solidariedade para com o povo Palestino

    Por iniciativa do Teatro Extremo, do CPPC, do MPPM, realizou-se no dia 1 de Agosto, uma sessão-debate integrada na campanha de solidariedade para com o povo palestino da Faixa de Gaza, vitima da violenta agressão levada a cabo, desde há quase um mês, pelo Estado de Israel.

    Antecedido pela projecção de um filme reportagem sobre a actividade do “Freedom Theatre” na Palestina, o debate, com cerca de 50 participantes foi moderado por Luísa Ramos, do núcleo de Almada do CPPC, com intervenções dos representantes do MPPM, do CPPC e do Teatro Extremo.

    Todas as intervenções condenaram veementemente a agressão israelita à população palestina residente na Faixa de Gaza e a cumplicidade e apoio a este genocídio por parte dos Estados Unidos da América e da União Europeia.

    No debate havido, para além da condenação dos massacres que Israel tem vindo a praticar sobre as populações indefesas da Faixa de Gaza, nomeadamente crianças, mulheres e idosos, foi unânime a convicção de que só com o cumprimento, por Israel, das inúmeras Resoluções aprovadas pela Organização das Nações Unidas, visando a criação de um Estado Palestino viável nas fronteiras de 1967, com a capital em Jerusalém Leste, com o fim dos colonatos israelitas, o regresso dos refugiados e a libertação, por Israel, dos presos políticos palestinos.

    Os participantes nesta sessão de solidariedade decidiram, ainda, manifestar às Autoridades do Estado Português – Presidente da República, Assembleia da República e Governo – o seu protesto pela forma como estes órgãos se tem posicionado face ao genocídio de milhares de palestinos e ao apoio implícito que isso representa ao Estado de Israel.

     

  • Amizade Portugal-Palestina

    Uma Delegação do Grupo Parlamentar de Amizade Portugal-Palestina (GPA) criada no quadro da Assembleia da República Portuguesa e integrando deputados de todos os Partidos com representação Parlamentar, terminou ontem uma visita de 3 dias – 25 a 27 de Julho - à Palestina, a convite do Parlamento desse País.

    Esta foi a primeira vez que uma delegação do Parlamento Português visitou a Palestina e segue-se à visita que o Grupo Parlamentar de Amizade Palestina-Portugal realizou ao nosso país.

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação, bem como outras organizações portuguesas de solidariedade para com o povo Palestino, foi convidado, pelo Grupo Parlamentar de Amizade, a participar no dia 21 de julho numa reunião que teve lugar na Assembleia da República, onde foram apresentados, pelo Deputado Bruno Dias, presidente do Grupo Parlamentar de Amizade, o programa e objectivos da visita. Entre os temas referidos encontravam-se questões como a prisão de deputados palestinos, os direitos humanos, a responsabilidade de Israel enquanto potência ocupante, o acordo de Parceria UE-Israel entre outros.

    O CPPC e as demais organizações presentes tiveram oportunidade de transmitir ao Grupo Parlamentar que se deslocaria à Palestina as suas opiniões sobre o problema Palestino, a ocupação deste país que dura há mais de 67 anos, o não cumprimento por Israel das Resoluções das Nações Unidas, a questão dos colonatos e dos refugiados, os crimes de guerra cometidos sobre o povo de que é exemplo o recente massacre de Gaza, a prisão indiscriminada de civis e mesmo de deputados do Parlamento Palestino, pelos ocupantes israelitas.

    Reafirmamos o nosso apreço por esta iniciativa e os votos de que ela seja um marco nas relações entre estas duas Instituições dos respectivos Estados e venha a permitir avanços significativos do Estado Português no apoio à criação de facto de um Estado Palestino viável, de acordo com as resoluções das Nações Unidas.

    A Direcção Nacional do Conselho Português para a Paz e Cooperação saúda o Grupo Parlamentar de Amizade Portugal- Palestina e espera que os contactos havidos tenham sido da maior utilidade para os objectivos que se propunha.

  • Apelo - A solidariedade com o povo palestiniano tem de prosseguir!

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    A solidariedade com o povo palestiniano tem de prosseguir!
     
    Pela Paz no Médio Oriente! Palestina Independente!
    É urgente pôr fim à guerra!
    É urgente pôr fim ao massacre!
     
    Independentemente dos desenvolvimentos que venham a ter lugar até ao dia 14 de janeiro, a situação dramática que se vive na Palestina, em especial na Faixa de Gaza exige o prosseguimento da solidariedade com o povo palestiniano!
     
    A criminosa e cruel violação de qualquer princípio humanitário por parte de Israel, na Faixa de Gaza e na Cisjordânia, é todos os dias demonstrada pela chacina, pelos brutais bombardeamentos, pelos ataques a hospitais, ambulâncias, escolas, agências da ONU, pelos cortes de água, eletricidade, bloqueio a alimentos e medicamentos.
    O grau de destruição e morte causado por esta agressão é inaceitável: dezenas de milhar de mortos e feridos, na sua maioria crianças e mulheres; milhares de desaparecidos; quase toda a população da Faixa de Gaza, mais de 2 milhões de pessoas, deslocada ou sem abrigo, centenas de funcionários das agências humanitárias da ONU e pessoal de saúde mortos.
    Denunciamos e condenamos a hipocrisia e cumplicidade daqueles que tudo fazem para branquear e permitir que a chacina continue. São inadmissíveis os vetos e votos contra dos Estados Unidos da América e de países europeus às exigências da ONU dum cessar-fogo humanitário imediato e permanente em Gaza.
     
    É preciso parar! E é preciso encontrar soluções duradouras.
     
    É preciso com urgência:
     
    - um cessar-fogo imediato e permanente;
    - pôr fim a novos bombardeamentos e ataques israelitas;
    - assegurar que o massacre acabe de uma vez por todas;
    - garantir a ajuda humanitária e a reconstrução da Faixa de Gaza;
    - pôr fim à violência dos militares e colonos israelitas na Cisjordânia;
    - pôr fim a 17 anos de desumano cerco da Faixa de Gaza;
    - libertar todos os detidos;
    - impedir a expulsão dos palestinianos da sua terra.
     
    É preciso que, após muitas décadas de promessas incumpridas, seja finalmente concretizado um Estado Palestiniano soberano e independente, com controlo soberano das suas fronteiras e recursos.
     
    A Palestina e o Médio Oriente precisam de paz, o que exige o reconhecimento e cumprimento dos direitos nacionais do povo palestiniano. O prolongamento e instigação deste conflito constituem uma grave ameaça à paz em toda a região e no mundo.
     
    É necessário manter o nosso empenhamento e a nossa solidariedade.
     
    Dia 14 de Janeiro, às 15 horas, voltamos às ruas de Lisboa, em Manifestação, com início em Sete Rios.
    Junta-te a nós!
     
    Palestina vencerá! 
     
    Organizações subscritoras até ao momento:
    A Voz do Operário
    Associação de Amizade Portugal-Cuba
    Associação de Estudantes da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa
    Associação de Estudantes da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa
    Associação do Património e da População Alfama
    Associação Intervenção Democrática
    Associação Portuguesa de Amizade e Cooperação Iúri Gágarin
    Base Organizada da Toca das Artes
    Clube Estefânia
    Colectivo Judeus pela Paz e Justiça
    Colectivo MUMIA Abu-Jamal
    Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses - Intersindical Nacional
    Conselho Português para a Paz e Cooperação
    Frente Anti-Racista
    Interjovem/CGTP-IN
    Juventude Comunista Portuguesa
    Mirantense Futebol Clube
    Movimento Democrático de Mulheres
    Movimentos Pelos Direitos do Povo Palestino e Pela Paz no Médio Oriente
    PORTA a PORTA
    Projecto Ruído - Associação Juvenil
    União de Resistentes Antifascistas Portugueses
    Vida Justa
  • Apresentação do livro «Na Presença da Ausência» de Mahmoud Darwich

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    No âmbito das iniciativas em prol da defesa dos direitos do povo palestino, o CPPC esteve presente, a convite do Grupo Parlamentar de Amizade Portugal-Palestina, na apresentação do livro “Presença na Ausência”, do escritor e poeta palestino Mahmoud Darwich.

    Este evento ocorreu no dia 13 de Dezembro, na Biblioteca Passos Manuel, na Assembleia da República, e foi apresentado por Júlio Magalhães, investigador de cultura árabe e islâmica, que além de salientar aspectos importantes da obra e da biografia do autor, também leu alguns poemas conhecidos de Darwich, como “Bilhete de Identidade” e “A Minha Mãe”. A sua vasta obra está traduzida em mais de 20 línguas, sendo considerado o poeta nacional da Palestina. Falecido em 2008, ainda em criança viu a sua terra natal ser arrasada pelas tropas israelitas na guerra de 1948, sendo a família obrigada a procurar refúgio no Líbano. Regressando várias vezes à Palestina e várias vezes preso e expulso, parte da sua vida foi vivida como refugiado. Integrou a Organização para a Libertação da Palestina (OLP) e é autor da Declaração de Independência da Palestina, lida pelo líder palestino Yasser Arafat quando foi declarada unilateralmente a criação do Estado da Palestina, em 1988.

  • Assembleia Geral da ONU reafirma direitos nacionais do povo palestiniano

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação saúda a aprovação pela Assembleia Geral da ONU da resolução que reafirma o direito do povo palestiniano à autodeterminação, incluindo o direito ao seu Estado independente da Palestina.
    A resolução sublinha a urgência de pôr fim à ocupação israelita e de um acordo de paz justo, duradouro e abrangente, com base nas resoluções pertinentes das Nações Unidas, e salienta a necessidade do respeito e preservação da unidade, contiguidade e integridade territorial de todo o Território Palestiniano Ocupado, incluindo Jerusalém Oriental.
    Afirmando o direito de todos os Estados do Médio Oriente a viverem em paz, dentro de fronteiras seguras e internacionalmente reconhecidas, a resolução reafirma o direito do povo palestiniano à autodeterminação, incluindo o direito ao seu Estado independente da Palestina e insta todos os Estados e as agências e organizações especializadas do sistema das Nações Unidas a continuarem a apoiar e ajudar o povo palestiniano na realização quanto antes do seu direito à autodeterminação.
    A resolução foi adoptada com 172 votos a favor, 10 abstenções e 4 votos contra, nomeadamente por parte dos EUA e de Israel.
    Uma vez mais, foi reiterado que o mundo está do lado do direito do povo palestiniano à autodeterminação, incluindo do direito ao seu Estado independente da Palestina.
    Uma vez mais, fica também claro que os Estados Unidos da América são cúmplices e apoiam a brutal política de ocupação e colonização por parte de Israel na Palestina.
    Um posicionamento dos EUA, tão mais inaceitável e merecedor de repúdio e condenação, quando Israel leva a cabo crimes e massacres contra o povo palestiniano, particularmente na Faixa de Gaza, causando largas dezenas de milhar de mortos e feridos, na sua maioria crianças e mulheres, a sistemática destruição de bairros, de infraestruturas médicas e das agências da ONU, assim como a imposição de um cruel e desumano bloqueio que impede o fornecimento de água, alimentos e medicamentos, assim como de eletricidade e combustíveis.
    Como o CPPC tem vindo a afirmar: é urgente parar com o massacre; é urgente uma solução política para a questão palestiniana e para a paz no Médio Oriente, que passa necessariamente pelo fim da ocupação, dos colonatos, da opressão israelita, e pela garantia dos direitos nacionais do povo palestiniano, conforme determinam o direito internacional e inúmeras resoluções das Nações Unidas!
     
    A Direção Nacional do CPPC
    22-12-2023
  • Ato público de solidariedade com a Palestina | 6 de Julho |18h30 | Lisboa

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    Perante a gravidade da situação na Palestina, face à intenção de Israel anexar vastos territórios da Cisjordânia, o CPPC, a CGTP-IN e o MPPM apelam à participação nesta acção. Diremos não à anexação e exigiremos das autoridades portuguesas que dela se demarquem de forma clara e inequívoca.

  • Ato Público de solidariedade com a Palestina | Porto

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    Decorreu no Porto, na Praceta da Palestina, no dia 17 de Junho, um Acto Público de Solidariedade com a Palestina e contra a ocupação israelita, promovido pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação e pela USP/CGTP-IN onde se denunciou a grave situação do povo palestino por causa da ocupação ilegal do seu território pelas forças de Israel e a tentativa já anunciada pelo actual governo israelita de proceder a uma nova anexação do território palestino no próximo dia 1 de Julho, constituindo nova ameaça à paz no Médio Oriente.

    Na iniciativa, que foi apresentada por Alexandre Silva, intervieram o sindicalista Tiago Oliveira, coordenador da USP/CGTP-In, o escritor e professor José António Gomes, da direcção do MPPM, a jovem estudante universitária Maria Inês Costa, a jovem palestina a estudar na Universidade do Porto, Nur Rabah Latif e Ilda Figueiredo, presidente da DN do CPPC.

  • Ato Público de Solidariedade com Palestina | Porto

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  • Bandeiras pela Palestina

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    No dia 14 de dezembro realizou-se, em diversas Praças e rotundas da cidade de Coimbra, uma iniciativa, organizada pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação em conjunto com outras organizações, onde foram aplicadas bandeiras da Palestina, reafirmando a exigência de Paz no Médio Oriente e de pôr fim ao massacre em curso na Palestina.

  • Bandeiras pela Paz - Lisboa - 3 de novembro

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) o Movimento Pelos Direitos do Povo Palestiniano e Pela Paz no Médio Oriente (MPPM), a Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses - Intersindical Nacional (CGTP-IN) e o Projecto Ruído - Associação Juvenil, promovem, na próxima sexta-feira, dia 3 de novembro, em Lisboa - Alameda D. Afonso Henriques, uma vigília, em solidariedade com o povo da Palestina. Apelamos à participação de todos pela "Paz no Médio Oriente! Palestina Independente - Bandeiras pela Paz".

  • Basta de Agressão! Pelo direito do povo palestino à Paz!

  • Basta de Crimes! Não à provocação de Trump! Liberdade para a Palestina!

    Representantes do Conselho Português para a Paz e Cooperação, da Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses – Intersindical Nacional, do Movimento Democrático de Mulheres e do Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente entregaram esta tarde na Embaixada doe EUA em Lisboa, uma carta aberta onde expressam o seu repúdio pelo reconhecimento, pela Administração dos EUA, de Jerusalém como capital de Israel.

  • Basta de crimes! Não à provocação de Trump! Liberdade para a Palestina! Paz no Médio Oriente!

    No próximo dia 15 de Maio assinalam-se os 70 anos da Nakba – a «catástrofe», como a designa o povo palestino. Numa campanha premeditada, que acompanhou o processo de criação de Israel em 1948, as milícias sionistas destruíram mais de 500 aldeias, cometeram inúmeros massacres e expulsaram das suas casas cerca de 750.000 palestinos.

    Os massacres cometidos pelas forças armadas de Israel desde o dia 30 de Março último, Dia da Terra, para reprimir violentamente as dezenas de milhares de palestinos que se têm manifestado pacificamente na Grande Marcha do Retorno, matando dezenas pessoas e ferindo milhares, é prova eloquente que, setenta anos volvidos, a Nakba não terminou.

  • Basta de crimes! Não à provocação de Trump! Liberdade para a Palestina! Paz no Médio Oriente! - Porto

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    No próximo dia 15 de Maio assinalam-se os 70 anos da Nakba – a «catástrofe», como a designa o povo palestino. Numa campanha premeditada, que acompanhou o processo de criação de Israel em 1948, as milícias sionistas destruíram mais de 500 aldeias, cometeram inúmeros massacres e expulsaram das suas casas cerca de 750.000 palestinos.

    Os massacres cometidos pelas forças armadas de Israel desde o dia 30 de Março último, Dia da Terra, para reprimir violentamente as dezenas de milhares de palestinos que se têm manifestado pacificamente na Grande Marcha do Retorno, matando dezenas pessoas e ferindo milhares, é prova eloquente que, setenta anos volvidos, a Nakba não terminou.

    É inaceitável e ultrajante que os Estados Unidos da América, pela voz do seu Presidente, Donald Trump, tenham decidido reconhecer Jerusalém como capital de Israel e transferir para aí a sua embaixada, precisamente quando se assinalam os 70 anos dessa Catástrofe. Trata-se de uma decisão que viola a legalidade internacional, encoraja os crimes da ocupação e colonização dos territórios palestinos e premeia a sistemática violação por Israel, desde há mais de sete décadas, do direito internacional e das resoluções da ONU.

  • Caravana | Solidariedade com a Palestina | Coimbra

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    Fim à agressão e à ocupação na Palestina!
    • É urgente travar a agressão contra o povo palestiniano!
    • É urgente pôr fim aos bombardeamentos israelitas de Gaza que já provocaram largas dezenas de mortos e centenas de feridos – muitos dos quais crianças!
    • É urgente pôr fim à expulsão dos palestinianos das suas casas e terrenos, aos colonatos e à ocupação!
    • É urgente impedir a política de terrorismo de Estado que visa inviabilizar a criação do Estado da Palestina!
    • É urgente pôr cobro à impunidade de Israel, aos seus crimes, às suas reiteradas violações do Direito Internacional!
    Há décadas que o povo palestiniano aguarda a prometida criação dum Estado da Palestina.
  • Carta aberta ao Governo Português sobre a ofensiva israelita contra o povo palestino.

    Ex.mo Senhor Primeiro Ministro,

    Contam-se por muitas centenas as vítimas mortais, são milhares de feridos e dezenas de milhar de desalojados o resultado da criminosa agressão do governo israelita ao povo palestino da Faixa de Gaza, desde o dia 7 de Julho. De dia para dia, cresce a escalada de horror e os governos, a comunidade internacional, surda aos protestos que se levantam um pouco por todo o mundo, indiferente à dor e ao sofrimento de um povo martirizado por décadas de ocupação e repressão, assiste em silêncio ao massacre, um exercício de pura e genocida brutalidade praticado sobre uma população indefesa, por um dos mais poderosos exércitos do mundo.

    É tempo de dizer basta. Perante a dimensão da catástrofe, o silêncio é cumplicidade, e a neutralidade um acto de cobardia. Mais do que declarações piedosas, os homens e mulheres que, em Gaza, todos os dias, a todas as horas, a cada minuto que passa, enfrentam com uma insuperável coragem e uma inabalável dignidade a violência dos bombardeamentos israelitas merecem a solidariedade comprometida, consequente e eficaz de todo o mundo. É urgente impor um fim imediato ao massacre do povo palestino, à agressão a Gaza, à ocupação dos territórios palestinos, à impunidade, à atitude insolente de constante desafio pelo Estado de Israel do direito e da legalidade internacionais, à conivência, com a repressão israelita, das grandes potências, dos Estados Unidos da América aos estados da União Europeia.

    A Constituição da República Portuguesa estabelece como princípios ordenadores da sua política externa, a independência nacional, o respeito dos direitos do homem, dos direitos dos povos, a igualdade entre os Estados e a solução pacífica dos conflitos internacionais. A Constituição da República Portuguesa reconhece “o direito dos povos à autodeterminação e independência e ao desenvolvimento, bem como o direito à insurreição contra todas as formas de opressão”. O Governo Português, todos os órgãos de soberania, têm o dever de cumprir a Constituição da República.

    Perante mais esta criminosa ofensiva israelita contra o povo palestino, a brutal ofensiva militar contra a faixa de Gaza, a repressão institucionalizada e generalizada na Margem Ocidental, reclama-se do Governo Português, em obediência aos preceitos constitucionais, e no respeito dos princípios mais elementares do direito internacional, que:

    i) condene e denuncie a agressão militar de Israel contra o povo palestino na faixa de Gaza, exigindo a sua cessação imediata e incondicional;

    ii) suspenda, de imediato, as relações comerciais e diplomáticas de Portugal com o regime israelita;

    iii) reclame o levantamento imediato do brutal e criminoso bloqueio sobre a faixa de Gaza, e a libertação dos presos políticos palestinos das prisões israelitas;

    iv) desenvolva uma política consistente e determinada, orientada pela exigência do fim da ocupação israelita dos territórios palestinos e pela defesa do direito inalienável do povo palestino à constituição de um estado livre, soberano e independente, com Jerusalém leste como capital e pelo direito ao regresso dos refugiados palestinos.

    As organizações subscritoras:

    CGTP-IN - Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses – Intersindical Nacional
    CPPC - Conselho Português para a Paz e Cooperação
    MPPM - Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente