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Por Cuba! Fim ao Bloqueio!

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No âmbito da Campanha de Solidariedade »Por Cuba! Fim ao Bloqueio!» terá lugar, no próximo dia 20 de novembro, na Universidade Popular do Porto, uma sessão sobre a situação em Cuba!
Participa!

Paz na educação

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No passado dia 30 de outubro, realizaram-se mais 2 sessões do educação para a paz com dezenas de alunos da Escola Básica São Francisco, em Alcochete. Nas sessões dinamizadas pela ativista da Paz Maria do Rosário Amador, os alunos puderam ouvir e falar sobre a Paz, pintar e brincar, construindo momentos em que os valores da fraternidade, da amizade e do respeito estivessem presentes.

Como punhos para decifrar o futuro

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A Casa do Alentejo, em Lisboa, acolheu hoje, 28 de outubro, uma participada sessão de apresentação do livro «Como Punhos Para Decifrar o Futuro / Para Ilda Figueiredo».
A iniciativa contou com a participação de Ilda Figueiredo, para quem foi feita esta obra-homenagem que conta com a participação de dezenas de autores, das mais diversas áreas e de todo o país.
Na conversa, moderada por Julie Neves, da Direção Nacional do CPPC, intervieram João Ferreira, vereador da Câmara Municipal de Lisboa, Isabel Camarinha, da DN do CPPC, Luís Jorge Gonçalves, professor na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa e Agostinho Santos, jornalista, artista plástico e coordenador deste livro.
No final da calorosa sessão, houve ainda espaço para breves intervenções da audiência, que valorizaram também a pessoa de Ilda Figueiredo, o seu papel e intervenção nas várias áreas de luta, desde os direitos das mulheres, à Paz.

Defender a paz e a soberania A América Latina não é o “quintal” dos EUA

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O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) repudia veementemente os graves atos de provocação e as sérias ameaças levados a cabo pela administração norte-americana, presidida por Trump, contra a República Bolivariana da Venezuela, a República da Colômbia e outros Estados da América Latina e Caraíbas, como Cuba, o Brasil ou o México.
Para além das inadmissíveis ameaças dirigidas aos chefes de Estado da Venezuela e da Colômbia, respectivamente Nicolás Maduro e Gustavo Petro, e da descarada afirmação do presidente dos EUA, Trump, de que estão em curso manobras de ingerência e desestabilização contra a Venezuela, que o próprio terá autorizado, incluindo com o recurso à CIA, sobressai o envio de navios de guerra e outros meios militares norte-americanos para o Mar das Caraíbas e os crimes cometidos contra embarcações, nomeadamente de pescadores, de que resultaram várias vítimas mortais.
O CPPC denuncia as tentativas de banalização e normalização de tais inaceitáveis atos de provocação, ameaças e intenções prosseguidas pelos EUA, que violam descaradamente os princípios da Carta das Nações Unidas e o direito internacional.
O CPPC lembra que não é de hoje, nem apenas desta administração norte-americana, o intervencionismo e a agressão que os EUA levam a cabo contra a Revolução bolivariana, o que esta significa de avanços conquistados para o povo venezuelano e exemplo que representa de firme defesa de soberania e de direitos para os povos latino-americanos e caribenhos e para os povos de todo o mundo.
O que os EUA pretendem é apoderarem-se, de novo, dos imensos recursos naturais da Venezuela, país que tem as maiores reservas de petróleo do mundo e é rico em gás natural, ouro, água doce e diversos minerais raros de grande utilização industrial.
É isto, e não quaisquer falsas e hipócritas preocupações com a “democracia” ou o “narcotráfico”, que move os EUA no que concerne à Venezuela e aos outros países da América Latina.
A séria ameaça de agressão militar direta dos EUA contra a Venezuela, hoje colocada, segue-se à intenção de subverter a ordem constitucional venezuelana através de sucessivas tentativas de golpe de Estado, à imposição de um férreo bloqueio económico, ao roubo de activos venezuelanos no exterior, ao caricato reconhecimento de um “presidente” fantoche, Guaidó, ligado à extrema-direita, à oligarquia e aos interesses norte-americanos.
Corina Machado, a quem foi atribuído o há muito desacreditado Prémio Nobel da Paz – atribuição que objectivamente se associa à operação de agressão à Venezuela –, insere-se igualmente nestes propósitos. Aparecendo como a dirigente da extrema-direita golpista venezuelana, subordinada aos EUA – particularmente a Trump, a quem dedica o prémio –, Corina Machado defende a aplicação de medidas coercivas e a intervenção militar externa contra o povo venezuelano e, entre outros exemplos da sua acção, assume público apoio a Netanyahu e à sua política de ocupação, colonização e agressão.
Foi esta mesma oligarquia que durante décadas – até à primeira vitória eleitoral de Hugo Chávez, em 1998 – privou a esmagadora maioria dos venezuelanos dos mais elementares direitos (habitação, saúde, educação, proteção social, trabalho com direitos) e utilizou os avultados rendimentos associados ao petróleo para a criação de uma classe dirigente parasitária e profundamente subordinada aos EUA, responsável por mais de 80% da população venezuelana viver na pobreza.
Os brutais efeitos económicos e sociais do cerco económico dos EUA desmentem qualquer pretensa preocupação com o povo venezuelano, principal afetado pelas carências provocadas pelo bloqueio.
As ameaças contra a Venezuela e a Colômbia, a intensificação do bloqueio contra Cuba, as medidas coercivas contra a Nicarágua ou as pressões e as medidas económicas e políticas contra o Brasil, o México e outros países, revelam as intenções dos EUA de tentarem impedir a afirmação da soberania e o direito ao desenvolvimento dos povos latino-americanos e caribenhos.
Os EUA querem que a América Latina e as Caraíbas sejam o seu “quintal”, para que possam impor o domínio sobre esta região, bem como saquear os seus ricos recursos. Para tal e ao longo de décadas, os EUA levaram a cabo intervenções militares, assim como golpes de Estado – como no Chile, no Brasil ou na Venezuela – e sustentaram brutais ditaduras militares fascistas, responsáveis pelo assassinato de muitos milhares de democratas.
O CPPC apela à solidariedade com a Venezuela bolivariana, o povo venezuelano, o povo colombiano, o povo cubano e em geral com os povos latino-americanos e caribenhos que defendem a sua soberania e direitos, incluindo o direito à Paz, face à ingerência e à agressão dos EUA.
Cabe aos povos decidirem dos seus destinos e usufruírem dos seus recursos em benefício do seu bem-estar e do progresso dos seus países.
A Direção Nacional do CPPC
27-10-2025