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No dia 31 de outubro, saiu-se à rua em Viana do Castelo

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Os oradores, apresentados por Carla Oliveira, Augusto Silva, coordenador da União de Sindicatos de Viana do Castelo, e Ilda Figueiredo, do Conselho Português para a Paz e Cooperação condenaram crimes cometidos por estes dias na Faixa de Gaza, onde continuam a morrer milhares de pessoas nos bombardeamentos que visaram escolas, hospitais e bairros residenciais, e onde há semana e meia não entra água, alimentos e combustíveis.
Exigiu-se um cessar fogo e o cumprimento das Resoluções da ONU.
A solidariedade com a Palestina vai continuar: dia 2, em Viseu, dia 3 em Lisboa e Portalegre, dia 5, no Porto, dia 8 em Santarém.

Bandeiras pela Paz - Lisboa - 3 de novembro

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O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) o Movimento Pelos Direitos do Povo Palestiniano e Pela Paz no Médio Oriente (MPPM), a Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses - Intersindical Nacional (CGTP-IN) e o Projecto Ruído - Associação Juvenil, promovem, na próxima sexta-feira, dia 3 de novembro, em Lisboa - Alameda D. Afonso Henriques, uma vigília, em solidariedade com o povo da Palestina. Apelamos à participação de todos pela "Paz no Médio Oriente! Palestina Independente - Bandeiras pela Paz".

Manifestação "Paz no Médio Oriente! Palestina Independente! - não à guerra, não ao massacre" - Porto, 5 de Novembro

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É preciso impedir uma ainda maior e terrível tragédia na Faixa de Gaza.
A brutal agressão de Israel na Faixa de Gaza, acompanhada por acções violentas e ataques de colonos armados na Cisjordânia, já provocou muitos milhares de mortos e os feridos são quase 15.000 Gaza está sem luz elétrica, sem água, sem comida, sem medicamentos.
Ambulâncias, pessoal médico, instalações médicas, hospitais, caravanas de refugiados, bairros residenciais são alvo de ataques e de bombardeamentos.
Dezenas de trabalhadores de apoio humanitário e da ONU foram mortos pelos ataques israelitas.
É preciso parar de imediato os bombardeamentos e impedir qualquer invasão terrestre, que, a acontecer, configuraria, à luz das Convenções Internacionais, um genocídio e provocaria uma guerra generalizada no Médio Oriente, com consequências imprevisíveis no plano regional e internacional, mas sempre dramáticas.
Denunciamos a profunda hipocrisia dos EUA, da União Europeia e de vários governos europeus, incluindo o português, que com a retórica do ”direito de resposta de Israel” alimentam o conflito e dão cobertura a crimes de guerra como os castigos colectivos sobre populações civis e a deslocações forçadas.
Todas as vidas contam, todas as vidas têm o mesmo valor, todas as acções que visem populações civis são censuráveis e merecem a nossa condenação.
É por isso que a paz tem de imperar. É urgente um cessar-fogo imediato, para pôr fim às mortes, à violência e ao sofrimento.
É preciso restabelecer o abastecimento de água, alimentos, energia e combustíveis na Faixa de Gaza e permitir a entrada urgente da ajuda humanitária. É preciso calar as armas e trilhar os caminhos da solução política para a questão palestiniana e para a paz no Médio Oriente.
Essa paz só será possível com o fim da ocupação, dos colonatos, da opressão e repressão israelitas e com a garantia dos direitos nacionais do povo palestiniano como estipulam inúmeras resoluções da ONU.
É necessário prosseguir a luta pela paz no Médio Oriente e pelos direitos do povo da Palestina!
Apelamos à sua participação na manifestação convocada para o dia 5 de Novembro, às 15:30, com início na Praceta da Palestina (cruzamento da Rua Fernandes Tomás com a Rua do Bolhão), no Porto.
As Organizações Promotoras:
- Movimento Pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente (MPPM);
- Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses/Intersindical Nacional (CGTP-IN);
- Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC)

Milhares na manifestação em Lisboa - 29 de outubro de 2023

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No dia 29 de outubro, durante a tarde, milhares de pessoas saíram à rua em defesa da Paz, por uma Palestina independente.
Saindo do Martim Moniz em direção à Praça do Município, em Lisboa, foram muitos os que se juntaram à manifestação promovida pelo Movimento Pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente (MPPM); pela Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses/Intersindical Nacional (CGTP-IN); e pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC).
Durante a manifestação, as faixas, pancartas e bandeiras exigiam o fim imediato dos bombardeamentos, denunciando a profunda hipocrisia dos EUA, da União Europeia e de vários governos europeus, incluindo o português, que com a retórica do ”direito de resposta de Israel” alimentam o conflito e dão cobertura a crimes de guerra como os castigos colectivos sobre populações civis e a deslocações forçadas dos palestinos.
Na praça do município, apresentado por Fernando Jorge, Pedro Gamboa fez leitura de um poema e a ele seguiu-se Sebastião Antunes, cantando duas músicas em defesa da paz.
As intervenções das organizações promotoras foram feitas por Ilda Figueiredo, do CPPC, Carlos Almeida, do MPPM, Isabel Camarinha, da CGTP, e ainda por Rui Estrela do movimento Vida Justa, subscritor da manifestação, e por Dima Mohammed, palestina e professora em Portugal. Afirmou-se a profunda necessidade de prosseguir a luta pela paz no Médio Oriente e pelos direitos do povo da Palestina!
A moção lida e aprovada reafirmou as reivindicações da manifestação e marcou o caminho para a continuação de iniciativas em defesa da Paz e dos direitos do povo da Palestina.
Moção
Os participantes na Manifestação “Paz no Médio Oriente - Palestina Independente - Não à guerra! Não ao massacre!”, promovida pela CGTP-IN, CPPC e MPPM, e que contou com a adesão de dezenas de organizações, reclamam:
1) O fim imediato dos bombardeamentos sobre a Faixa de Gaza e do massacre dos seus
habitantes.
Esta é a exigência inadiável, de emergência, que tem de ser acompanhada pelo envio imediato de toda a ajuda humanitária necessária, pelo restabelecimento das condições de funcionamento dos hospitais e centros de apoio médico, pelo fim imediato do cruel e desumano cerco à Faixa de Gaza,
em vigor desde há 17 anos, e pelo fim da violência das forças armadas e dos colonos israelitas contra a população da Cisjordânia.
2) Que seja cortado o passo à escalada e alastramento da guerra aos países vizinhos e a todo o Médio Oriente.
O perigo de extensão da guerra é evidente. Uma tal guerra generalizada no Médio Oriente, região já tão martirizada por décadas de invasões, agressões e guerras, seria uma catástrofe. É preciso travá-la, antes que se concretize.
3) Que se encete, finalmente, um real processo político conducente à criação dum Estado da
Palestina, independente e soberano, com controlo das suas fronteiras.
Na origem daquilo a que assistimos estão décadas de ocupação e agressão israelita, décadas de negação do direito do povo da Palestina a um Estado independente e soberano, como prometido por inúmeras resoluções da ONU que ficaram sempre por cumprir.
Não pode haver Paz no Médio Oriente sem o reconhecimento dos direitos inalienáveis do povo da Palestina. É inadiável a exigência da concretização rápida desses direitos.
Essa é a única forma de pôr fim ao ciclo de guerra, ao sofrimento do povo palestiniano, do povo israelita e de todos os povos do Médio Oriente.
* * *
Aqui estamos unidos por tais objectivos e a nossa luta não vai parar.
Saudamos todos aqueles que por todo o País se levantam pela paz e pelos direitos do povo da
Palestina. Saudamos todos os que participaram nas muitas acções já realizadas nestes dias - em Lisboa, no Porto, em Braga, em Coimbra, em Évora e outros locais – e que certamente vão participar nas iniciativas já anunciadas para Portalegre, Viana do Castelo, Viseu, Setúbal, Baixa da Banheira, Almada, Montijo e Santarém, entre muitas outras que estão em preparação. Saudamos os mais de 100 homens e mulheres das artes e da cultura que subscreveram o apelo de apoio a esta nossa Manifestação.
Apelamos a todos que se continuem a mobilizar e contribuam para a intensificação dum amplo movimento pelo fim da agressão a Gaza, de solidariedade com o povo da Palestina e pela Paz no Médio Oriente.
Um movimento que não desistirá de parar o massacre e que terá uma forte expressão em torno do Dia Internacional de Solidariedade com o Povo da Palestina, dia 29 de Novembro,
nomeadamente com acções de rua em defesa da Paz no Médio Oriente e pelos direitos do povo palestiniano.
Entretanto, e porque enquanto as armas não se calarem, as nossas vozes e a nossa luta pela paz e pela Palestina também não vão parar, informamos e apelamos à mobilização para uma grande vigília pelo Povo da Palestina, a realizar em Lisboa, na Alameda Afonso Henriques, na próxima sexta-feira, dia 3 de Novembro, às 18 horas, onde afirmaremos que por cada bomba criminosa caída em Gaza, nascerá em Portugal uma bandeira palestina de resistência e de luta pela paz e pela
justiça”.
Paz no Médio Oriente! Palestina independente! Não à guerra! Não ao massacre!
 
Lisboa, 29 de Outubro de 2023