Outras Notícias

FacebookTwitterRSS Feed

Fim ao genocídio! Solidariedade com a Palestina em Faro

515703859_18393273979191345_3027084671888960175_n.jpeg

Mais de duas centenas de pessoas participaram dia 4 julho em Faro frente ao Algarve Shopping numa concentração promovida pelo CPPC, CGTP-IN, MPPM, Projecto Ruído e MDM em solidariedade com o povo palestiniano e exigindo o fim do genocídio e o reconhecimento dos direitos do povo palestiniano. A iniciativa contou com intervenções das organizações promotoras e terminou com a colocação, por membros das organizações, de bandeiras da Palestina na Rotunda adjacente, simbolizando o necessário e urgente reconhecimento por Portugal do Estado da Palestina.

Almoço da paz em Albufeira

515183417_993823142962461_7687992250895552204_n.jpg

O núcleo de Albufeira do CPPC, à semelhança de anos anteriores, realizou mais um almoço da Paz. Participaram mais de 50 defensores da Paz, de várias entidades locais, como a URAP, o MDM, a CNA, a CGTP-IN e ainda professores e alunos da Academia da Idade Maior de Albufeira, que participaram pela primeira vez numa acção do CPPC e manifestaram vontade de marcar uma iniciativa connosco.
O almoço realizou-se no Restaurante o Mirante 3 e contou com um momento cultural proporcionado por Joaquim Andrés. A apresentação e agradecimentos foram feitos por Manuela Vicente, do núcleo do CPPC de Albufeira, seguidos de uma leitura de poemas escolhidos por Clara Santana Rita, do mesmo núcleo. A intervenção final foi trazida por Sofia Costa, da Direção Nacional do CPPC, que salientou a importância da participação de todos nas diferentes acções em defesa da Paz, valorizando a participação daquele núcleo no IV Encontro pela Paz, recentemente realizado, bem como nas diversas iniciativas em escolas do concelho e outras actividades realizadas na região.
Apelou à participação de todos na iniciativa de apelo à Paz no Médio Oriente, marcada para o próximo dia 4 de julho em Faro.

Contra a cimeira da NATO e os seus objetivos Rejeitar a corrida aos armamentos! Defender a paz!

513295274_991249353219840_9089186986146064301_n.jpg

As decisões da cimeira da NATO realizada em Haia, nos Países Baixos, nos dias 24 e 25 de junho, constituem um novo e perigoso salto na escalada de guerra e confrontação, que o Conselho Português para a Paz e Cooperação denuncia e combate.
Assentando na falsa retórica que procura imprimir uma falsa necessidade e urgência do rearmamento da Europa, a cimeira aprovou o aumento das despesas militares para um patamar de 5% do PIB, o que mais que duplica aquela que era a meta até aqui assumida. Importa lembrar que os membros europeus da NATO já assumem hoje gastos militares superiores aos da China e da Rússia: a NATO, no seu todo, ronda os 55% e os EUA sozinhos assumem 37% do total mundial.
O CPPC denuncia estes propósitos pelo que eles representam de intensificação da perigosa corrida aos armamentos, mas também pelas consequências que terão nas condições de vida dos povos – e em particular do povo português: quando o SNS e a Escola Pública se debatem com tantas insuficiências, os salários e as pensões são baixos e não chegam para as necessidades, quando existem imensas lacunas na habitação, na cultura, no desporto, na proteção social, a intenção de desviar avultados recursos para o armamento suscita a mais viva indignação. E de nada valem as promessas do Governo quando à conciliação de tudo isto, quando foi o próprio Secretário-Geral da NATO, Mark Rutte, a propor que as verbas para o armamento saíssem precisamente da saúde e da proteção social.
O CPPC condena a subserviência do Governo PSD/CDS, que – com o apoio de Chega e PS – se prontificou a antecipar para este ano o cumprimento da anterior meta de 2% e aceitou as perspetivas apontadas pela cimeira da NATO.
A cimeira, e as semanas que a antecederam, revelaram que, discordâncias à parte – reais ou encenadas –, a NATO continua a ser o que sempre foi, desde a sua criação: um instrumento de dominação e guerra ao serviço dos interesses económicos e geo-estratégicos dos EUA. Isso ficou claro no apoio dado aos bombardeamentos norte-americanos contra o Irão, na cumplicidade com o genocídio cometido por Israel contra o povo palestiniano na Faixa de Gaza, e nas declarações subservientes de Mark Rutte sobre Donald Trump.
O que esteve em cima da mesa foi, tão somente, uma maior participação dos membros europeus no "esforço de guerra", com mais armamento. Neste aspeto, as semelhanças entre a atual administração norte-americana e a anterior é fundamentalmente de estilo: enquanto Biden "apelava", Trump não dá alternativas – impõe. Como ficou comprovado num documento interno da Secretaria de Estado da Defesa dos EUA, divulgado por vários órgãos de informação, o objetivo dos EUA é concentrar esforços e meios na confrontação face à China, deixando para os aliados os outros "teatros de operações".
O Conselho Português para a Paz e Cooperação reafirma o seu compromisso de alargar a luta pela paz, pela dissolução dos blocos político-militares, pelo desarmamento. É necessário um verdadeiro e comprometido empenho na diplomacia para a solução política dos conflitos, que não deve ser substituído pela ameaça de agressão, pela agressão, nem pela confrontação.
A todos os que defendem a paz, o progresso social e os direitos dos povos está colocada a necessidade de intensificar a denúncia do papel da NATO e de levar mais longe a exigência da sua dissolução, em conformidade, aliás, com o espírito e a letra da Constituição da República Portuguesa. O compromisso do CPPC é, desde a sua fundação, contribuir para que se desenvolva um forte e amplo movimento pela paz, pelo desarmamento, pela solidariedade e a cooperação, que tenha por base os princípios inscritos na Constituição da República Portuguesa e os princípios do direito internacional, conformes com a Carta da ONU e os constantes na Acta Final da Conferência de Helsínquia.
A direção nacional do CPPC
27 de junho de 2025

Encerrar o ano lectivo com Paz!

RA1.jpeg

No dia 27 de junho realizaram-se duas sessões de educação para a Paz com duas turmas, dinamizadas por Maria do Rosário Amador, na
EB23 General Humberto Delgado em Santo António dos Cavaleiros.
No último dia de aulas, os alunos participaram com animação, conversando sobre os valores da paz e da amizade!