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Sessões de Educação para a Paz

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Num mundo marcado pela guerra e pela destruição, não aceitamos que a agressão seja normalizada, nem que a morte de milhares de inocentes seja tratada como inevitável. É neste espírito que em Évora nos unimos à luta pelo fim da agressão na Venezuela. O povo venezuelano tem o direito de viver em segurança, sem ameaças externas ou bloqueios que comprometam a sua vida quotidiana e a sua dignidade.
Os jovens têm também um papel na luta pela paz e solidariedade entre os povos, e neste momento estão a preparar o vigésimo Festival Mundial da Juventude e dos Estudantes, de 24 a 31 de julho em Caracas, na Venezuela.
Reafirmamos a defesa da paz, da soberania e dos direitos do povo venezuelano e dos outros povos da América Latina e Caraíbas!
A ação foi moderada pelo jovem Fabrício e por José Lourido, a representar o Conselho Português para a Paz e Cooperação.

Apresentação Pública do CNP

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30 de Janeiro -📍 18h - Casa do Alentejo | Lisboa

Participa na Apresentação Pública do CNP de Portugal. Porque a luta pela paz não se faz sem alegria, haverá, para além do momento da apresentação, musica e convívio.

A preparação do Festival começa agora e tu fazes parte dela!

Carta-Aberta a Donald Trump

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A Associação de Amizade Portugal-Cuba, a Associação Portuguesa de Juristas Democratas, a Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses-Intersindical Nacnional, o Conselho Português para a Paz e Cooperação, o Movimento Democrático de Mulheres e o Projecto Ruído - Associação Juvenil, dando continuidade à ação de exigência do fim da agressão e ameaças dos EUA à Venezuela e a outros países da América Latina e Caraíbas, de libertação do presidente Nicolás Maduro e da deputada Cília Flores, de respeito pelo direito internacional e pela Carta das Nações Unidas, são primeiros subscritores desta Carta a Donald Trump, Presidente dos EUA e apelam a sua subscrição: https://forms.gle/2ugprzBU2G19TJsB6

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Pela Paz! Fim à agressão dos EUA à Venezuela! Não às ameaças dos EUA a países da América Latina e Caraíbas!

A Donald Trump
Presidente dos Estados Unidos da América

A agressão militar dos Estados Unidos da América à República Bolivariana da Venezuela e o sequestro do Presidente Nicolás Maduro e da sua esposa, a deputada Cília Flores, merecem a mais veemente condenação e constituem uma clara violação dos princípios da Carta das Nações Unidas e do direito internacional.

Como condenáveis são as ameaças de agressão militar ou as pressões a outros países, como a Cuba, à Colômbia, ao México, à Nicarágua ou ao Brasil, que revelam as intenções dos EUA de imporem o seu domínio sobre toda a América Latina e as Caraíbas e de explorar e saquear os seus recursos.

Há largos anos que os EUA, independentemente de alterações na sua administração, seguem uma política de ingerência e agressão – incluindo com a imposição de um bloqueio económico e do roubo de activos – contra a Venezuela bolivariana pelo que esta traduz de defesa de soberania e de direitos para o povo venezuelano, mas também para os povos de todo o mundo.

O que os EUA pretendem é instalar na Venezuela um governo que funcionaria como sua marionete, para se apoderarem, de novo, dos imensos recursos naturais deste país, que tem as maiores reservas de petróleo do mundo e é rico em gás natural, ouro, água doce e diversos minerais raros de grande utilização industrial, pondo em causa os seus direitos sociais e laborais, o seu desenvolvimento e a sua soberania. É isto, e não quaisquer falsas e hipócritas alegações à “democracia” ou ao “narcotráfico”, que move os EUA no que concerne à Venezuela e aos outros países da América Latina.

Denunciando a tentativa de branquear e banalizar estas inaceitáveis ações de ingerência e de agressão nas relações internacionais, exigimos o respeito dos princípios do direito internacional, consagrados na Carta das Nações Unidas, que reconhecem a soberania e os direitos dos povos, incluindo à paz, ao desenvolvimento e a disporem dos seus recursos, e que rejeitam a ingerência, a agressão e a guerra, incluindo pela imposição de medidas coercivas unilaterais e o roubo de recursos.

Assim, as organizações signatárias exigem o fim das ameaças, da ingerência e da agressão dos EUA à República Bolivariana da Venezuela, assim como a outros países da América Latina e das Caraíbas; reclamam a libertação do Presidente Nicolás Maduro e da deputada Cília Flores; instam ao cumprimento dos princípios do direito internacional; e solidarizam-se com a luta dos trabalhadores e do povo venezuelano e de outros povos pela sua soberania e direitos, nomeadamente pelo direito a viver em Paz.

Primeiras organizações subscritoras:

Associação de Amizade Portugal-Cuba
Associação Portuguesa de Juristas Democratas
Confederação Geral de Trabalhadores Portugueses – Intersindical Nacional
Conselho Português para a Paz e Cooperação
Movimento Democrático de Mulheres
Projecto Ruído – Associação Juvenil

Associação Intervenção Democrática - ID
Confederação Nacional de Reformados, pensionistas e Idosos - MURPI
União dos Sindicatos de Lisboa
Sindicato dos Professores da Região Centro