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28 Fevereiro - Todos à Manifestação da CGTP-IN em Lisboa e Porto

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O Conselho Português para a Paz e Cooperação estará na Manifestação Nacional da CGTP-IN de 28 de Fevereiro, em luta contra o Pacote Laboral, por uma vida melhor com mais salários, direitos e serviços públicos e pela Paz, soberania e solidariedade. A luta dos trabalhadores por melhores condições de vida integra também a defesa da Paz e a solidariedade com os povos que resistem e lutam pelos seus direitos, num quadro em que os Estados Unidos da América, com os seus aliados, têm vindo a agravar as ameaças, a ingerência e a agressão contra países e povos. Palestina, Venezuela, Cuba, Colômbia, México, Gronelândia, Líbano, Irão, Saara Ocidental, são, entre outros, exemplos dessa realidade.
Estaremos na Manifestação da CGTP-IN a defender que é possível uma vida melhor e que para isso a Paz é um bem essencial para o futuro da humanidade e que sem ela nenhum direito está garantido e é fundamental a mobilização de mais pessoas e o reforço do movimento da paz. Assim, estaremos também a mobilizar para a Manifestação «Paz, Soberania e Solidariedade! Fim às ameaças e às agressões dos EUA!» que se realizará no dia 14 de Março em Lisboa e no Porto.
Pontos de encontro do CPPC:
- Porto - 10h30 - Praça da República (esquina da Rua do Almada)
- Lisboa - 14h30 Cais do Sodré (Jardim Roque Gameiro - ver imagem abaixo)
PARTICIPA!

Portugal não deve continuar a ser usado como plataforma para a ingerência e a agressão a outros povos

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O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) denuncia e rejeita que o território nacional possa de novo ser utilizado para a ingerência e a agressão contra outros Estados e povos – recordemos a invasão do Iraque, cuja cimeira da guerra foi realizada na Base das Lajes, com a serventia de Durão Barroso – e exige do Governo uma posição firme contra a utilização da Base das Lajes para uma agressão militar dos EUA contra o Irão.
Tem-se verificado um intenso movimento de aeronaves militares dos EUA na Base das Lajes, situada na Ilha Terceira, nos Açores, que tudo aponta estar relacionado com os preparativos para uma agressão militar dos EUA visando o Irão.
A subserviente posição assumida em nome do Governo português pelo ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, é profundamente contrária aos princípios inscritos na Constituição da República Portuguesa, à defesa da paz, aos interesses do povo português. Ao salientar que qualquer operação militar dos EUA envolvendo aquela base militar “não tem de ser nem autorizada, nem conhecida, nem comunicada” a Portugal, por ser isso que está “inscrito nos tratados”, o Governo português não está apenas a aceitar a utilização do território nacional como plataforma para a agressão militar a outros países e povos, como associa Portugal a esta agressão, subordinando o País à acção belicista promovida pela Administração Trump que, como a realidade está a mostrar, é a principal ameaça à paz e à segurança internacional.
Esta posição do Governo português, pela voz do seu ministro dos Negócios Estrangeiros, vem no seguimento de outras, igualmente reveladoras de uma postura de vassalagem, que amarra Portugal às intenções militaristas e belicistas dos EUA – como são os recentes casos do apoio tácito dado à agressão militar dos EUA à República Bolivariana da Venezuela e ao sequestro do seu Presidente, Nicolás Maduro, no início deste ano, e do silêncio perante o criminoso agravamento do bloqueio imposto pelo imperialismo norte-americano contra Cuba.
Para o CPPC, Portugal precisa de ter uma política externa que cumpra os princípios que a Constituição consagra, entre outros: a defesa da soberania e independência nacional, da paz e dos direitos dos povos, incluindo à autodeterminação, da resolução pacífica dos conflitos internacionais, do desarmamento ou da dissolução dos blocos político-militares.
24 Fevereiro 2026
A Direcção Nacional do CPPC

50º aniversário da RASD - Ações de solidariedade

Nos 50 anos da proclamação da República Árabe Sarauí Democrática, reforçar a solidariedade com a luta do povo sarauí!
Nos dias 26 e 27 de fevereiro, em Coimbra e no Porto, e no dia 4 de março, em Lisboa, terão lugar sessões públicas de solidariedade com o Sara Ocidental!
Estas conversa, serão mais um momento da expressão da solidariedade com a luta deste povo que há décadas é ocupado por Marrocos.
Convidamos todos a juntarem-se a nós!
 
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Mesa da Assembleia da Paz

 

Capítulo II. Assembleia da Paz

Art. 13º

O órgão supremo do CPPC é a Assembleia da Paz, composta por todos os aderentes do CPPC, devidamente inscritos e no uso dos seus direitos.

Art. 14º

A Mesa da Assembleia da Paz é composta por quatro elementos: um Presidente, um Vice-Presidente e dois Secretários.

Art. 15º

O Presidente da Mesa, por sua iniciativa ou por proposta da Direcção Nacional, pode convidar entidades nacionais e estrangeiras a assistir às reuniões da Assembleia.

Art. 16º

À Assembleia da Paz compete:

  1. Apreciar e votar, até 31 de Março de cada ano, o relatório e as contas da gerência do ano anterior, obrigatoriamente acompanhados do Parecer da Comissão Fiscalizadora;

  2. Discutir a votar, até 15 de Novembro da cada ano, o plano de actividades e o orçamento para o ano seguinte;

  3. Interpretar e alterar os Estatutos do CPPC;

  4. Aprovar os regulamentos internos, sob proposta da Direcção Nacional;

  5. Eleger, de dois em dois anos, os órgãos sociais do CPPC;

  6. Deliberar sobre as questões que lhe sejam presentes, uma vez admitidas a discussão;

  7. Definir as linhas gerais de acção do CPPC e tomar posição sobre os problemas relacionados com a defesa da Paz e da cooperação entre os povos.

Presidente
Deolinda Machado


Vice-presidente
Rui Garcia


Secretário
Joana Vidal de A. Dias Pereira


Secretário
Maria Manuela Calado