Outras Notícias

FacebookTwitterRSS Feed

Solidariedade com a América Latina em Grândola

624945774_18422921755191345_8223917683937217921_n.jpeg

O Cineteatro Grandolense acolheu, no dia 30 de janeiro, uma sessão de solidariedade com os povos da América Latina e Caraíbas. Promovida pelo CPPC e a Associação de Amizade Portugal-Cuba, na sessão denunciou-se a agressão norte-americana à Venezuela e as ameaças a outros países da região, exigiu-se a libertação do presidente Nicolas Maduro e da deputada Cília Flores, presos ilegalmente nos EUA, e desmontou-se a narrativa do imperialismo sobre "democracia" e "direitos humanos". Trata-se, sim, do controlo das maiores reservas de petróleo do mundo e do domínio sobre uma região, numa reedição da doutrina Monroe de má memória.
Falou-se ainda das mais de mil medidas coercivas unilaterais impostas à Venezuela, sobretudo pelos EUA, e do criminoso bloqueio norte-americano contra Cuba.
Pelo CPPC participou Gustavo Carneiro e pela AAPC Isalina Pereira.

Não a mais uma escalada na agressão criminosa e ilegal dos EUA contra Cuba! Por Cuba! Fim ao bloqueio!

624481588_1159387089739398_135187602894017176_n.jpg

O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) repudia e condena firmemente mais esta escalada na agressão e cerco económico dos EUA a Cuba, com a imposição de medidas coercivas aos países que vendam ou forneçam petróleo a Cuba, e manifesta a sua solidariedade ao povo cubano que luta e resiste heroicamente há mais de 60 anos ao criminoso e ilegal bloqueio imposto pelos EUA, em clara violação da Carta da ONU e do direito internacional, exigindo e defendendo o seu direito à soberania, ao desenvolvimento, a viver em paz.

Esta medida dos EUA insere-se no ataque e ameaças aos povos da América Latina e Caraíbas, para se apoderarem do seu petróleo e riquezas naturais e para impedir o direito destes povos à soberania, ao desenvolvimento, à decisão sobre os seus destinos. A agressão militar dos EUA à Venezuela e sequestro do seu Presidente são bem ilustrativas deste desígnio.

As novas medidas coercivas impostas a Cuba violam o direito Internacional, pois atentam contra os princípios da soberania, da autodeterminação dos povos e da liberdade de comércio, configurando uma violação sistemática dos direitos humanos, e são uma guerra não declarada contra a economia, a sociedade, a vida quotidiana e os sonhos de progresso de milhões de cubanos.

O CPPC continuará a denunciar os ataques e ameaças dos EUA a Cuba, à Venezuela, a outros países da América Latina e Caraíbas e do mundo, exigindo o respeito pelo direito internacional e, em Portugal, que o governo respeite a Constituição da República.

O CPPC prosseguirá a acção de solidariedade com o povo cubano, nomeadamente a Campanha Por Cuba! Fim ao Bloqueio! e a exigência do fim da agressão e ameaça dos EUA à Venezuela, a Cuba e aos povos da América Latina e Caraíbas.

O CPPC apela à subscrição da Carta Aberta a Trump “Pela Paz e a Soberania! Fim à agressão dos EUA à Venezuela! Não às ameaças dos EUA a países da América Latina e Caraíbas”, bem como à participação nas acções de protesto e solidariedade (que se seguem às já realizadas neste mês de Janeiro em Lisboa, Porto, Coimbra, Évora, Setúbal e Grândola) convocadas para o dia 3 de Fevereiro em Faro, às 17h30 no Largo Catarina Eufémia e no Porto, às 18h junto à Brasileira.

31 Janeiro 2026
A DN do CPPC

🇻🇪 FIM À AGRESSÃO DOS EUA! SOLIDARIEDADE COM OS POVOS DA AMÉRICA LATINA!

622376213_1156605390017568_3249376526199180548_n.jpg

✊ No final da tarde de dia 27, a chuva e o vento não impediram a realização de mais uma ação de protesto em solidariedade com os povos da América Latina e de exigência do fim da agressão dos EUA à Venezuela.
Em Setúbal, na Praça do Bocage, as intervenções de Rui Garcia, do CPPC, e de Luís Leitão, da União dos Sindicatos de Setúbal, apresentados por Teresa Oliveira, do Projecto Ruído, deixaram clara a condenação da agressão dos EUA à Venezuela, a exigência do cumprimento do direito internacional e a denúncia do prosseguimento de ameaças a países da América Latina.
A solidariedade prossegue e, no dia 3 de fevereiro, há novas ações em Faro (às 17h30 no Largo Catarina Eufémia) e no Porto (às 18h junto à Brasileira)!
🕊 Pela Paz!

Comemorar a libertação do Campo de concentração de Auschwitz – Defender a Paz e a liberdade, lutar contra o fascismo

620041502_1156126423398798_7849106280166022732_n.jpg

A 27 de Janeiro de 1945, há precisamente 81 anos, o Exército Vermelho da União Soviética libertou o Campo de concentração de Auschwitz. Nesse complexo de campos de concentração, extermínio e trabalho escravo, como noutros campos semelhantes, foram assassinadas milhões de pessoas: opositores políticos, sindicalistas, prisioneiros de guerra, eslavos, judeus, ciganos, homossexuais, pessoas com deficiência.
Nesta ocasião, importa lembrar os interesses económicos que suportaram o nazifascismo e a sua máquina de guerra, terror e morte. O funcionamento dos campos de concentração e extermínio era assegurado por alguns dos mais importantes grupos industriais e financeiros alemães e até de outros países ocidentais, que beneficiaram também do trabalho escravo realizado pelos presos.
81 anos volvidos da libertação, o CPPC homenageia todos quantos foram vítimas, resistiram, lutaram e derrotaram a barbárie nazi-fascista, alertando ao mesmo tempo para as manifestações de xenofobia, racismo e ódio que, fomentadas por forças de extrema-direita e de cariz fascista, com conceções obscurantistas, retrógradas e antidemocráticas, atualmente recrudescem em vários países, incluindo em Portugal.
No atual contexto internacional marcado pela instigação da confrontação e da guerra, com a existência de diversos conflitos no mundo e o sério risco do seu agravamento, o que poderá pôr em causa o direito dos povos a viver em Paz e ter acrescidas e mais graves consequências para toda a Humanidade, o CPPC sublinha que comemorar a libertação do Campo de concentração de Auschwitz é também reafirmar a exigência do respeito pelos princípios da Carta das Nações Unidas e o direito internacional, da soberania e dos direitos dos povos, a urgência da defesa da Paz mundial, não esquecendo todos quantos deram a suas vidas para a conquistar e defender.
Defender a liberdade e a Paz exige um permanente combate ao fascismo, ao militarismo, à guerra – um compromisso de sempre do CPPC, que neste dia renovamos, agindo lado a lado com todos quantos aspiram a um mundo melhor, de paz e progresso social.
A Direção Nacional do CPPC
27-01-2026