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No dia 21 de Setembro, alargar a ação pela paz

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Assinalando o Dia Internacional da Paz, instituído pela ONU, que todos os anos se celebra a 21 de Setembro, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) salienta os perigos de guerra que marcam o mundo de hoje e apela ao reforço da mobilização em defesa da paz, do desarmamento, do respeito pelos direitos dos povos.
 
No Médio Oriente, agrava-se, a cada dia, o genocídio do povo palestiniano na Faixa de Gaza e na Cisjordânia, levado a cabo por Israel: às dezenas de milhares de mortos, feridos, estropiados, órfãos, refugiados (muitos dos quais crianças), somam-se os que são agredidos e expulsos das suas casas por colonos e militares israelitas, os que são presos e torturados. Um massacre que resulta de uma ocupação ilegal que tem décadas e que só é possível graças ao apoio militar, económico e diplomático concedido a Israel pelos EUA, Reino Unido e potências da União Europeia.
 
No Leste da Europa, prossegue sem fim à vista uma guerra que nunca deveria ter começado e a que urge pôr fim o quanto antes, sob pena de poder escalar para níveis desastrosos. Uma guerra que tem já mais de uma década e que não é alheia ao processo de militarização do centro e Leste da Europa, da disseminação de bases militares e sistemas de mísseis, da realização de exercícios militares, do alargamento da NATO até às fronteiras da Federação Russa. Uma guerra que penaliza os povos dos países diretamente envolvidos, mas também os restantes povos da Europa, prejudicados nas suas condições de vida e nos seus direitos, enquanto engorda os lucros dos grupos do armamento, da energia, da alimentação.
 
Neste Dia Internacional da Paz, o CPPC realça e sauda também a resistência dos povos e o aumento do número dos que, em todo o mundo, fazem ouvir a sua voz em defesa da solução pacífica dos conflitos, do desanuviamento das relações internacionais, do desarmamento, da soberania dos Estados e dos direitos dos povos. É no alargamento do campo da paz que está o caminho para um mundo mais pacífico e mais justo.
 
O CPPC destaca a iniciativa «Janela Branca pela Paz», promovida pela UNICEF e que tem expressão em várias escolas do País, realçando a importância da educação e da cultura para a paz, áreas nas quais o CPPC se tem empenhado nos últimos anos, promovendo e participando em centenas de sessões em escolas, exposições de artes plásticas, concertos e outras iniciativas.
 
Ao assinalar o Dia Internacional da Paz, o CPPC apela à participação na jornada de solidariedade com a Palestina, que promove juntamente com outras organizações, entre 2 e 12 de outubro, em várias localidades do País, por um cessar-fogo imediato e permanente, o fim da escalada de confrontação e o respeito e cumprimento dos direitos nacionais do povo palestiniano, com a criação do Estado da Palestina, como determinam inúmeras resoluções da ONU. A jornada nacional terá expressão em:
 
2 de outubro, 18h00, Coimbra: desfile, da Rotunda Cindazunda à Praça 8 de maio
3 de outubro, 18h00, Portalegre: desfile da Praça da República ao Rossio
3 de outubro, 18h00, Setúbal: concentração na Praça do Bocage
4 de outubro, 16h00, Covilhã: desfile do Jardim Público ao Pelourinho
4 de outubro, 18h00, Alpiarça: concentração no Jardim Municipal
5 de outubro, 10h00, Viseu: Rossio
6 de outubro, 15h30, Porto: desfile da Praça dos Poveiros à Praça General Humberto Delgado
7 de outubro, 18h30, Évora: concentração na Rua João de Deus
8 de outubro, 15h00, Guarda: ação de esclarecimento do Jardim José de Lemos
8 de outubro, 17h30, Leiria: ato público na Fonte Luminosa
9 de outubro, 17h00, Viana do Castelo: desfile do Jardim D. Fernando à estação da CP
9 de outubro, 18h00, Beja: desfile na Praça da República
10 de outubro, 17h30, Braga: desfile com início no Largo São Francisco
10 de outubro, 18h00, Espinho: concentração do Largo da Estação
11 de outubro, 18h00, Castelo Branco: pintura de mural em frente ao tribunal
11 de outubro, 18h00, Faro: concentração no Jardim Manuel Bívar
12 de outubro, 15h00, Lisboa: desfile do Martim Moniz à Praça do Município
 
Pela Paz, todos não somos demais!

Fim à ocupação e ao genocídio! Palestina Livre!

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O Conselho Português para a Paz e Cooperação saúda a aprovação pela Assembleia Geral da ONU da resolução apresentada pela Palestina, que exige o fim da ocupação de Israel nos territórios palestinanos.
A resolução, que reafirma ilegalidade da ocupação de Israel, em consonância com parecer do Tribunal Internacional de Justiça, exige que Israel cumpra efetivamente todas as suas obrigações legais ao abrigo do direito internacional, incluindo as estipuladas por este órgão, nomeadamente a sua retirada dos territórios palestinianos ilegalmente ocupados que representam um claro desrespeito do direito internacional.
Entre outros aspectos, a resolução sublinha a necessidade de pôr fim às políticas e práticas ilegais de Israel, incluindo o fim imediato da construção de colonatos, a evacuação de todos os colonos do território palestiniano ocupado e o desmantelamento das partes do muro construídas por Israel que estão situadas no Território, e a revogação de toda a legislação e medidas que criem ou manutenção da situação ilegal, incluindo aquelas que discriminam o povo palestino.
A resolução insta todos (Estados, as Nações Unidas e as suas agências e organizações da sociedade civil) a continuarem a apoiar o povo palestiniano na rápida realização do seu direito à autodeterminação.
A resolução foi adoptada com 124 votos a favor, e 43 abstenções e 14 contra nomeadamente, uma vez mais, por parte dos EUA e de Israel.
Uma vez mais, foi reiterado que o mundo está do lado do direito do povo palestiniano à autodeterminação e do lado do respeito pelo direito internacional e da Paz.
Uma vez mais, fica também claro que os Estados Unidos da América são cúmplices e continuam a apoiar a brutal política de ocupação e colonização por parte de Israel na Palestina.
Um posicionamento dos EUA, tão mais inaceitável e merecedor de repúdio e condenação, quando há praticamente um ano que Israel prossegue o genocídio contra o povo palestiniano, resultando em mais de 40 mil mortos e centenas de milhar de feridos, na sua maioria crianças e mulheres, a sistemática destruição de bairros, de infraestruturas médicas e das agências da ONU.
Como o CPPC tem vindo a afirmar: é urgente por fim aos massacres, é urgente uma solução política para a questão palestiniana e para a paz no Médio Oriente, que passa necessariamente pelo fim da ocupação, dos colonatos, da opressão israelita, e pela garantia dos direitos nacionais do povo palestiniano, conforme determinam o direito internacional e inúmeras resoluções das Nações Unidas!
A Direção Nacional do CPPC
20-09-2024

Ação de Esclarecimento e Mobilização

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Palestina Livre! Paz no Médio Oriente!
 
Realizou-se, no final da tarde do dia 17 de setembro, e 42 anos após o massacre de Sabra e Chatila,uma ação de esclarecimento sobre os crimes de Israel e a situação na Palestina.
No Rossio em Lisboa, vários se juntaram para denunciar os crimes de Israel contra o povo palestiniano que duram há décadas, bem como o genocídio levado a cabo em Gaza. Expressou-se, uma vez mais, a solidariedade com o povo palestiniano e a exigência de um cessar-fogo e do respeito pelo direito internacional.
Ao mesmo tempo, divulgou-se a Jornada Nacional de Solidariedade, que terá lugar entre 2 e 12 de outubro, por todo o país, e que culminará com uma manifestação em Lisboa, com início às 15h, no Martim Moniz!
Participa!
Palestina Vencerá!

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Tertúlia de Solidariedade com a Palestina

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O Conselho Português para a Paz e Cooperação, em colaboração com a Casa da Cultura de Loulé, irá promover uma tertúlia de solidariedade com a Palestina - "Palestina Livre".
A sessão, que se realizará no dia 25 de setembro, às 19h, contará com música, poesia e intervenções!
Participa!