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Comemorar a Constituição de Abril - Porto

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Na Constituição garante-se a igualdade de direitos, a responsabilidade pública do acesso de todos à Saúde, à Educação, à Justiça, à Segurança Social, à Habitação. Protegem-se os direitos de quem trabalha. Defende-se uma política de Paz, Amizade e Cooperação entre os povos.
Neste contexto, no próximo dia 2 de Abril, pelas 18h00, na Praça Carlos Alberto, no Porto, realiza-se uma sessão pública comemorativa da promulgação da Constituição da República Portuguesa, no ano em que também se celebram os 50 anos da Revolução de Abril.
As Associações e Coletividades signatárias convidam a participar nesta iniciativa – uma afirmação de apoio e confiança nos valores de Abril

O CPPC saúda o Dia Internacional da Mulher

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Neste dia 8 de Março, o Conselho Português para a Paz e Cooperação saúda todas as mulheres e solidariza-se com a luta pelos seus direitos, designadamente apelando à participação na manifestação nacional que o Movimento Democrático de Mulheres vai realizar no próximo dia 23 de março, em Lisboa, com o lema “Pela Igualdade a que Temos Direito”.
A luta já longa pelos direitos das mulheres sempre esteve ligada à luta pela paz, sendo fundamental o seu contributo para engrossar o rio da esperança na concretização dos direitos pela igualdade na vida, participando, mesmo no tempo do fascismo, em muitas concentrações, manifestações e em greves.
A discriminação contra as mulheres que se verifica pelo mundo fora viola os princípios da igualdade de direitos e do respeito da dignidade humana, dificulta a participação das mulheres na vida política, social, económica e cultural nos respetivos países, cria obstáculos ao crescimento do bem-estar da sociedade e da família.
As mulheres sentem as consequências da discriminação no emprego, incluindo as dimensões da igualdade salarial, da organização e regulação dos horários de trabalho e do assédio moral e sexual nos locais de trabalho.
Juntamente com a luta pelos direitos sociais, as mulheres tiveram um papel determinante na defesa da paz em todo o mundo contra as guerras e, no caso do nosso país, contra a guerra colonial.
A Paz é o primeiro requisito para que todos os outros direitos se possam garantir. Sem paz, não há pão, não há habitação, não há saúde, não há educação, não há direitos das mulheres!
Neste dia 8 de março, não podemos deixar de lembrar também as mulheres palestinas! São mais de 15 mil mulheres e meninas que, desde outubro, perderam a vida e as incontáveis que, tendo sobrevivido, jamais poderão superar o horror de ver destruída a vida que conheciam, a sua família, as suas casas, as escolas, os campos, os locais de trabalho, as universidades, os locais de culto, as bibliotecas, os museus.
Recordamos as mulheres que tiveram que enterrar as novas gerações da sua família, as crianças e jovens mulheres que ficaram sozinhas no mundo, expostas a todo o tipo de outros perigos, também agravados pela guerra. Recordamos todas as trabalhadoras, médicas, enfermeiras, repórteres, jornalistas, ativistas, professoras, engenheiras, artistas... muitas perderam a vida, muitas outras resistem e resistirão para lembrar ao mundo que o caminho não pode ser o da guerra, mas sim o da Paz.
Por isso o CPPC junta a sua voz à reclamação das mulheres pelos princípios da Carta das Nações Unidas, do direito internacional e da Constituição da República Portuguesa visando a promoção da igualdade e defesa dos direitos e dignidade das mulheres, denunciando as guerras e as suas consequências para os povos.
Viva o 8 março!
Viva a luta das mulheres pela igualdade e emancipação plena!

Acto Público de Solidariedade com a Palestina teve lugar no dia 6 de março, no Rossio em Lisboa

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Apresentado por Julie Neves (CPPC) e Tomás Gonçalves (Projecto Ruído), a iniciativa, que teve lugar ao fim da tarde, juntou centenas de pessoas que voltaram a afirmar a urgência de um cessar-fogo imediato e permanente.
As intervenções, após um momento musical de Leonor Pereira e Francisco Antunes, couberam a Dinis Lourenço (CGTP-IN), Hindi Masleh (palestino a viver em Portugal) e Carlos Almeida (MPPM) e reiteraram isto mesmo, bem como condenaram o massacre e genocidio que Israel leva a cabo contra o povo palestino, há 152 dias.
Ficou o compromisso de prosseguir a luta pela Paz no Médio Oriente e de continuar a fazer ecoar as vozes que proclamam uma Palestina Independente!

Ilustração é Resistência

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A Casa da Esquina, em Coimbra, expôs as obras dos vinte quatro ilustradores que responderam ao convite que lhes foi feito para exprimirem, com o seu trabalho, o seu sentir sobre o que se está a passar na Palestina. Denunciam a guerra e apelam ao cessar-fogo em Gaza e a Paz, porque «ilustração é resistência».
Foram estes os ilustradores que aderiram à iniciativa do MPPM, do CPPC, da CGTP-IN e do Projecto Ruído - Associação Juvenil: Alexandra Ramires, Alexandre Esgaio, Ana Biscaia, André Pereira, André Ruivo, Arianna Vairo, Catarina Sobral, Eva Evita, Júlio Dolbeth, Mantraste, Mariana Rio, Marta Monteiro, Marta Nunes, Paul Hardman, Pedro Pousada, Rachel Caiano, Rebal Bueno, Ricardo Ladeira, Sebastião Peixoto, Susa Monteiro, Susana Matos, Teresa Carvalho, Tiago Guerreiro e Vladimiro Vale.
Foto: Amândio Bastos