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Constituição da República Portuguesa - Constituição de Abril - para defender e cumprir!

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50 anos depois da sua aprovação e promulgação pelo Presidente da República General Costa Gomes, realizou-se, no dia 2 de abril, uma sessão no ISEG, seguida de desfile e concentração frente à Assembleia da República - Iniciativas a que o CPPC se associou.
A Sessão, coordenada pelo Major General Jorge Aires, iniciou com a projecção do discurso do General Costa Gomes em 2 de Abril de 1976, quando promulgou a CRP acabada de ser aprovada e contou com as intervenções do Comandante Simões Teles, do Professou José Manuel Mendes e, na impossibilidade de estar presente, a leitura de mensagem do Comandante Silveira Pinheiro. Terminou com a leitura de poemas por André Levy.
Na concentração frente à AR intervieram o Major General Pedro Pezarat Correia, José Pedro Soares e Rita Branco, terminando com os participantes a cantar a Grândola, Vila Morena e a Portuguesa.
Muito mais do que uma comemoração o que se colocou foi a afirmação da importância do projecto de país que a Constituição da República Portuguesa (mesmo depois das 7 revisões que a amputaram de importantes direitos) continua a conter. Constituição que incorporou as profundas transformações que a Revolução de Abril, com a aliança Povo/MFA e a enorme participação dos trabalhadores e do povo levaram a cabo: a democracia política, social, económica e cultural que garante o progresso e a justiça social, amplos direitos aos trabalhadores e ao povo e a defesa da Paz, da cooperação e da amizade entre os povos. Constituição de Abril que precisamos de defender e fazer cumprir!

50º ANIVERSARIO DA CONSTITUIÇÃO ASSINALADO NO PORTO COM SESSÃO PÚBLICA

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Na quarta-feira, 1 de Abril, o 50º aniversário da aprovação e promulgação da Constituição da República Portuguesa foi assinalado, no Porto, com uma sessão pública na Praça Gomes Teixeira (Praça do Leões).
A iniciativa foi apoiada por ACR, AJA, ANSDT, CACDACO, CPPC, MDM, MPPM, MURPI, Projecto Ruído, UNICEPE, URAP, USP/CGTP-IN e Grupo Etnográfico da Universidade do Porto.
Além de vários apontamentos culturais, registaram-se diversas intervenções, entre as quais a de Avelino Gonçalves, deputado constituinte. Elsa Silva interveio em representação do MPPM.