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Exposição de Artes Plásticas Pela Paz, Por Abril

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O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) celebra o 50º aniversário do 25 de Abril, destacando-o como um marco de paz que pôs fim à guerra colonial e reconheceu a independência dos povos colonizados. A Revolução de Abril trouxe direitos fundamentais como liberdade, saúde e educação públicas, e a abolição da censura e da polícia política. Em 1976, foram formalmente registados os Estatutos do CPPC, refletindo a luta pela paz e democracia em Portugal.

O 25 de Abril permitiu conquistas políticas, económicas, sociais e culturais que transformaram Portugal, consagradas na Constituição da República Portuguesa. O CPPC reafirma a importância dos valores da Revolução de Abril, especialmente num contexto global de ameaças à paz e segurança, como guerras e militarismo crescente.

Esta exposição reflete a ação do CPPC na continuidade de promoção da paz, da soberania e da cooperação, colaborando com artistas e organizações para expandir a cultura da paz, em parceria com a associação de arte algarvia Peace and Art Society.

A inauguração da exposição terá lugar no próximo dia 7 de dezembro, pelas 18h na Galeria de Arte da Praça do Mar, em Quarteira, e estará patente até ao dia 1 de fevereiro de 2025.

CPPC representado na 48º EUCOCO

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O Conselho Português para a Paz e Cooperação participou, nos dias 29 e 30 de novembro, na 48° Conferência Europeia de apoio e Solidariedade com o Povo Saharauí - EUCOCO - que teve lugar em Lisboa, e onde esteve representado pela dirigente Sofia Costa.
Na sessão de abertura, que teve lugar no primeiro dia da conferência, estiveram também presentes o vice-presidente da mesa da assembleia da paz, Armando Farias, e um membro do CPPC do núcleo de Beja, José Baguinho.
No grupo de trabalho dedicado aos direitos humanos -- um dos temas em debate -- o CPPC teve oportunidade de reafirmar a solidariedade que ao longo de décadas tem demonstrado ao povo saharauí, na sua justa causa pela autodeterminação.
Foi reafirmada a exigência que o CPPC tem feito, nomeadamente junto do governo português, para o reconhecimento do Sahara Ocidental como estado independente e soberano, do direito à autodeterminação do povo saharauí, e o reconhecimento da Frente Polisário como sua legitima representante
O CPPC partilhou algumas experiências do seu trabalho para o alargamento da solidariedade, nomeadamente com a promoção de iniciativas junto de jovens, escolas, associações culturais, e outras entidades da sociedade civil, denunciando a ocupação marroquina deste território, que dura há quase 50 anos.
Recentemente o Tribunal de Justiça Europeu invalidou os acordos comerciais entre a União Europeia (UE) e Marrocos relacionados com a pesca e os produtos agrícolas explorados nos territórios ilegalmente ocupados do Saara Ocidental, reconhecendo a Frente Polisário como a legítima representante do povo saharauí.
Mais uma vez o CPPC exigiu que o governo português tome medidas concretas para que o direito Internacional seja respeito quer no que respeita às relevantes resoluções da ONU sobre o caso do povo saharauí, quer sobre a decisão do TJE.

Falou-se de Paz em Vila Franca de Xira

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No passado dia 25 de novembro, teve lugar mais uma sessão de Educação para a Paz, dinamizada pela ativista da Paz Maria do Rosário Amador.
A sessão realizou-se na EB do Bairro do Paraíso em Vila Franca de Xira, onde as crianças puderam, uma vez mais, falar sobre o que é para si a paz e a importância da mesma.

Dia Internacional de Solidariedade com o Povo Palestiniano - Ponte de Lima

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Também em Ponte de Lima, no passado dia 29 de novembro, se exigiu o cessar-fogo na Faixa de Gaza, a entrada de ajuda humanitária nesta região, o reconhecimento da Palestina por Portugal e do cumprimento, por parte de Israel, das resoluções da ONU e do direito internacional.
Para além da intervenção de Sandra Maricato, em representação do CPPC, houve momentos de poesia em torno da defesa da Paz no Médio Oriente e pelo fim dos massacres e do genocidio que Israel prossegue contra o povo palestiniano.