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Educação para a Paz - Quinta do Conde

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Nos dias 5 e 12 de Março realizaram-se duas sessões de Educação para a Paz, dinamizadas pela ativista da Paz Rosário Amador, no Agrupamento de Escolas da Boa Água, na Quinta do Conde, em Sesimbra.
Dezenas de alunos de 4 turmas ouviram e conversaram sobre a Paz e o 25 de Abril.

CPPC em Belgrado recorda agressão da NATO à Jugoslávia em 1999

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Ilda Figueiredo e Julie Neves, da direção nacional do CPPC, participam entre 21 e 24 de março na conferência internacional «Da agressão a uma nova ordem justa», em Belgrado, que evoca os 25 anos da agressão da NATO contra a República Federativa da Jugoslávia (integrada então por Sérvia e Montenegro).
Intervindo no primeiro painel, o CPPC lembrou que esta agressão «marcou o início de uma nova fase da ofensiva belicista dos EUA – com o apoio dos seus aliados na NATO e na UE – para recuperar o terreno que havia perdido com a alteração da correlação de forças a favor das forças da paz, do progresso social e da libertação nacional verificada após a Segunda Guerra Mundial». Essa agressão contra um país soberano, prosseguiu o CPPC, «não só significou o regresso da guerra à Europa, como o ponto de partida para novas operações de ingerência, de desestabilização e de agressão, nomeadamente contra o Iraque, o Afeganistão, a Líbia ou a Síria, entre muitos outros países».
A guerra contra a Jugoslávia demonstrou a «profunda hipocrisia da NATO», que falsamente proclama a defesa da «liberdade, dos direitos, da democracia», denunciou ainda o CPPC, que manifestou também a sua preocupação com o massacre que Israel leva a cabo na Faixa de Gaza, contra o povo palestiniano, exigindo um cessar-fogo imediato e permanente, a ajuda humanitária e o fim da ocupação israelita, como determinam as resoluções da ONU.
A 24 de março de 1999 iniciou-se o ataque militar direto à República Federativa da Jugoslávia levado a cabo pela NATO sob comando dos Estados Unidos da América (EUA), sem autorização do Conselho de Segurança das Nações Unidas e em flagrante violação da respetiva Carta, da Ata Final da Conferência de Helsínquia, e de princípios básicos do direito internacional. Ao atacar um Estado que não ameaçava nenhum dos seus membros, a NATO violou inclusive o seu próprio ato fundacional.
Em 78 dias de bombardeamentos por ar e mar foram destruídos ou seriamente danificados edifícios governamentais, hospitais, aeroportos, centrais de eletricidade e de abastecimento de água, pontes, mercados, fábricas, comboios, a estações de televisão e outras infraestruturas civis, incluindo igrejas centenárias. Milhares de civis morreram ou ficaram feridos em resultado direto das sucessivas vagas de ataque; o emprego de munições de urânio empobrecido, de grafite, ou de fragmentação, e outros materiais tóxicos ou inflamáveis, causaram danos no meio ambiente e na população, que ainda hoje persistem.
O CPPC, então como hoje, opôs-se à guerra, propôs a solução dos diferendos por negociações e promoveu amplas e diversificadas ações pela paz.
A agressão à Jugoslávia, a primeira abertamente assumida pela NATO, constituiu uma violação flagrante do direito internacional – incluindo pela criação do protetorado da NATO no Kosovo, que constitui um grave precendente –, a que se seguiriam outras, como no Iraque, na Líbia ou na Síria.

PAZ NO MÉDIO ORIENTE! PALESTINA INDEPENDENTE! FIM AO GENOCÍDIO! - Porto

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Decorreu no Porto, dia 19 de março, mais uma iniciativa de solidariedade com a Palestina, exigindo o fim do genocídio e a paz no Médio Oriente com a Palestina independente na Praceta da Palestina.
Convocada pelo CPPC, MPPM, CGTP-IN e Projecto Ruído, foi apresentada por Francisco Aguiar, da associação juvenil Projeto Ruído.
Foi mais uma ação promovida por quatro organizações que mantêm regularmente diversas ações de solidariedade com a Palestina, na defesa do cessar-fogo imediato e permanente, pelo fim das agressões de Israel e do autêntico genocídio que continua a praticar em Gaza, na Palestina, exigindo o respeito pelos direitos do povo palestino! Exigindo o fim imediato dos criminosos bombardeamentos à Faixa de Gaza e ao cerco imposto, que é um crime de guerra!
Perante centenas de pessoas participantes diretas e indiretas, intervieram Filipe Pereira, coordenador da União dos Sindicatos do Porto, a jovem Beatriz Castro e o professor Henrique Borges que leu um poema sobre as crianças palestinas. Álvaro Pinto em nome do MPPM – Movimento pelos direitos do povo palestino e pela Paz no Médio Oriente e Ilda Figueiredo, presidente da DN do CPPC foram os últimos interveniente de uma sessão muito participada, onde se exigiu, mais uma vez, o reconhecimento oficial pelas autoridades portuguesas do Estado da Palestina e se responsabilizou EUA e União Europeia pela cobertura direta ou indireta que continuam a dar a Israel que prossegue uma politica de genocídio do povo palestino. A sessão terminou com todos a cantar a Grândola Vila Morena.
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Inauguração da Exposição dos Artistas pela Paz - LX Factory

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Foi inaugurada nesta sexta-feira 15 de Março, na Livraria Ler Devagar LX Factory, em Lisboa, a exposição das obras dos vinte quatro ilustradores que responderam ao convite que lhes foi feito para exprimirem, com o seu trabalho, o seu sentir sobre o que se está a passar na Palestina.
Foram estes os ilustradores que aderiram à iniciativa do MPPM, do CPPC, da CGTP-IN e do Projecto Ruído - Associação Juvenil denunciando a guerra e apelando ao cessar-fogo em Gaza e à Paz, porque «ilustração é resistência»: Alexandra Ramires, Alexandre Esgaio, Ana Biscaia, André Pereira, André Ruivo, Arianna Vairo, Catarina Sobral, Eva Evita, Júlio Dolbeth, Mantraste, Mariana Rio, Marta Monteiro, Marta Nunes, Paul Hardman, Pedro Pousada, Rachel Caiano, Rebal Bueno, Ricardo Ladeira, Sebastião Peixoto, Susa Monteiro, Susana Matos, Teresa Carvalho, Tiago Guerreiro e Vladimiro Vale.
A visita à exposição foi seguida de um debate animado por Carlos Almeida (MPPM) e Sofia Costa (CPPC). Houve ainda oportunidade de degustar alguns produtos palestinos.
A exposição poderá ser visitada até 31 de Março, entre as 10h e as 21h.