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TODOS POR CUBA! - VISEU

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No dia 11 de Abril, entre as 14h e as 19h30 estaremos a recolher bens destinados ao povo Cubano, no Carmo81 em Viseu!
Participa, sê solidário!

No dia da Terra Palestina, reafirmou-se a solidariedade com a luta do povo palestiniano

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No final da tarde do dia 30 de Março, em Lisboa, na Rua 1º de Dezembro, realizou-se mais uma ação de solidariedade com o povo palestiniano, exigindo o fim do genocídio e da ocupação, convocada pela CGTP-IN, pelo CPPC, pelo MPPM e pelo Projecto Ruído - Associação Juvenil.
Apresentado por Tânia Veríssimo, Fernando Jorge, actor e encenador, abriu a ação recitando três poemas de autores palestinianos, evocativos da situação na Palestina, da resistência, passada e atual do povo palestiniano e da confiança no retorno e na Paz.
Seguiram-se as intervenções dos representantes das organizações promotoras: Carlos Almeida, vice-presidente do MPPM, Inês Jorge, do Projecto Ruído, Dinis Lourenço, do Conselho Nacional da CGTP-IN e Isabel Camarinha, presidente da Direção Nacional do CPPC.
Em todas elas ficou expressa a condenação aos crimes de Israel, que já causaram centenas de milhares de palestinianos mortos e feridos, milhões de desalojados, zonas residênciais, hospitais, centros de saúde, escolas e instalações das Nações Unidas completamente destruídos, a denúncia do impedimento da entrada de ajuda humanitária, quer para suprir as necessidades alimentares e médicas dos palestinianos, quer para a reconstrução das infra-estruturas essenciais na Faixa de Gaza, e o prosseguimento do genocídio.
Não esquecendo os países vizinhos, foram também condenados os ataques dos Estados Unidos da América e Israel ao Irão e de Israel, apoiado pelos EUA, a outros países do Médio Oriente, nomeadamente, ao Líbano e à Síria, numa escalada de confrontação com graves consequências no plano regional e amplas repercussões no plano mundial.
Lembrou-se ainda que a agressão e ameaça dos EUA e seus aliados a outros países no mundo, não está desligada da agressão ao povo palestiniano, como se verifica na Venezuela, em Cuba, no México, na Colômbia, ou na Gronelândia, mas também de guerras que se prolongam, como na Ucrânia ou no Sudão.
Afirmou-se que o reconhecimento do Estado da Palestina pelo governo português deve ser acompanhado pela exigência firme de medidas que garantam a efectiva concretização do Estado da Palestina livre, soberano e independente e que deixe de se alinhar com as agressões dos EUA e Israel, nomeadamente com a inaceitável permissão da utilização da Base das Lajes para a agressão, que o governo português tem de respeitar a Constituição da República Portuguesa.
Sublinhando a urgência de recolocar a paz no centro da agenda mundial, reafirmar o primado dos princípios da carta da ONU e do direito internacional, de pôr fim à guerra e à confrontação no Médio Oriente, na Europa e em todas as outras partes do Mundo, Isabel Camarinha, em nome do CPPC, apelou ao desenvolvimento de ações pela Paz e de solidariedade, na semana de 12 a 17 de Abril, ampliando o envolvimento de todos os que defendem a amizade, a solidariedade, a cooperação e a Paz, reforçando a luta por estes valores.

Defender e cumprir a Constituição da Paz!

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Neste 2 de abril de 2026, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) comemora os 50 anos da aprovação e promulgação da Constituição da República Portuguesa e o que ela representou de consagração dos valores e das conquistas revolucionárias, de um Portugal soberano, democrático, de progresso social, de paz e cooperação. O CPPC valoriza o papel assumido pelo então Presidente da República, General Francisco da Costa Gomes, na imediata promulgação da Constituição, travando assim o passo àqueles que não a queriam ver aprovada.
A Constituição da República Portuguesa, a Constituição de Abril como é justamente designada, consagrou profundas transformações e amplos direitos políticos, sociais, económicos e culturais, afirmou a soberania e a independência nacional e projetou um programa de desenvolvimento e de progresso social para Portugal. Ao País explorado, oprimido, empobrecido, analfabetizado, obscurantizado, sob domínio colonial e isolado pelo fascismo, que impôs a guerra colonial ao povo português e aos povos africanos, a Revolução de Abril e a Constituição perspetivou um Portugal democrático, soberano e independente, com igualdade de direitos e oportunidades para todos, com uma economia que servisse o desenvolvimento nacional e os direitos e condições de vida do povo, de paz e a cooperação com os povos do mundo. Embora mutilada em aspetos importantes em sucessivas revisões constitucionais, mantém-se como referencial para um País que se quer mais justo e desenvolvido.
Aprovada e promulgada num momento de fortes avanços na luta pela paz e o desarmamento no plano mundial, a Constituição da República Portuguesa absorveu o espírito da Ata Final da Conferência de Helsínquia, adotada meses antes desse 2 de Abril de 1976.
A Constituição da República Portuguesa estabelece que o País se rege nas relações internacionais pelos princípios da independência nacional, do respeito dos direitos do homem, dos direitos dos povos, da igualdade entre os Estados, da solução pacífica dos conflitos internacionais, da não ingerência nos assuntos internos dos outros Estados e da cooperação com todos os outros povos para a emancipação e o progresso da humanidade.
Nela permanecem inscritos princípios tão importantes – e atuais – como a abolição do imperialismo, do colonialismo e de quaisquer outras formas de agressão, domínio e exploração nas relações entre os povos, bem como o desarmamento geral, simultâneo e controlado, a dissolução dos blocos político-militares e o estabelecimento de um sistema de segurança colectiva, com vista à criação de uma ordem internacional capaz de assegurar a paz e a justiça nas relações entre os povos.
Reconhece ainda o direito dos povos à autodeterminação e independência e ao desenvolvimento, bem como o direito à insurreição contra todas as formas de opressão.
Ao evocar a data em que a Constituição foi aprovada e promulgada, os seus principais objetivos e os princípios que acolhe, o CPPC olha sobretudo para os tempos preocupantes em que vivemos, que exigiam das autoridades portuguesas firmeza no cumprimento dos desígnios constitucionais e não mais submissão aos EUA, à NATO e à UE, que promovem a confrontação, a guerra, os bloqueios e sanções unilaterais, que atacam a soberania e os direitos dos povos e apostam na degradação das condições de vida para servir os lucros da indústria da guerra. Portugal tem de ter uma política externa própria, de paz e cooperação, e não assente nos ditos “compromissos internacionais”, que são na realidade os compromissos com os que promovem a guerra, a agressão, a ingerência, o militarismo e a dominação. Sucessivos governos portugueses têm amarrado o País à política belicista e agressiva dos EUA e dos seus aliados, fazendo tábua rasa da Constituição e dos seus princípios.
Os episódios recentes, em que o Governo português continua vergonhosamente a autorizar a utilização da Base das Lajes pelos EUA para que estes continuem a agredir militarmente o Irão, envolvem Portugal numa brutal agressão a outro povo e numa flagrante violação do direito internacional.
Nos tempos exigentes em que vivemos, o CPPC reafirma a importância do cumprimento dos princípios inscritos no artigo 7.º da Constituição da República Portuguesa e garante que tudo continuará a fazer para unir todos quantos defendem a paz, a cooperação, a soberania e os direitos dos povos, o desarmamento e a solidariedade, componentes essenciais de um País e um mundo mais justos e pacíficos.
A Direção Nacional do CPPC
2-04-2026

Caminhada pela Paz – São Brás de Alportel

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No próximo dia 12 de abril (domingo), às 9h30, convidamos toda a comunidade a participar numa caminhada/convívio pela paz, com ponto de encontro na Fonte Férrea, em São Brás de Alportel.
Esta iniciativa assinala o Dia Internacional do Desporto para o Desenvolvimento e a Paz, promovido pela ONU, e pretende afirmar os valores da paz, cooperação e solidariedade entre os povos.
Após a caminhada, haverá um almoço partilhado.
👉 Traz um amigo e lanche para partilhar!
📞 Informações: 968 233 306
Participe — juntos caminhamos pela paz!