Outras Notícias

FacebookTwitterRSS Feed

Encontro com a Central Bolivariana Socialista de Trabalhadores da Venezuela,

WhatsApp Image 2026-03-23 at 12.25.33 (1).jpeg

No dia 20 de março, por convite da CGTP-IN, o CPPC reuniu com uma delegação da Central Bolivariana Socialista de Trabalhadores, da Venezuela, que esteve de visita ao nosso país.
No encontro em que o CPPC esteve representado por Isabel Camarinha, presidente da Direção Nacional e Rita Magalhães, da Comissão Fiscalizadora, houve oportunidade para obter informações sobre a situação no país após o ataque militar dos EUA e o sequestro do Presidente Nicolás Maduro e da deputada Cília Flores e a determinação do povo venezuelano em defender a sua soberania e direitos nacionais.
O CPPC reiterou a solidariedade de sempre com o povo venezuelano, a rejeição das agressões e ameaças dos EUA e exigência da libertação do Presidente e da deputada e de respeito perlo direito internacional, bem como informámos da realização de um conjunto de iniciativas de solidariedade em todo o país e da manifestação Paz, Soberania e Solidariedade! Fim às ameaças e às agressões dos EUA! em 14 de março em Lisboa e no Porto em que a solidariedade com a Venezuela teve uma muito forte presença. Informámos também do acto de denúncia que terá lugar em 26 de março, em Lisboa, data da 2ª audiência do julgamento de Nicolás Maduro e Cília Flores com a recolha de postais solidários.
Reafirmou-se o compromisso do CPPC de prosseguir a sua ação de mobilização em defesa da paz e de solidariedade com os povos.
 
WhatsApp Image 2026-03-23 at 12.25.33 (2).jpeg

Solidariedade com a Palestina! Fim ao genocídio! Fim à ocupação! Paz no Médio Oriente e no Mundo!

653089852_1195959679415472_7678199653826958640_n.jpg

No dia em que se assinala o Dia da Terra Palestina, reafirmamos a solidariedade com o povo palestiniano, a exigência do fim do genocídio e da ocupação por Israel, e da paz no Médio Oriente e no Mundo.

Centenas de milhares de palestinianos mortos e feridos, milhões de desalojados, zonas residênciais, hospitais, centros de saúde, escolas e instalações das Nações Unidas completamente destruídos. É este o rasto de devastação deixado por Israel ao longo de dois anos e meio de guerra genocída contra a população palestiniana na Faixa de Gaza, que continua.

O acordo de “cessar-fogo” não significou o fim da agressão israelita. Os palestinianos, muitos deles crianças, continuam a ser assassinados pelo exército israelita. Na Cisjordânia e em Jerusalém Oriental alastram os colonatos, intensificam os ataques violentos de colonos e do exército israelita contra o povo palestiniano e o seu direito ao trabalho mantém-se violentado, votando milhares ao desemprego e à pobreza.

Israel continua a impedir a entrada de ajuda humanitária, quer para suprir as necessidades alimentares e médicas dos palestinianos, quer para a reconstrução das infra-estruturas essenciais na Faixa de Gaza.

Ao mesmo tempo, Israel, com o apoio dos Estados Unidos da América, multiplica as agressões a países do Médio Oriente, nomeadamente ao Irão, ao Líbano e à Síria, numa escalada de confrontação com graves consequências no plano regional e amplas repercussões no plano mundial.

A escalada de confrontação promovida pelos EUA e Israel no Médio Oriente não está desligadada intensificação das ameaças e da agressão dos EUA a outros países no mundo, como é o caso da Venezuela, de Cuba, do México, da Colômbia, da Gronelândia, mas também de guerras que se prolongam, como na Ucrânia ou no Sudão.

É necessário recolocar a paz no centro da agenda mundial, reafirmar o primado dos princípios da carta da ONU e do direito internacional. É necessário pôr fim à guerra e à confrontação no Médio Oriente, na Europa e em todas as outras partes do Mundo.

Ao Governo português exige-se o cumprimento da sua obrigação constitucional de tomar iniciativas no plano internacional que visem a solução pacífica dos conflitos, o reconhecimento do direito dos povos à autodeterminação, e o respeito pela soberania e pela independência dos Estados. Exige-se, em particular, coerência com o reconhecimento do Estado da Palestina contribuindo para a sua viabilização e sustentabilidade.

Apelamos a que se juntem a nós, no próximo dia 30, às 18h00 na Praça Luís de Camões, em Lisboa, em Solidariedade com a Palestina! Pelo Fim ao genocídio! Pelo Fim à ocupação! Pela Paz no Médio Oriente e no Mundo!

As organizações promotoras:

Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses - Intersindical Nacional
Conselho Português para a Paz e Cooperação
Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente
Projecto Ruído - Associação Juvenil

FIM À AGRESSÃO E AMEAÇAS DOS EUA! SOLIDARIEDADE COM A VENEZUELA

653710659_1195056502839123_5572189532648161599_n.jpg

No dia 26 de março realiza-se a 2ª audiência do julgamento de Presidente Nicolás Maduro e da deputada Cília Flores sequestrados pelos EUA desde 3 de janeiro, dia em que a Venezuela foi sofreu ataques militares e agressão e ameaças que continuam, em total violação do direito internacional.
📍📆DIA 26 MARÇO - 17H RUA 1º DEZEMBRO, LISBOA (final da Rua do Carmo)
LIBERDADE PARA O PRESIDENTE NICOLÁS MADURO E PARA A DEPUTADA CÍLIA FLORES
Esta acção de denúncia e exigência terá a recolha de postais solidários