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75 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos

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O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) saúda o 75º aniversário da aprovação, pela Assembleia Geral das Nações Unidas, da Declaração Universal dos Direitos Humanos, que se comemora a 10 de dezembro.

Também há 75 anos, no que ficou conhecido como a Nakba, foram expulsos centenas de milhar de palestinianos das suas casas, aldeias e terras, pelas milícias e exército israelitas. Desde então centenas de milhar de palestinianos se tornaram refugiados, impedidos de voltar às suas terras.

Não é possível assinalar o aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos, sem denunciar e condenar a brutal agressão ao povo palestiniano, a flagrante e cruel violação dos direitos humanos por parte de Israel, que já causou dezenas de milhar de mortos, na sua esmagadora maioria crianças e mulheres, durante os dois últimos meses.

Não é possível assinalar o aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos, sem denunciar e condenar a hipocrisia daqueles que se proclamando cinicamente defensores dos direitos humanos, tudo fazem para branquear e deixar continuar a chacina, como é demonstrado pelo vergonhoso e criminoso veto dos Estados Unidos da América, no passado dia 8, a um projeto de resolução do Conselho de Segurança da ONU que exigia um cessar-fogo humanitário imediato em Gaza.

A Declaração Universal dos Direitos Humanos, concebida como magna carta de um devir comum da Humanidade, pacífico e de progresso, elenca os direitos de que goza todo o ser humano, pelo simples facto de existir: o direito a viver em liberdade e em segurança; o direito à nacionalidade e à justiça, e a usufruir de direitos económicos, sociais e culturais.

Na Declaração, afirma-se igualmente que o «reconhecimento da dignidade inerente a todos os membros da família humana e de seus direitos iguais e inalienáveis é o fundamento da liberdade, da justiça e da paz no mundo»; e sublinha-se a necessidade de promover o desenvolvimento de relações amistosas entre as nações.

O conteúdo preclaro e progressista da Declaração Universal dos Direitos Humanos, documento traduzido em mais de quinhentas línguas e dialetos, refletiu a correlação de forças favorável à paz e ao progresso social, existente nos anos que se seguiram à vitória sobre o nazi-fascismo na Segunda Guerra Mundial.

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Apelo à defesa da paz Nos 50 anos de Abril, pela paz todos não somos demais!

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Em nome das organizações que promoveram este III Encontro pela Paz, saudamos todos quantos participaram e contribuíram para a sua preparação e realização.
O seu sucesso demonstra a oportunidade e a importância do Encontro, num momento tão complexo da situação internacional, dele irradiando a disponibilidade e o empenho em que prossiga e se alargue ainda mais a convergência de vontades para a ação em defesa da paz, considerando-a essencial à vida humana e uma condição indispensável para a liberdade, a soberania, a democracia, os direitos, o progresso social e o bem-estar dos povos – para a construção de um mundo melhor para toda a Humanidade.
 
Reconhecendo que a defesa do espírito e dos princípios da Carta das Nações Unidas e do direito internacional é a base fundamental para o fim do militarismo, da escalada armamentista e da guerra, assim como para defender e promover a paz e o desenvolvimento de relações mais equitativas entre os povos de todo o mundo, afirmamos o nosso empenho e apelo à promoção de uma cultura de paz e de solidariedade entre os povos, dando particular atenção aos povos vítimas de ingerência, de agressão e de opressão, incluindo os migrantes e os refugiados, e desenvolvendo uma ação de incentivo à paz e à cooperação em alternativa à guerra e à rivalidade nas relações internacionais.
 
Atribuindo a maior importância à educação para a paz, nomeadamente junto das novas gerações, este Encontro projetou a atualidade dos valores da paz, da amizade, da solidariedade, da cooperação, da dignidade, da justiça – valores que devem caracterizar as relações entre os Estados e entre os povos –, motivando o nosso empenho e apelo a que se promovam iniciativas neste âmbito, em escolas, associações e autarquias, nomeadamente em torno do Dia Internacional da Paz (21 de Setembro), da Declaração Universal dos Direitos Humanos ou da Constituição da República Portuguesa.
 
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Sessão Pública - Pela Paz no Médio Oriente! em Viseu

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Decorreu, no dia 9 de dezembro, no espaço Carmo’81, em Viseu, a sessão pública “Paz no Médio Oriente, Palestina Independente”, com a participação de Helena Barbosa, do CPPC, e Carlos Almeida, do MPPM.
Dezenas de pessoas participaram nesta iniciativa, manifestando a sua solidariedade com o povo palestiniano e reafirmando a urgência do cessar-fogo imediato.

Pela Paz no Médio Oriente - Lisboa, 8 de Dezembro

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Milhares de pessoas percorreram as ruas de Lisboa, no dia 8, para mais uma poderosa demonstração de solidariedade com a Palestina e uma vibrante exigência de paz no Médio Oriente, de um cessar-fogo imediato e permanente na Faixa de Gaza.
No percurso entre o Martim Moniz e o Largo José Saramago, ouviu-se e leu-se frases como "Palestina vencerá", "Gaza, escuta, gritamos a tua luta" e "Paz no Médio Oriente, Palestina independente". No dia em que o número de mortos naquele território palestiniano ultrapassa os 17 000, mais de 7000 dos quais crianças, denunciou-se a cumplicidade dos EUA e das potências da União Europeia, que apoiam Israel no aprofundamento da ocupação (que tem mais de 50 anos) e no massacre que leva a cabo desde há 63 dias.
No Largo que tem o nome do Prémio Nobel da Literatura português, ele mesmo um firme apoiante da luta do povo palestiniano pela sua independência, intervieram representantes das organizações promotoras da manifestação (CPPC, CGTP-IN, MPPM e Projecto Ruído - Associação Juvenil), da Fundação José Saramago, um membro da comunidade palestiniana e promotoras dos apelos de personalidades da cultura, artes, ciência e investigação e de profissionais da saúde.
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