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Apelo - Paz no Mundo! Palestina Livre! Não à Guerra!

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LISBOA
No próximo dia 11 de maio voltamos a sair à rua pela Paz no Mundo, por uma Palestina Livre, e para dizer Não à Guerra!
Junta-te a nós, às 15h no Largo José Saramago (em frente à Fundação José Saramago) para marchar até ao Martim Moniz!
Paz Sim!
Palestina Livre!
 
Apelo
 
Paz no Mundo! Palestina Livre! Não à Guerra!
 
O mundo precisa de Paz! Os povos, principais vítimas da guerra, têm direito à Paz e contestam aqueles que promovem, armam, financiam e lucram com a guerra!
 
O mundo assiste, há mais de duzentos dias, ao genocídio da população da Faixa de Gaza e à intenção, por parte de Israel, de reocupar e recolonizar este território palestiniano, forçando a expulsão da sua população – como se verificou há 76 anos com a Nakba.
 
A barbárie promovida por Israel não conhece limites. São já mais de 110 mil as pessoas mortas ou feridas, na sua maioria crianças e mulheres. Hospitais, centros de saúde, escolas e instalações das Nações Unidas são transformados em alvos militares e arrasados. O número de jornalistas mortos pelas forças de Israel ultrapassa a centena. Médicos, profissionais de saúde, funcionários das Nações Unidas e de agências humanitárias são mortos como em nenhum outro conflito no mundo. E o genocídio continua, alimentado pelo apoio militar, político e diplomático dos EUA e seus aliados, incluindo a União Europeia. É urgente um cessar-fogo imediato e permanente!
 
Israel multiplica as agressões aos países do Médio Oriente, numa escalada de confrontação que adensa ainda mais a situação de tensão e conflito na região.
 
Não queremos novas frentes de confrontação e guerra no mundo. Mais guerra significa mais morte, sofrimento e destruição. E significa menos educação, menos saúde, menos habitação, menos segurança social, menos direitos, menos liberdade, menos justiça.
O governo português tem a obrigação constitucional de tomar iniciativas no plano internacional que visem a solução pacífica dos conflitos internacionais, o direito dos povos à autodeterminação e o respeito pela soberania e independência dos Estados.
 
É necessário recolocar a paz no centro da agenda mundial, reafirmar o primado dos princípios da carta da ONU e do direito internacional. É necessário por fim à guerra e à confrontação no Médio Oriente, na Europa e em todas as outras partes do Mundo, evitando o perigo de uma ainda maior catástrofe envolvendo as maiores potências nucleares do planeta!
 
11 de Maio de 2024, pelas 15 horas, do Campo das Cebolas ao Martim Moniz, em Lisboa, vamos manifestar-nos:
 
- Pelo direito de todos os povos a viver em paz! Pelo Futuro da Humanidade!
 
- Pelo fim imediato do genocídio do povo palestiniano, por uma Palestina livre e independente!
 
- Contra o militarismo e a guerra!
 
As organizações subscritoras (em atualização)
Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses - Intersindical Nacional
Conselho Português para a Paz e Cooperação
Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente
Projecto Ruído - Associação Juvenil

Saudação ao 1º de Maio

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O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) saúda a Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses – Intersindical Nacional e as comemorações do 1º de Maio que está a organizar por todo o país, mobilizando os trabalhadores na defesa das suas justas reivindicações de garantia de direitos, aumento de salários e pensões, melhores serviços públicos e mais qualidade de vida,
Considerando que a paz é essencial para o bem-estar dos povos e o progresso social, o CPPC associa-se e estará presente nas manifestações do 1º de Maio, sublinhando que, no ano em que se comemora o 50º aniversário da revolução de 25 de Abril, é essencial combater as desigualdades sociais, defender o fim da pobreza e cumprir a Constituição da República Portuguesa na construção de uma sociedade livre, justa e solidária.
No momento complexo que se vive no plano internacional, em que se multiplicam agressões, violências, sanções e guerras contra os povos, em que a corrida aos armamentos é uma constante com consequências graves sobre as populações e os trabalhadores, que são as principais vítimas da especulação e da canalização de recursos para a guerra, com prejuízo de serviços públicos essenciais, é fundamental a convergência de vontades na defesa da negociação e da cooperação visando a paz em alternativa à guerra e às rivalidades.
Quando os principais responsáveis pelo negócio da guerra insistem no reforço de verbas para continuar a corrida aos armamentos, o CPPC considera que o mais importante é pôr fim às guerras, dar uma oportunidade à paz, insistir na cooperação e no desenvolvimento, no investimento nos serviços públicos e nas funções sociais do Estado – entre elas o SNS, a escola pública, a habitação e a segurança social – como justa resposta às necessidades dos cidadãos e à criação de condições para o progresso social e a paz.
Junta-te ao CPPC nas manifestações da CGTP-IN
Lisboa - 14h30 no Martim Moniz (em frente à Capela Nossa Senhora da Saúde)
Porto - 15h00 na Avenida dos Aliados
Coimbra - 14h00 na Praça da República
A Direção Nacional do CPPC
29 Abril 2024

Faleceu Sérgio Ribeiro - membro da Presidência do CPPC

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O Conselho Português para a Paz e Cooperação lamenta profundamente o falecimento, aos 88 anos, de Sérgio Ribeiro, empenhado ativista da paz há várias décadas, fundador do CPPC e membro da sua Presidência. 
Economista, resistente antifascista, militante comunista, foi duas vezes preso pela PIDE, no Aljube e em Caxias. Foi libertado, com tantos outros, a 27 de Abril de 1974.
Foi deputado à Assembleia da República e ao Parlamento Europeu. É autor de várias obras na área económica.
O CPPC apresenta à  sua família sentidas condolências.

Apresentação do Livro do III Encontro pela Paz

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No seguimento do III Encontro pela Paz, realizado em Vila Nova de Gaia,  em 28 de outubro de 2023, em nome das organizações promotoras convidamos para a apresentação do livro e do vídeo deste importante evento.

Será na Biblioteca Municipal de Vila Nova de Gaia, no dia 6 de maio, pelas 18h30.