Outras Notícias

Paz

  • A Centralidade do Movimento da Paz

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) realizou, no passado dia 31 de outubro, um debate subordinado ao tema “A Centralidade do Movimento da Paz”, na Sala de Actividades Culturais da Junta de Freguesia de Machico, cujo presidente saudou os presentes, e que contou com a presença e intervenção da presidente da direção nacional do CPPC, Ilda Figueiredo.
    Com uma participação numerosa e animada, na sessão coordenada por Alex Faria, intervieram também, entre outros, o presidente da Câmara Municipal de Machico.
  • A construção da Paz na América Latina e as sementes de esperança para o mundo

    machico

    Realizou-se, no passado dia 16 de Setembro, o “Encontro Pela Paz e Solidariedade com os Povos da América Latina”, promovido pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação – CPPC, que se realizou em Machico, no Auditório da Junta de Freguesia de Machico, e no qual participou Ilda Figueiredo, a Presidente da Direção do CPPC.
    Neste encontro sobre a Paz, que foi coordenado pelo jornalista Nicolas Fernandez, e que contou também com a intervenção de Carolina Cardoso, em representação do Núcleo da Madeira do CPPC, foi destacado o importante movimento da paz que se alarga na América Latina e a corajosa luta em prol da paz, com justiça social, em diversos países daquele continente, assim como a relevância política de uma política de paz, amizade e cooperação com todos os povos latino americanos e caribenhos, num contexto em que se abrem novas possibilidades para o futuro da América Latina.
  • A defesa da paz em tempo de pandemia

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    O momento complexo e muito imprevisível que estamos a viver, que nos restringe a socialização habitual, exige de todos uma visão mais larga e uma reflexão mais atenta sobre o que se está a passar, designadamente sobre o sofrimento dos povos de países mais vulnerabilizados e o comportamento das grandes potências no plano europeu e mundial, quando se impõe mais solidariedade e cooperação e um esforço redobrado para pôr cobro ao inaceitável recurso à agressão económica e militar nas relações internacionais.

    Este é um momento onde a responsabilidade social não pode ser confundida com um clima de medo, que pode levar à sua banalização e às condições propícias à amputação de direitos, liberdades e garantias fundamentais, enfraquecendo a democracia e criando dificuldades acrescidas ao progresso social e à paz.

  • A defesa dos Direitos Humanos: desafios das migrações no século XXI

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  • A Importância da luta pela Paz

  • A importância da luta pela Paz - visionamento de filme e debate

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  • A Luta pela Paz

  • A Paz e o Desarmamento Nuclear

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  • A Paz e o Desarmamento Nuclear | Exposição | Palestra

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  • A paz não se alcança com a escalada do conflito - a propósito das cimeiras da NATO e da União Europeia

    As decisões das Cimeiras da NATO e da União Europeia, realizadas nos dias 24 e 25 de Março, em Bruxelas, não só não contribuem para a procura de uma solução negociada para a
    guerra na Ucrânia, como se alinham no agravamento da escalada de confrontação que há muito vêm a promover, nomeadamente no Leste da Europa e particularmente em direcção à Rússia.
    A decisão do reforço do armamento e contingentes militares da NATO instalados no Leste da Europa – incluindo de novos batalhões na Eslováquia, na Hungria, na Roménia e na Bulgária,
    para além dos já presentes na Polónia, na Lituânia, na Estónia e na Letónia –, a reafirmação do significativo aumento das despesas militares ou o anúncio de novos passos na militarização da
    União Europeia, representam a insistência no caminho que conduziu à atual escalada da guerra, comportando acrescidos e sérios perigos.
    Particularmente graves são as irresponsáveis declarações protagonizadas por alguns que clamam por um confronto direto da NATO com a Rússia, que desembocaria numa guerra entre as duas maiores potências nucleares do planeta, com consequências dramáticas para toda a humanidade.
    A este propósito, o Conselho Português para a Paz e Cooperação lembra que nenhuma das questões colocadas nas referidas reuniões é nova ou foi suscitada pela atual e dramática situação que se vive na Ucrânia. São, sim, o intensificar de um caminho que vem sendo trilhado desde há décadas e que de modo nenhum pode ser dissociado da atual escalada do conflito.
    As decisões destas duas cimeiras demonstram ainda a actual subordinação da União Europeia à NATO, ou seja, à política externa dos Estados Unidos da América.
    A presente situação mostra que o CPPC tinha razão quando, ao longo dos anos, foi alertando para os perigos e as ameaças para a segurança e a paz na Europa que advinham da política da NATO de cerco militar à Rússia, de instalação de bases e contingentes militares junto às suas fronteiras, da denúncia pelos EUA de tratados de controlo de armamentos – como o Acordo sobre Mísseis Anti-Balísticos, o Tratado sobre Forças Nucleares de Alcance Intermédio ou o Tratado sobre Céus Abertos –, do golpe de Estado na Ucrânia e da inserção deste país na estratégia de confronto da NATO ou do reiterado desrespeito pelos Acordos de Minsk.
    Rejeitando o caminho do militarismo, da confrontação e da guerra, tendo consciência dos sérios riscos que este representa para os povos da Europa e de todo o mundo, o CPPC reafirma que se impõe parar a guerra, abrir um caminho de diálogo e negociação, garantir a segurança mútua – é este o caminho que serve a paz e é nele que, no respeito da Constituição da República Portuguesa, o Governo português devia concentrar esforços.
    Um futuro de paz exige a dissolução da NATO e o fim da militarização da UE, o desarmamento geral, simultâneo e controlado, o fim das armas nucleares e de destruição massiva, o respeito pelos princípios da Carta das Nações Unidas e do direito internacional, pela soberania e igualdade em direitos dos povos, a garantia de segurança para todos os Estados.
    Só assim poderemos caminhar para um futuro de paz
  • A Paz t(r)ocada por miúdos

  • A propósito do “Caso Skripal” CPPC defende o desanuviamento e a paz

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) expressa a sua preocupação com os recentes desenvolvimentos em torno do alegado envenenamento no Reino Unido do agente britânico Sergei Skripal e sua filha.

    A adopção de medidas contra a Federação Russa – incluindo a expulsão de diplomatas deste país e um desenfreado discurso anti-russo – adoptadas particularmente por países membros da NATO e da União Europeia, agrava ainda mais a tensão que tem caracterizado a situação internacional, já hoje marcada por uma acelerada militarização por parte dos EUA e NATO, nomeadamente no Leste da Europa.

  • A situação na Europa e as ameaças à Paz

  • A situação no Médio Oriente e a Luta pela Paz

  • Abril, paz, desarmamento, solidariedade, cooperação – sempre!

     

    Todos os meses marcam motivos relativos à história do movimento da paz que merecem ser assinalados – entre estes, abril assume um particular significado.
     
    Em 25 de abril de 1974, a Revolução foi, ela mesma, um ato de paz, abrindo caminho ao fim das guerras coloniais, à criação de novos países cujos povos conquistaram a sua independência nacional ou à plena relação de Portugal com todos os povos do mundo.
     
    Dois anos mais tarde, a 2 de abril de 1976, era aprovada e promulgada a Constituição da República Portuguesa, que consagrava, no seu artigo 7° princípios fundamentais que regem – ou pelo menos deveriam reger – a política externa portuguesa, entre os quais: "a independência nacional, o respeito dos direitos do homem e dos povos, a igualdade entre os Estados, a solução pacífica dos conflitos internacionais, a não ingerência nos assuntos internos dos outros Estados, a cooperação com todos os outros povos para a emancipação e o progresso da humanidade."
     
    Segundo a Lei Fundamental, Portugal deve preconizar o desarmamento geral, simultâneo e controlado, a dissolução dos blocos político-militares e o estabelecimento de um sistema de segurança coletiva, com vista à criação de uma ordem internacional capaz de assegurar a paz e a justiça nas relações entre os povos. Reconhece, igualmente, o direito dos povos à
    autodeterminação e independência e ao desenvolvimento, bem como o direito à insurreição contra todas as formas de opressão.
     
    Nesse mesmo ano de 1976, outro acontecimento relevante marca indelevelmente a história do movimento da paz português: no dia 24 de abril efectuou-se o registo oficial do Conselho Português para a Paz e Cooperação. Consagrava-se formalmente o que há muito se verificava na prática – a existência de um movimento reunindo pessoas de diversas origens sociais e correntes de pensamento, unidas na defesa da paz, do desarmamento, do desanuviamento, da solidariedade aos povos vítimas da guerra e da opressão.
     
    Um movimento surgido no início da década de 50, durante o fascismo, e que, até ao 25 de abril de 1974, não deixou de denunciar o alinhamento da ditadura com os que apostavam na guerra, no colonialismo (assumido ou encapotado) e na corrida aos armamentos para manter e ampliar privilégios e dominios. Por essa razão, muitos dos dirigentes e ativistas do movimento da Paz foram presos, torturados e forçados ao exílio.
     
    Apesar das perseguições, das proibições e da repressão, nunca este movimento deixou de defender a paz e a solidariedade, surgindo à luz do dia, com a Revolução, como um movimento pujante, determinado e alargado: os princípios constitucionais, atrás enumerados, são bandeiras que o CPPC levantou desde os seus primeiros momentos, testemunhando quer a justeza das causas como a influência e premência assumidas pelo movimento da paz antes como após o 25 de abril.
     
    Em Portugal, como um pouco por todo o mundo, este amplo movimento surgiu da vitória sobre o nazi-fascismo na Segunda Guerra Mundial e das legítimas esperanças de paz duradoura e universal que ela abriu. Mas resultou, também, dos receios que uma nova e mais destruidora guerra se pudesse verificar, sobretudo após os bombardeamentos nucleares norte-americanos sobre as cidades japonesas de Hiroxima e Nagasáqui. Também em abril, mas de 1949, entre os dias 20 e 26, teve lugar simultaneamente em Paris e Praga o Primeiro Congresso Mundial dos Partidários da Paz, no qual participaram mais de dois mil delegados de 72 países. O Apelo que dele emanou mantém flagrante atualidade:
     
    «Nós somos pela Carta das Nações Unidas, contra todas as alianças militares que anulam esta Carta e conduzem à guerra.
    Nós somos contra o fardo esmagador dos gastos militares responsáveis pela miséria dos povos.
    Nós somos pela interdição das armas atómicas e dos outros meios extermínio em massa de seres humanos, exigimos a limitação das forças armadas das grandes potências e o
    estabelecimento dum controlo internacional efectivo da utilização da energia atómica para fins exclusivamente pacíficos e para o bem da humanidade.
    Nós lutamos pela independência nacional e a colaboração pacífica entre todos os povos, pelo direito dos povos a determinar o seu futuro, condições essenciais para a liberdade e a paz.
    Nós opomo-nos a todas as tentativas que, com o propósito de abrir caminho à guerra, procuram restringir e em seguida suprimir as liberdades democráticas. Nós constituímos um bastião global da verdade e da razão; queremos neutralizar a propaganda que prepara a opinião pública para a guerra.
    Nós condenamos a histeria belicista, a pregação do ódio racial e da inimizade entre os povos. Preconizamos a denúncia e o boicote dos órgãos da imprensa, produções literárias e
    cinematográficas, personalidades e organizações que fazem a propaganda para uma nova guerra.»
     
    Deste congresso saiu o Comité Permanente dos Partidários da Paz, que em março do ano seguinte, lançaria o Apelo de Estocolmo, pela abolição das armas nucleares, que recolheria centenas de milhões de assinaturas em todo o Mundo. No final de 1950, no Segundo Congresso, seria finalmente constituído o Conselho Mundial da Paz – do qual o CPPC é, hoje, membro do Secretariado e do Comité Executivo e Coordenador para a Europa.
     
    Assumindo o legado deste movimento e transportando na sua ação diária os seus princípios e objetivos, o CPPC assume no quotidiano aquele que é, desde sempre, o seu compromisso:
    agir lado a lado com todos quantos, em Portugal e no mundo, intervêm com a aspiração e a convicção de que é possível um mundo justo, democrático, solidário e de Paz.
     
    Como afirmou nesse longínquo abril de 1949, Frédéric Joliot-Curie, «a Paz é assunto de todos!»
  • Acampamento pela Paz 2014

    O documento de divulgação do Acampamento pela Paz já está nas ruas.
    Nos próximos dias 25, 26 e 27 de Julho em Évora! Muita animação, convívio, desporto, cultura, debates - claro tudo pela Paz

    Para participares manda mail para Este endereço de correio electrónico está protegido contra leitura por robôs. Necessita activar o JavaScript para o visualizar.

    https://www.facebook.com/plataforma40x25

  • Acampamento pela Paz 2015

    A Plataforma "40x25", que o CPPC integra, está a organizar novamente este ano o Acampamento da Paz, na cidade de Évora (no parque das piscinas municipais).

    O Acampamento pela Paz junta todos os anos centenas jovens de todo o país num ambiente de alegria, com cultura, desporto e debate à mistura, com os valores da paz e da amizade entre os povos sempre presentes.

    Junta-te a nós na sua preparação e participa!

     

  • Acampamento pela Paz 2016

  • Ação de Solidariedade com a Palestina | Faro

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    Mais de 80 pessoas estiveram presentes na ação de Solidariedade com a Palestina, contra a violência e a ocupação israelitas. A iniciativa teve início com um momento musical proporcionado por Luís Galrito e António Hilário, a que se seguiram as intervenções das organizações promotoras, com Ana Simões, pela USAlg, Isa Martins, pelo MDM e Sofia Costa, pelo CPPC.
    Palestina Vencerá!
    Intervenção do CPPC
  • Ação de Solidariedade com a Palestina | Lisboa

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    Largas centenas de pessoas encheram a Praça do Martim Moniz, em Lisboa, em solidariedade com a Palestina, contra a violência e a ocupação israelitas. Intervieram em representação das organizações promotoras Gustavo Carneiro, do CPPC; Carlos Almeida, do MPPM; e Isabel Camarinha, da CGTP-IN. Apresentada pelo ator Fernando Jorge Lopes, a concentração contou ainda com a participação de Maria do Céu Guerra, atriz e presidente do MPPM, que recitou o poema Bilhete de Identidade, do poeta palestino Mahmoud Darwish.
    Palestina vencerá!
    Intervenção do CPPC