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Pela Cultura da Paz, no Concerto em Loulé

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O Conselho Português para a Paz e Cooperação, com o apoio do município de Loulé, realizou, no passado dia 26 de Outubro, mais um Concerto pela Paz em Loulé, no Cineteatro Louletano.
A apresentação esteve a cargo de Catarina Teixeira, da presidência do CPPC, vestida com uma criação do estilista Luís Barbeiro em homenagem ao povo palestiniano.
Actuaram o Clube de Cordas e o Teatro Analise de Loulé, grupos de alunos da Casa da Cultura de Loulé, José Alegre, mestre da guitarra portuguesa, Luís Galrito e António Hilario e o grupo de dança Contemporânea Fusion.
Sofia Costa da Direção Nacional do CPPC dirigiu umas palavras a todos os presentes apelando à mobilização de todos na exigência do fim dos conflitos, do fim da corrida armamentista, do respeito pela carta das Nações Unidas e do Artigo 7° da Constituição da República Portuguesa.
Apelou ainda á participação de todos na manifestação de solidariedade com o povo palestiniano que se realizará dia 7 de Novembro, às 18h, em Loulé, do Coreto à Casa da Cultura de Loulé.
Vítor Aleixo, presidente da Câmara Municipal, valorizou o trabalho conjunto com o CPPC nas áreas da educação e cultura pela paz no município e apelou à sua continuidade e á participação de todos.

DIÁLOGO DE CULTURAS NA COVA DA MOURA

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Na tarde de 25 de Outubro, a Associação Moinho da Juventude, na Cova da Moura, Amadora, acolheu uma iniciativa inserida na campanha «Todos pela Palestina! Fim ao genocídio! Fim à ocupação!» que pôs em diálogo tradições e culturas de Portugal, de Cabo Verde e da Palestina.
Num primeiro momento, assistimos a um batuque interpretado pela Batukadeiras Finka Pé e a uma exibição de dança dabke pelo grupo Handala Dabke, duas manifestações culturais que nasceram para animar ocasiões festivas mas que vieram a tornar-se símbolos de resistência anti-colonial, em Cabo Verde e no Mediterrâneo Oriental.
Com a presença do realizador Manuel Guerra, professor da Escola Superior de Teatro e Cinema, na Amadora, foi em seguida projectado o filme «Cova da Moura na Palestina» que documenta a viagem de jovens do Grupo Comunitário de Teatro Fórum do Grupo do Teatro do Oprimido de Lisboa — DRK para participar na 3ª Edição do Festival Internacional de Teatro Fórum da Palestina que decorreu em 2011 sob o tema "Atitude positiva contra a passividade". O filme mostra a descoberta, tanto das diferenças como das convergências das culturas postas em contacto, e reflecte sobre os muros — visíveis e invisíveis — que subsistem no mundo contemporâneo.
Catarina Nascimento compôs e interpretou uma canção dedicada à Palestina.
O encontro terminou com uma ronda de conversa introduzida e animada por Julie Neves, do CPPC, e em que participaram: Serenah Sabat, refugiada palestina residente em Portugal; Carlos Almeida, do MPPM; José Castilho, do Projecto Ruído; Manuel Guerra, realizador; Reginaldo e Tchino, dois dos jovens que se deslocaram à Palestina em 2011; e Flávio Almada, da Vida Justa.
Houve ainda oportunidade para experimentar uma mostra da gastronomia palestina e ficou um apelo para uma grande participação nas manifestações que, em 29 de Novembro, às 15h em Lisboa (Restauradores) e no Porto (Praça da Batalha), serão o culminar desta Campanha de Solidariedade com o Povo Palestiniano.

Educação para a Paz na Escola Básica São Francisco em Alcochete

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No dia 22 de Outubro realizaram-se 3 sessões de educação para a paz com a participação de dezenas de alunos.
Entre conversas, risos e pinturas, os alunos puderam partilhar o que era para si a Paz e de que formas a construir no seu dia-a-dia.
As sessões foram dinamizadas pela ativista da Paz, Maria do Rosário Amador.

Centenas de pessoas no Porto reafirmam a solidariedade com o povo palestiniano

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No âmbito da Campanha de solidariedade «TODOS PELA PALESTINA! FIM AO GENOCÍDIO! FIM À OCUPAÇÃO» teve lugar, ontem, dia 22, na Praceta da Palestina no Porto, mais uma importante iniciativa de solidariedade para com a Palestina.
As intervenções, de Manuela Branco pelo CPPC, Paulo de Carvalho pela CGTP-IN/USP, Álvaro Pinto pelo MPPM e Francisco Aguiar pelo Projeto Ruido-Associação Juvenil convergiram na necessidade de cessar-fogo real e permanente, do acesso irrestrito de ajuda humanitária, do cumprimento do direito de retorno dos refugiados palestinianos e do respeito e cumprimento pelas resoluções da ONU, nomeadamente no que respeita à criação de um Estado da Palestina, soberano e viável nas fronteiras anteriores a 1967 e com capital em Jerusalém Oriental.