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Médio Oriente, guerra e a urgência de lutar pela paz em debate na Casa do Alentejo

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A Casa do Alentejo acolheu, no dia 5, o debate “Paz no Médio Oriente! Juntos contra a guerra!”, que contou com a participação de Isabel Camarinha e Carlos Almeida, em representação das organizações promotoras, o CPPC e o MPPM, e ainda do major general Agostinho Costa e do professor Viriato Soromenho-Marques. A premência do tema e o prestígio dos participantes levou a que o salão estivesse à pinha.
Nas várias intervenções foi destacada a importância de criar – alargar será mais apropriado – um forte movimento popular de rejeição da guerra, do militarismo, da corrida aos armamentos e da solidariedade com os povos vítimas de agressão e ameaça dos EUA e seus aliados. A manifestação do próximo dia 14, em Lisboa e no Porto, dará seguramente um forte impulso a este objetivo.
As verdadeiras razões por detrás da actual guerra contra o Irão, como de outras, presentes ou passadas, foram também reveladas – e não, não se prendem com democracia ou direitos humanos, mas sim com controlo de recursos naturais e energéticos e com domínio geoestratégico. Para além da guerra que se trava no terreno concreto – nas cidades, nos mares ou nos céus – falou-se de outra, que tem as perceções de cada um de nós como campo de batalha. Os órgãos de comunicação social estão, no essencial, domados pelos interesses que promovem as guerras, as agressões e os bloqueios, pelo que dali nada virá para ajudar à compreensão do tempo em que vivemos e dos perigos imensos que comportam: ao contrário do que alguns sugerem, de uma guerra nuclear não sairão vencedores, reafirmou-se no debate, onde se recordou ainda as mentiras que sustentaram anteriores guerras de agressão – no Golfo (1990-91), na Jugoslávia (1999), no Iraque (2003), na Líbia e na Síria (2011), no Irão.
Este quadro mediático reforçou nos presentes a certeza de que as forças e movimentos que defendem a paz dependem acima de tudo dos seus próprios meios para esclarecer e mobilizar para uma mais determinada ação pela paz, o desarmamento e a solidariedade com os povos que defendem a sua soberania e direito ao desenvolvimento.

Paz no Médio Oriente! Juntos Contra a Guerra!

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📆 Esta quinta-feira, 5 de Março, na Casa do Alentejo, o CPPC e o MPPM convocam um debate em defesa da Paz e sobre a situação no Médio Oriente!
📍A sessão, que se realiza às 18h, contará com as intervenções o major-general Agostinho Costa, do professor univesristário José Viriato Soromenho-Marques, do vice-presidente da DN do MPPM Carlos Almeida e da presidente da DN do CPPC, Isabel Camarinha.
✊Convidamos todos a participar!

 

 

Liberdade para o Presidente Nicolás Maduro e Cilia Flores

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O Presidente da República Bolivariana da Venezuela, Nicolás Maduro, e a sua esposa, a deputada Cilia Flores, foram raptados durante a agressão militar dos EUA à Venezuela, a 3 de Janeiro, e encontram-se sequestrados há 60 dias nos cárceres norte-americanos.
O rapto e sequestro do Presidente Nicolás Maduro e da sua esposa pelos EUA constitui uma gravíssima e continuada afronta ao direito internacional, a pretexto de inaceitáveis mentiras e falsas alegações, para as quais não existe qualquer fundamento.
Um rol de ilegalidades que continua a ser prosseguido pelas autoridades norte-americanas ao tentar impedir a defesa do Presidente venezuelano e da sua esposa, ao obstaculizar o pagamento ao advogado.
Estando prevista a realização de uma audição no tribunal no dia 26 de Março é o momento de ampliar a exigência do fim imediato desta tamanha ilegalidade e injustiça.
O CPPC apela aos activistas da paz, aos democratas e patriotas, a que se associem à campanha que está a ser levada a cabo pelo povo venezuelano, e em todo o mundo, sob o lema «Los Queremos de Vuelta», juntando a sua voz à exigência da libertação imediata do Presidente Nicolás Maduro e de Cilia Flores.
Não podemos ficar indiferentes à agressão dos EUA contra a Venezuela, contra o povo venezuelano! Sejamos solidários com a luta da Venezuela bolivariana em defesa da paz, da soberania e dos direitos do povo venezuelano!
Fim à agressão dos EUA à Venezuela
Solidariedade com o povo venezuelano!

50 anos da RASD assinalados em sessão pública no Porto

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No passado dia 27 de Fevereiro, dia em que se comemorava o 50º aniversário da Proclamação da República Árabe Saaraui Democrática, realizou-se, na UPP, um debate sobre a situação no Sara Ocidental.
Participaram nessa sessão Omar Mih representante da Frente Polisário em Portugal, Manuela Branco, vice-presidente do CPPC e Marta Cruz, professora.
Na sessão, que contou com a participação de espectadores presencial e digitalmente, foi reafirmada a solidariedade com a luta do povo do Sara Ocidental pela sua autodeterminação e independência, e exigido, por parte do governo português, o reconhecimento da República Árabe Sarauí Democrática e a adoção de uma posição interventiva, coerente com o direito dos povos colonizados à autodeterminação e independência, nomeadamente do povo sarauí, no respeito do artigo 7.º da Constituição da República Portuguesa que preconiza a abolição do imperialismo, do colonialismo e de quaisquer outras formas de agressão, domínio e exploração nas relações entre os povos.