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Reafirmar a solidariedade com Cuba - Fim imediato do bloqueio imposto pelos EUA!

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O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) condena a sistemática política e as reiteradas manobras dos Estados Unidos da América (EUA) para tentarem destruir o sistema e modo de viver da sociedade cubana – livre e soberanamente determinado pelo povo cubano –, e voltar a transformar a digna e soberana República de Cuba num país vassalo dos EUA.
 
As campanhas hostis, as múltiplas ações de desestabilização e boicote da economia, o apoio a grupos de contrarrevolucionários armados e à sua ação terrorista, os atentados e as tentativas de assassinato de dirigentes, o bloqueio económico, comercial e financeiro – agravado durante a pandemia, incluindo para provocar escassez de medicamentos – impostos pelos EUA, apesar dos incontáveis prejuízos que causam, não têm, porém, logrado vergar a vontade do povo cubano e subverter o que este tem edificado com notável coragem e determinação.
 
É assim que os EUA, em 2023, dão mais um passo nessa perversa escalada contrária à Carta da Nações Unidas e ao direito internacional, ao incluir a República cubana na sua ilegítima e arbitrária lista de alegados “países promotores do terrorismo”. Como se sabe, se há país que ao longo de décadas tem vindo a promover grupos armados e a sua ação terrorista como instrumento de política internacional, não é por certo o Estado cubano, mas os próprios EUA. A inclusão de Cuba nessa lista visa, portanto, isolá-la ameaçando terceiros com sanções caso ousem comercializar com o Estado cubano – ou seja, agudizar ainda mais os efeitos desestabilizadores da ingerência que perdura há sessenta e cinco anos.
 
Neste quadro, o Estado e o povo cubano não têm deixado de reconhecer as dificuldades que daí decorrem e de enfrentá-las como sempre fizeram, a bem do povo cubano, num contexto que jamais foi fácil. Enquanto o regime norte-americano, seus aliados e apoiantes procuram tirar partido dessas dificuldades com o mesmo objetivo que perseguem há décadas, mas não conseguem realizar.
 
O CPPC reitera a sua inabalável solidariedade com o povo cubano e o seu governo, e manifesta-se confiante em que, com a sabedoria e determinação que sempre evidenciaram, prevalecerão sobre todas as ingerências.
 
O CPPC apela aos democratas e defensores da paz para que se mantenham firmes no apoio à República de Cuba e ao seu direito soberano de decidir o seu caminho, hoje, como sempre.
Fim à permanente desestabilização e ao bloqueio impostos pelos EUA!
 
Cuba vencerá!
 
A Direção Nacional do CPPC
02-04-2024

Dia da Terra Palestina CPPC solidário com o povo palestiniano

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O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) assinala o Dia da Terra Palestina, dia 30 de março, relembrando a greve geral e as grandes manifestações de 1976 contra a ilegal confiscação de terras palestinianas por parte de Israel, em que tropas israelitas assassinaram seis jovens palestinianos na Galileia.
 
Esta data tornou-se um marco na unidade patriótica do povo palestiniano em luta contra a ilegal ocupação por Israel de territórios palestinianos e pelo direito a uma Palestina livre e independente.
 
Há décadas que o CPPC tem vindo a denunciar a situação que se vive na Palestina, onde Israel continua a sua brutal política de ocupação, colonização e opressão, privando o povo palestiniano do direito à justiça, à liberdade, à paz.
 
Como temos vindo a afirmar nas dezenas de ações que têm tido lugar por todo o País, com milhares de pessoas a exigirem a Paz no Médio Oriente, não esquecemos que, ao longo de décadas, Israel impôs a ocupação de territórios palestinianos, desrespeitando o direito internacional e inúmeras resoluções da ONU. Não esquecemos que Israel não cumpriu nenhum dos acordos que assinou sobre a questão palestiniana. Não esquecemos que desencadeou guerras, agressões, massacres, assassinatos, provocando muitas milhares de vítimas e milhões de refugiados. Não esquecemos que durante décadas bombardeou e ocupou ilegalmente territórios de países limítrofes. Não esquecemos que assassinou dirigentes políticos palestinianos e que encarcerou arbitrariamente milhares de palestinianos. Nem esquecemos que impôs um cruel bloqueio à população palestiniana na Faixa de Gaza, entre muitos outros exemplos do que representam décadas de política de ocupação, colonização e opressão.
 
Hoje, e após cerca de 180 dias de indiscriminados bombardeamentos e ataques militares – que já causaram mais de 32,552 mortos e mais de 74,980 feridos, na sua maioria crianças e mulheres – reafirmamos toda a nossa solidariedade com o povo palestiniano. Reafirmamos a exigência do imediato fim dos massacres, dos crimes, da política genocida de Israel. Reafirmamos a exigência do imediato fim do cruel e criminoso bloqueio à Faixa de Gaza, que impede o acesso de água, alimentos, medicamentos, combustíveis, e que condena à fome, ao sofrimento a população palestiniana. Reafirmamos a exigência do cessar-fogo imediato e permanente e do incondicional acesso da urgente ajuda humanitária. Reafirmamos a exigência do fim da ocupação dos territórios palestinianos ilegalmente ocupados por Israel e da criação do Estado da Palestina, nas fronteiras anteriores a 4 de Junho de 1967, com capital em Jerusalém Leste, com o determinam as resoluções da ONU.
 
Assim, apelamos a que, todos os que se indignam e exigem o fim de tal barbárie, continuem a participar connosco nas próximas ações de solidariedade:
 
3 de Abril
18h00 – Vigília – Almada – Largo Alfredo Diniz
19h00 – Ato público – Funchal – Portas da Cidade
6 de Abril
15h00 – MANIFESTAÇÃO – Lisboa – Da Embaixada de Israel à Assembleia da República
9 de Abril
18h00 – Concentração – Rio Tinto – Gondomar (entrada do Parque Urbano)
12 de Abril
18h00 – Ato público – Viana do Castelo – Praça da República
Paz no Médio Oriente!
Palestina independente!
Fim ao genocídio!
 
A Direção Nacional do CPPC
30 de março de 2024