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Solidariedade com a Palestina - Serpa

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De 25 de janeiro a 15 de fevereiro, decorre em Serpa, na Biblioteca Municipal a iniciativa Solidariedade com a Palestina, organizada pelo Município de Serpa em parceria com o Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente (MPPM) e o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC).

O objetivo é informar e promover o debate e a consciencialização sobre os direitos do povo palestiniano, a paz no Médio Oriente e no Mundo, através de atividades culturais, educativas e artísticas. O programa destaca a exposição "A Questão Palestina: O Essencial", patente de 25 de janeiro a 15 de fevereiro, a exibição de filmes e debates para escolas, uma instalação mural sobre a Palestina por Xana Melão, uma oficina de arte conduzida por Andrew Smith e Cante para a PAZ, pelo grupo coral feminino “As ceifeiras de Pias”.

No dia 8 de fevereiro, às 16:00, realiza-se a Sessão Solidariedade com intervenções de Carlos Almeida do MPPM, José Baguinho do CPPC e a Vereadora Odete Borralho do Município de Serpa.

Venezuela Hoje - Sessão Pública

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No próximo dia 11 de fevereiro realiza-se, na Casa do Alentejo, em Lisboa, às 18h, uma sessão sobre a situação na Venezuela.
A sessão contará com a participação da embaixadora da Venezuela em Portugal e com testemunhos de vários representantes de organizações que estiveram solidariamente presentes na tomada de posse do presidente Nicolás Maduro, no passado dia 10 de Janeiro, em Caracas.
Convidamos todos a participar!

Paz - o maior desafio do nosso tempo | Gondomar

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Realiza-se, no próximo dia 13 de fevereiro, mais uma sessão de conversa sobre a "Paz - o maior desafio do nosso tempo!".
Desta vez, contando com a participação de Pedro Ponte e Sousa, Rui Pereira e Ilda Figueiredo, a sessão tem lugar na Junta de Freguesia de Rio Tinto (Gondomar).
Terá início às 18h e convidamos todos a participar!

Pela paz, o desarmamento e a cooperação: Mark Rutte não é bem-vindo em Portugal

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O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) repudia os objetivos da visita a Portugal do Secretário-Geral da NATO, Mark Rutte, realizada hoje. A visita integra-se num périplo por vários países membros deste bloco político-militar belicista visando, entre outros gravosos objectivos, intensificar a política de confrontação e elevar os gastos com os armamentos e a guerra, agravando os riscos de um conflito generalizado de grandes proporções.
 
Foi precisamente Mark Rutte quem, há semanas, instou os países europeus membros da NATO a cortarem nas verbas para os serviços públicos, as pensões e as prestações sociais, para gastarem mais no armamento e na guerra, dizendo para estes se «prepararem para a guerra», fazendo a apologia da escalada belicista levada a cabo pela NATO. Recorde-se que os 32 países que integram a NATO são já responsáveis por mais de metade das despesas militares no mundo, assumindo-se como os principais responsáveis pela corrida aos armamentos.
Como ficou claro na grande manifestação «É urgente parar a guerra! Todos juntos pela Paz!», realizada no passado dia 18, são cada vez mais os que, em Portugal, recusam este caminho de militarismo e de guerra, e que estão dispostos a defender a paz, o desarmamento, os salários e as pensões, os direitos, a vida dos jovens: «baixem as armas, aumentem os salários», «o povo quer a paz, não o que a guerra traz» e «queremos paz e cooperação, não queremos ser carne para canhão» foram palavras de ordem proferidas a milhares de vozes na manifestação, cujo significado é inequívoco.
 
Não esquecemos que a NATO foi responsável por apoiar ditaduras e golpes de Estado fascistas, bombardeou a Jugoslávia, arrasou o Afeganistão, invadiu e ocupou o Iraque, destruiu a Líbia, se alargou continuamente ao leste da Europa, tendo profundas responsabilidades no desencadear da confrontação e da guerra na Ucrânia, designadamente a partir de 2014.
Reafirmando a rejeição da visita de Mark Rutte ao nosso País e dos seus objetivos, o CPPC sublinha que se exige das autoridades portuguesas uma posição firme em defesa dos princípios inscritos na Constituição da República Portuguesa, que, no seu artigo 7.º, consagra a defesa da paz, do desarmamento, da solução pacífica dos conflitos e pugna pela dissolução dos blocos político-militares e o estabelecimento de um sistema de segurança coletiva, com vista à criação de uma ordem internacional capaz de assegurar a paz e a justiça nas relações entre os povos.
 
A Direção Nacional do CPPC
27-01-2025