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Proseguir a educação para a Paz

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No dia 9 de Janeiro, dinamizada pela ativista da Paz, Maria do Rosário Amador, realizou-se, na EB São Francisco, em Alcochete mais uma sessão de Educação para a Paz, com dezenas de alunos que refletiram e conversaram sobre a paz e a amizade.

Manifestação contra o Pacote Laboral

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No próximo dia 13 de Janeiro continua a luta dos trabalhadores contra o famigerado pacote laboral. Na luta dos trabalhadores em defesa dos direitos, por melhores condições de vida e de trabalho, insere-se a luta em defesa da Paz e a solidariedade com os povos vítimas de agressão, guerra e todas as formas de opressão, pois a promoção da guerra significa sempre o aumento da exploração e a tentativa de retirada de direitos aos trabalhadores e aos povos!
Assim, a Direção Nacional do CPPC apela à participação na Manifestação onde levaremos a defesa da Paz, a solidariedade com a Venezuela e povos da América Latina e Caraibas, com a Palestina.
O ponto de encontro do CPPC é às 14h30 no Largo Camões, em Lisboa, vem connosco!

🌍✊ O Festival está convocado!

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O Festival Mundial da Juventude e dos Estudantes (FMJE) é o maior encontro internacional de jovens pela Paz, Solidariedade, amizade entre os povos e direitos da juventude.
Criado em 1947, logo após a Segunda Guerra Mundial, tem reunido gerações de jovens de todo o mundo para debater, partilhar culturas e construir alternativas a um mundo de guerra, exploração e injustiça.
📍 20.º FMJE
🗓 24 a 31 de julho de 2026
📌 Caracas, Venezuela
🌎 Mais de 50 mil jovens de mais de 100 países
Durante 8 dias haverá:
🎤 debates e fóruns sobre paz, educação, clima, direitos da juventude e igualdade
🎶 concertos, exposições, cinema e atividades culturais
⚽ atividades desportivas e de convívio
🤝 partilha de experiências e lutas de jovens de todo o mundo
👉 Quem pode participar?
Todos os que acreditam num mundo de paz e solidariedade.
✨ Em Portugal, o CNP está a organizar a participação da juventude portuguesa, com atividades preparatórias e mobilização em todo o país.
🔗 Faz já a tua pré-inscrição no link da bio
📲 Segue-nos: @cnp_portugal
A História espera por nós.
Rumo a Caracas! 🌎✌️

De Lisboa para o mundo: “Venezuela vencerá!”

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Foram muitos os que, na segunda-feira, 5 de Janeiro, se concentraram junto à estátua de Simón Bolívar, em Lisboa, para repudiar a agressão militar dos EUA contra a Venezuela e o rapto do presidente Nicolas Maduro e da esposa, Cília Flores, ocorridos dois dias antes. A ação foi convocada pelo CPPC, à qual se associaram organizações e coletivos que estiveram presentes nesse final de tarde. Entre bandeiras venezuelanas, cubanas e de muitas das organizações presentes, ouviram-se palavras de ordem como “Venezuela soberana é bolivariana”, “Os povos dizem não à agressão, EUA do petróleo tira a mão”, “Venezuela não se rende, soberania não se vende” ou “imperialismo não é futuro, liberdade para Maduro”. Os Ritmos da Resistência acrescentaram confiança e calor à solidariedade.
Apresentada por Inês Jorge, do Projeto Ruído – Associação Juvenil, a concentração contou com as intervenções de representantes do CPPC, da CGTP-IN e da Associação de Amizade Portugal-Cuba (AAPC). Pelo CPPC, Isabel Camarinha salientou que «as declarações de Trump e seu séquito falam por si e revelam com clareza quais são os verdadeiros interesses dos EUA: pretendem apoderar-se, de novo, dos imensos recursos naturais da Venezuela, país que tem as maiores reservas de petróleo do mundo e é rico em gás natural, ouro, água doce e diversos minerais raros de grande utilização industrial». Dinis Lourenço, da CGTP-IN, lembrou as 1081 sanções e medidas coercivas impostas pelos EUA e a UE à Venezuela para asfixiar a sua economia, prejudicar o seu povo e assim procurar derrotar o seu projeto emancipador. Sandra Pereira, da AAPC, denunciou as ameaças dos EUA contra Cuba e valorizou a resistência dos povos, que «há muito lutam pela sua soberania». Os EUA, denunciou, autodenominam-se a “maior democracia do mundo” mas são na verdade «um perigo para os povos do mundo e a sua ganância é ilimitada».
Todos repudiaram a postura seguidista do Governo português, que não só não condenou a agressão norte-americana como até encontrou nela “intenções benéficas”. Como salientou Isabel Camarinha, o que o Governo faz é associar-se e legitimar a agressão, «o que é vergonhoso» e contraria a Constituição da República Portuguesa.
A presidente da direção nacional do CPPC reafirmou, ao terminar a sua intervenção, exigências centrais que estiveram na base da convocação da iniciativa: «Daqui exigimos o fim da agressão e a libertação do Presidente da República Bolivariana da Venezuela e da sua esposa e exigimos ao governo português o cumprimento da Constituição da República Portuguesa que preconiza o respeito pela soberania e os direitos dos povos e a eliminação de todas as formas de dominação nas relações entre os Estados. Daqui reafirmamos a solidariedade com a Venezuela bolivariana, a defesa da paz, da soberania e dos direitos do povo venezuelano e dos outros povos da América Latina e Caraíbas! Paz Sim! Guerra não! Venezuela Vencerá!»
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