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Sessão evocativa dos 77 anos dos bombardeamentos de Hiroxima e Nagasaki | Seixal

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Realizou-se na passada sexta feira, dia 5 de Agosto, na Galeria de Exposições Augusto Cabrita (Biblioteca Municipal do Seixal) uma sessão evocativa dos 77 anos dos bombardeamentos de Hiroxima e Nagasaki.
Esta iniciativa, organizada pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação e pela Câmara Municipal do Seixal - coordenador do Movimento Municípios pela Paz - inseriu-se no objetivo do reforço da defesa da Paz e contou com três momentos em que “Paz” foi a palavra de ordem.
A sessão teve início com um momento musical proporcionado por Vítor Paulo, na guitarra e na voz, acompanhado por João Neves, no teclado.
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CPPC assinala 77 anos dos bombardeamentos de Hiroxima e Nagasáqui

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O Conselho Português para a Paz e Cooperação assinala os 77 anos dos bombardeamentos de Hiroxima e Nagasáqui
 
- É urgente a assinatura e ratificação do Tratado de Proibição de Armas Nucleares
Em agosto de 1945 – a Segunda Guerra Mundial terminara na Europa, formalmente, apenas há três meses –, o mundo era confrontado com um ato inumano e inesperado. Sem aviso prévio, no dia 6, os Estados Unidos da América (EUA) lançavam sobre a cidade japonesa de Hiroxima uma bomba atómica, e três dias depois, outra sobre a cidade de Nagasáqui. À época, essas cidades eram desprovidas de importância militar, e o Japão encontrava-se em processo de capitulação.
A brutalidade da agressão torna-se desde logo evidente nos efeitos sobre a população: mais de cem mil mortos no momento da explosão; outros tantos até ao fim daquele ano; aumento vertiginoso da incidência de malformações congénitas e doenças oncológicas entre os sobreviventes dos bombardeamentos e seus descendentes (situação que ainda hoje perdura).
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Debate | A situação Internacional e a Defesa da Paz

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Decorreu ontem o segundo debate organizado pelo CPPC em parceria com a AEFCSH sobre A situação Internacional e a Defesa da Paz.
Desta vez teve lugar na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas em Lisboa, com a participação de Ilda Figueiredo, presidente da Direção Nacional do CPPC, Baptista Alves, Presidente da Mesa da Assembleia da Paz, Jorge Cadima, professor universitário e André Marques, dirigente associativo da AEFCSH.
Num debate amplamente participado, considerou-se que a guerra não é solução para um conflito, apelou-se ao estabelecimento de negociações de modo a que se encontrem soluções justas que sirvam para traçar o caminho para uma Paz duradoura.
Divulgou-se também a realização de uma iniciativa pública "Parar a guerra! Dar uma oportunidade à Paz!" que em Lisboa terá lugar no Largo de Camões, pelas 18h30. O CPPC apela à participação e à divulgação desta ação! 🕊️

Debate | Parar a Guerra! Dar uma oportunidade à Paz!

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Realizou-se ontem, no dia 9 de Março, um debate organizado pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação em Montemor-o-Novo, com a participação de Luís Carapinha.
"Parar a guerra, dar uma oportunidade à Paz", foi o título desta iniciativa na qual se discutiu a situação internacional, assumindo que a defesa da Paz não se concretiza através da guerra, e aludindo para a concentração que se realizará amanhã em vários pontos do país. Em Évora será pelas 18h00 no Largo de Camões.

É urgente travar a escalada de confrontação na Europa - é premente afirmar a defesa da Paz

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A evolução da situação na Europa confere uma particular atualidade e urgência ao que o CPPC expressou ser premente, em meados do mês de dezembro: a “urgente adoção de medidas capazes de reduzir, no imediato, a escalada militar e o perigo de confrontação, e de promoção do estabelecimento de medidas de confiança mútua que, a prazo, possibilitem o desanuviamento e a salvaguarda da paz”.
De então para cá, a tensão não deixou de escalar. Os EUA e a NATO reforçaram ainda mais a sua presença no Leste da Europa, enviando milhares de novos efetivos e poderosos meios aéreos e navais, e a sua retórica agressiva intensificou-se: vários responsáveis de Estados membros da NATO têm anunciado sanções «nunca vistas» contra a Rússia – incluindo as ameaças contra o Nord Stream 2, envolvendo o gás natural russo –, a pretexto do anúncio de uma pretensa «invasão» da Ucrânia, o que reiteradamente as autoridades russas negam.
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