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Café-Concerto pela Paz em Portalegre

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No passado dia 26 o CPPC esteve presente no “Café Concerto pela Paz”, no bar Pátio da Casa, em Portalegre, e onde participou Sofia Costa da DN. Aí, falou da actividade realizada pelo CPPC por todo o país, dando destaque às áreas da educação e cultura da Paz. Nesta iniciativa, em que os participantes trocaram várias ideias e preocupações sobre os conflitos actuais bem como sobre a necessidade de pôr fim às guerras, defendendo o desarmamento geral, simultâneo e controlado, com uma particular preocupação para a urgência de Portugal ratificar oTratado de Proibição de Armas Nucleares, dando a conhecer a petição que o CPPC tem a decorrer. Este debate, bastante animado, terminou com a sugestão, por parte dos presentes, para a organização de um núcleo do CPPC em Portalegre, tendo ficado, desde já, o compromisso da realização de mais iniciativas ainda este ano.

Centenas de jovens juntaram-se em Melides, Grândola, para afirmar que só a Paz, a Cooperação e a Amizade serve a juventude

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Realizou-se, entre os dias 19 e 21 de julho, o Festival "Dêem uma Oportunidade à Paz". No campo de feiras de Melides, as organizações que constituem a Plataforma para a Paz e Desarmamento - e no qual o Conselho Português para a Paz e Cooperação está inserido -, voltaram a erguer uma edição do Acampamento pela Paz, num espaço onde se reafirmou a necessidade de construir, defender e caminhar para a Paz.
O Festival teve início no início da noite de sexta-feira, com intervenções do Presidente da Câmara de Grândola, do presidente da Junta de Freguesia de Melides e o Secretário-Geral do Projecto Ruído - Associação Juvenil, à qual se seguiu um primeiro concerto do Grupo Coral Etnográfico Grândola Vila Morena.
Às noites de música, de sexta-feira e de sábado, juntou-se a animação das bancas de várias organizações, da Plataforma e não só, que solidariamente se juntaram ao Festival, dinamizando o recinto, e solidarizando-se com a luta da juventude por um mundo de Paz e contra a guerra.
No dia 20, nunca podendo esquecer o genocídio que Israel continua a levar a cabo na Palestina - com especial foco na Faixa de Gaza - teve lugar um acto público de solidariedade, onde uma vez mais a juventude, de todo o país, uniu as suas vozes para exigir um cessar-fogo imediato e o reconhecimento por parte do governo português, do Estado da Palestina. As intervenções couberam a Julie Neves da DN do CPPC, e a Carlos Almeida, do MPPM, com apresentação de Maria João, da Interjovem, que voltou a frisar que nas guerras, o povo e os trabalhadores, especialmente os mais jovens, são quem mais sofre.
Entre torneios - de sueca, xadrez, ping-pong vôlei-, visionamento de filmes, rodas de conversas e descontração na praia, na vila, ou nas tendas, foi palpável o espírito de amizade e cooperação - valores que verdadeiramente respondem aos anseios da juventude portuguesa e pelos quais todos os dias ela luta.
No último dia, depois de um almoço convívio, os presentes no Festival reuniram-se para conversar sobre os 50 anos da Revolução de Abril.
Na mesa, com intervenções iniciais para lançar o debate, estavam Francisco Aguiar, do Projecto Ruído, Julie Neves, do CPPC, Inês Jorge, da AEFCSH e Gonçalo Paixão, da Interjovem.
Numa conversa onde estavam poucos que tinham vivido o fascismo e os seus horrores ficou expressa a vontade e urgência de defender os valores conquistados em Abril e a esperança que a juventude tem num futuro em que estes sejam verdadeiramente cumpridos, nomeadamente, como afirmou o CPPC na sua intervenção, o respeito pela Constituição da República Portuguesa, que preconiza a abolição do imperialismo, do colonialismo e de quaisquer outras formas de agressão, domínio e exploração nas relações entre os povos, bem como o desarmamento geral, simultâneo e controlado, a dissolução dos blocos político-militares e o estabelecimento de um sistema de segurança colectiva, com vista à criação de uma ordem internacional capaz de assegurar a paz e a justiça nas relações entre os povos.
A juventude continuará, dia a dia e até ao próximo Acampamento, a reforçar o caudal da luta pela Paz por um mundo onde a cooperação, a amizade, a solidariedade e o respeito predominem.

Nos 50 anos da invasão turca de Chipre - Solidariedade com o povo cipriota e a sua aspiração à paz e à reunificação da sua pátria

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Há 50 anos, no dia 20 de julho de 1974, as forças militares turcas invadiram Chipre, na sequência do golpe de Estado perpetrado dias antes neste país, acontecimentos que tiveram o envolvimento da NATO. Desde então, a Turquia ocupa ilegalmente territórios cipriotas.
O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) reafirma a sua denuncia e condenação da ocupação turca de parte da República de Chipre – cerca de 37% do seu território –, assim como a expressão da sua solidariedade para com a determinada luta do povo cipriota pela reunificação do seu país e do povo, assente numa federação bicomunal e bizonal com igualdade política, de acordo com as resoluções pertinentes das Nações Unidas.
Nesta ocasião, o CPPC solidariza-se ainda com a ação do Conselho da Paz de Chipre em prol da concretização da aspiração do povo cipriota a um país livre de bases e forças militares estrangeiras no seu território.
O CPPC saúda o Conselho da Paz de Chipre, e através dele, o povo cipriota, confiante que pela sua perseverante luta concretizará a sua legítima aspiração à reunificação da sua pátria e à paz.
A Direção Nacional do CPPC
20 de julho de 2024

Carta Aberta - Pela retirada de Cuba da lista dos EUA de países ditos «patrocinadores do terrorismo» Pelo fim do bloqueio imposto a Cuba pelos EUA

 

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O Conselho Português para a Paz e Cooperação e a Associação de Amizade Portugal-Cuba lançam uma Carta Aberta dirigida ao presidente dos Estados Unidos da América pela retirada de Cuba da lista dos EUA de países ditos «patrocinadores do terrorismo»
A carta está aberta a inscrições de organizações neste formulário: https://t.ly/1N_pJ
Há mais de 60 anos que os EUA impõem, unilateralmente, um bloqueio económico, comercial, financeiro contra a República de Cuba, procurando obstaculizar e mesmo privar este país da aquisição de alimentos, medicamentos, combustíveis, matérias-primas e equipamentos essenciais para a economia cubana e, assim, atingir as condições de vida do povo cubano.
A 15 de Maio de 2024, os EUA decidiram manter Cuba na sua arbitrária e ilegítima lista de países ditos «patrocinadores do terrorismo».
A inclusão de Cuba nesta famigerada lista tem graves consequências para a economia do país, constituindo na prática um reforço do criminoso e ilegal bloqueio imposto pelos EUA que representa o mais sério obstáculo ao pleno desenvolvimento de Cuba.
Expressando a sua solidariedade com Cuba, as organizações subscritoras, juntam a sua voz à voz de todos quantos defendem o direito do povo cubano a escolher o seu caminho livre de ingerências externas, exigindo a imediata retirada de Cuba da arbitrária e ilegítima lista dos EUA de «Estados patrocinadores do terrorismo», bem como o imediato fim do criminoso bloqueio imposto pelos EUA.