Outras Notícias

  • CPPC expressa condolências pelo falecimento de Roland Weyl 30-04-2021

      O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) lamenta profundamente o falecimento de Roland Weyl, no passado dia 20 de abril. Advogado, anti-fascista,...

  • Faleceu Carlos do Carmo 04-01-2021

    Ao tomar conhecimento do falecimento de Carlos do Carmo, personalidade ímpar da cultura portuguesa, da música, um dos maiores intérpretes do fado, democrata e...

  • CPPC homenageia Rui Namorado Rosa e 70 anos de luta pela paz 17-03-2019

    O CPPC homenageou Rui Namorado Rosa, membro da sua Presidência e que durante anos assumiu as funções de presidente e vice-presidente da direcção nacional. A...

  • Faleceu Armando Caldas 13-03-2019

    Hoje, 13 de Março de 2019, o encenador e actor, membro da Presidência do Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), Armando Caldas, deixou-nos. Com um...

  • Homenagem a Rui Namorado Rosa 11-03-2019

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação tem o privilégio de contar com a participação, nos seus órgãos sociais, de Rui Namorado Rosa, que foi seu...

Estados Unidos isolados na provocação à Palestina

Os EUA vetaram na segunda-feira, 18, a resolução proposta pelo Egipto no Conselho de Segurança das Nações Unidas que visava a anulação do reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel. Esta resolução recebeu 14 votos a favor em 15, o que significa que os Estados Unidos ficaram isolados nesta pretensão, não contando sequer com o apoio dos seus mais próximos aliados, como a França e a Grã-Bretanha.

No dia seguinte, a Assembleia-Geral das Nações Unidas votou esmagadoramente – com 176 votos a favor em 193 possíveis – uma resolução que afirma o direito do povo palestiniano à sua autodeterminação. Hoje, quinta-feira, a Assembleia-Geral será chamada a votar uma resolução semelhante à proposta no Conselho de Segurança.

Entretanto, a representante dos EUA nas Nações Unidas, Nikki Haley, ameaçou que irá «tomar nota» dos países que votarem favoravelmente a proposta.

Debate “A Administração Trump, a situação nos EUA e suas repercussões na situação internacional”

“A Administração Trump, a situação nos EUA e suas repercussões na situação internacional” é o tema do debate promovido pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação na próxima segunda-feira, dia 20 de Fevereiro, pelas 18 horas, na Casa do Alentejo, em Lisboa.

Com este debate, o CPPC procura contribuir para o aprofundamento da discussão e análise da situação internacional, decorrente da eleição da Administração Trump.

Pela libertação dos cinco patriotas cubanos presos nos EUA

 

(Moção aprovada pela XXII Assembleia da Paz)
Cinco patriotas cubanos que dedicaram a sua vida a impedir que o seu país e os seus compatriotas fossem vítimas de acções terroristas perpetradas por organizações sediadas nos EUA encontram-se presos ou retidos neste país há mais de 13 anos.Antonio Guerrero, Fernando González, Gerardo Hernández, Ramón Labañino e René González foram, de forma injusta, sem comprovação de culpabilidade e sem terem sido respeitados os seus direitos, condenados a brutais penas de prisão.Durante estes 13 anos de detenção, inúmeras violações dos seus direitos foram cometidas pelas autoridades dos EUA, como a negação de visitas dos seus familiares, os obstáculos colocados ao contacto com os seus advogados ou o submetimento a longos e brutais períodos de isolamento.René González está, neste momento, em liberdade condicional, mas está obrigado a permanecer em Miami durante três anos, correndo sério riscos.A Assembleia da Paz diante da injusta situação imposta a estes cinco patriotas cubanos:•    Exige o respeito dos direitos e a libertação, sem condicionamentos, de Antonio Guerrero, Fernando González, Gerardo Hernández, Ramón Labañino, René González e o seu imediato regresso a Cuba, pondo fim, desta forma, a uma injusta e inaceitável situação que se prolonga há 13 anos.

 

50 Anos da "Marcha sobre Washington, pelo Trabalho e Liberdade"

Celebram-se, hoje, 50 anos da grande “Marcha sobre Washington, pelo Trabalho e Liberdade”, que reuniu 250 000 participantes e activistas pela exigência de um país mais justo, solidário e de igualdade social. Esta Marcha teve como precedentes as discriminações raciais e as grandes dificuldades vividas pela maioria do povo americano, nomeadamente a elevada percentagem de desemprego e a forte violência, exploração e pobreza que atingia sobretudo a população negra.

A Marcha sucedeu-se à multiplicação de lutas dirigidas por vários movimentos empenhados na defesa dos direitos dos cidadãos, e tornou-se ainda mais significativa por ter conseguido mobilizar tanta população, apesar das tentativas de desmobilização por parte da maioria da comunicação social, que condenava ao fracasso a sua realização.

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Nos 10 anos do Campo de Tortura de Guantánamo

Cumpre-se hoje uma década sobre o início da utilização, por parte dos Estados Unidos da América, da base de Guantánamo como centro de detenção ilegal e tortura de prisioneiros, no âmbito da famigerada guerra contra o terrorismo. Por lá passaram inúmeros prisioneiros que, raptados e secretamente transportados, privados das mínimas garantias legais e sem julgamento, foram sujeitos às maiores violências físicas e psicológicas. Estima-se que ainda permaneçam encarcerados em Guantánamo 170 prisioneiros, de um total de perto de 800 que ali estiveram nos últimos 10 anos. O presidente dos EUA, Barack Obama, comprometera-se a fechar o campo quando foi eleito, mas tal não aconteceu nem está previsto que aconteça.
 
O campo de Guantánamo é uma componente particularmente cruel da campanha de intimidação e da guerra de agressão que os EUA movem contra os povos do mundo e a sua soberania. Prova da impunidade com que os EUA e os seus aliados têm actuado cruel e ilegalmente visando unicamente a salvaguarda dos interesses dos seus grupos económicos, nomeadamente o complexo militar-industrial e as petrolíferas, à custa da violação dos direitos humanos e dos povos. Aqui se incluem os voos da CIA que, transportando prisioneiros para Guantánamo, contaram, na sua passagem pela Europa, com a cumplicidade silenciosa de diversos governos, incluindo o português.
 
Por ocasião deste negro aniversário, o CPPC reafirma também a exigência de encerramento do campo de tortura de Guantánamo e a devolução à soberania cubana dos terrenos dessa base militar norte-americana.

Perante este negro aniversário, o CPPC reafirma a exigência de encerramento do campo de torturas de Guantánamo e a devolução dos terrenos da base militar norte-americana à soberania cubana.

Nos 10 anos do Campo de Tortura de Guantanamo