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Sons, cores e palavras pela Paz

Realizou-se, no passado dia 25 de Março a IV sessão Sons, Cores e Palavras pela Paz em parceria com o Club Farense.
Uma iniciativa cultural em defesa da paz muito participada, com casa cheia para assistir a vários momentos de diferentes expressões artísticas.
Durante o decorrer da sessão, apresentada por Isa Martins, decorreu uma pintura ao vivo, realizada pelo artista Ben Helmink, membro da Peace and Art Society, que tem colaborado com o CPPC em várias iniciativas, nomeadamente nas exposições itinerantes, como a que se encontra actualmente patente na Casa Manuel Teixeira Gomes em Portimão até ao final do mês.
Houve vários momentos de poesia apresentados por Esmeralda Bisnoca e João Vasco Henriques, intercalados com momentos musicais trazidos brilhantemente, num primeiro momento, por Luís Galrito e António Hilário e, num segundo momento, pelo Grupo Coral II Capítulo, dirigido pelo maestro João de Almeida.
Para encerrar a sessões, intervieram o director do Clube Farense, Augusto Mirante e Sofia Costa, da Direção Nacional do CPPC.
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SESSÃO DE EDUCAÇÃO PARA A PAZ EM OLHÃO

Realizou-se, no passado dia 25 de Março, uma sessão sobre a Paz na Escola Secundária Dr. Francisco Fernandes Lopes sobre.
Foi uma sessão muito participada pelos mais de 100 alunos que estimularam o debate, onde vários demonstraram a sua preocupação com a situação internacional e os perigos que a guerra coloca à humanidade.
Foi reafirmada a importância da luta pela Paz e por um mundo de cooperação, amizade e solidariedade!
 
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Solidariedade com a Venezuela bolivariana

O Conselho Português para a Paz e Cooperação denuncia o cruel e desumano tratamento de trabalhadores emigrantes venezuelanos pelos Estados Unidos da América e por El Salvador e expressa a sua solidariedade a estes, às suas famílias e ao povo venezuelano.
Os abusos reportados por trabalhadores emigrantes venezuelanos detidos, referindo-se quer às prisões nos EUA, quer à prisão em El Salvador, constituem uma clara e premeditada violação dos direitos humanos.
Como o CPPC tem vindo a denunciar, o bloqueio económico e financeiro contra a República Bolivariana da Venezuela, imposto pelos Estados Unidos da América e incentivado e apoiado pela extrema-direita golpista venezuelana, estão na raiz de grande parte das dificuldades sentidas pelo povo venezuelano e, consequentemente, da emigração em massa de cidadãos venezuelanos, muitos dos quais vítimas de discriminação em países de destino.
Ao mesmo tempo, a Administração Trump insiste na desestabilização da Venezuela, anunciando a imposição de uma tarifa secundária de 25% aos países e entidades que comprem petróleo e gás à Venezuela. Trata-se de de uma inaceitável medida, ilegal à luz do direito internacional, que visa utilizar o comércio como forma de chantagem política sobre um povo, procurando colocar entraves ao desenvolvimento da Venezuela e atingir as condições de vida do povo venezuelano.
O CPPC exige o respeito dos direitos dos trabalhadores emigrantes venezuelanos e o fim da ingerência externa, da desestabilização e da agressão contra a Venezuela bolivariana por parte dos EUA.
O CPPC saúda a resistência do povo venezuelano em defesa da sua soberania e direito ao desenvolvimento. O povo venezuelano, como qualquer outro povo do mundo, tem o direito de decidir soberanamente o seu caminho.
A direção nacional do CPPC
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