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Delegação cubana reunida em Portugal

No passado dia 6 de setembro, o Conselho Português para a Paz e Cooperação, representado pelo vice-presidente Rui Garcia, e pela dirigente Julie Neves, participaram numa sessão com uma delegação cubana, que se realizou na sede da Associação de Amizade Portugal-Cuba.
Na sessão, aberta a diversas organizações, os representantes da delegação deram informações sobre a situação social e política em Cuba. Com entusiasmo e interesse, foram colocadas inúmeras questões e expressada a solidariedade com a resistência do povo cubano, que continua a fazer face ao criminoso bloqueio imposto pelos Estados Unidos da América.

Inauguração da exposição fotográfica “A hora de luz na prisão”

No dia 6 de Setembro, teve lugar a inauguração da exposição fotográfica “A hora de luz na prisão”, de José Farinha, na Escola Conde Ferreira.
Na apresentação estiveram presentes Rui Canas, presidente da União das Freguesias de Setúbal, Mariana Dias, membro do executivo da União e Rita Janeiro, da Direção do CPPC, além de vários visitantes que valorizaram a exposição e afirmaram a importância da mesma, bem como a importância da luta pela paz.
A exposição estará patente e poderá ser visitada até ao final do mês de Setembro.

CPPC recorda Hiroxima e Nagasaqui nas ruas

No dia 9 de agosto, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) realizou, na estação de metro da Trindade, no Porto, uma distribuição de documentos evocativos do lançamento das bombas atómicas, pelo exército dos USA, nos dias 6 e 9 de Agosto de 1945, sobre as cidades e as populações de Hiroshima e Nagasaki.
Manter viva a memória destes acontecimentos é determinante para que tal nunca volte a acontecer.
Não às armas nucleares! Sim à Paz!

Contra as armas nucleares CPPC recorda Hiroxima e Nagasaqui

Em 1945, com a Segunda Guerra Mundial já a terminar no extremo oriente, aconteceu o impensável: duas bombas atómicas foram lançadas pelos EUA sobre populações civis, a 6 e a 9 de agosto, dizimando os habitantes das cidades japonesas de Hiroxima e Nagasáqui, as quais foram, literalmente, apagadas do mapa.

Nada justificava tal bombardeamento criminoso. A segunda Guerra Mundial já tinha terminado na Europa. O Japão estava em vias de capitular incondicionalmente; a guerra iria acabar por completo em pouco tempo. O único propósito desse crime contra a humanidade foi o de mostrar ao mundo o poder imbatível dos Estados Unidos da América (EUA) de então, um poder a que todos, em especial a União Soviética (URSS), deviam submeter-se sob pena de passarem por igual tragédia. Foi um crime deliberado, primordial na estratégia dos EUA para a conquista da hegemonia no mundo do pós-Guerra.

Manter viva a memória desses acontecimentos é de crucial importância para que os povos não permitam que tal loucura se repita, sejam quais forem as circunstâncias invocadas.
Essa preservação da memória é também parte fundamental da permanente e incansável luta pela paz. Luta ainda mais decisiva em tempos como o nosso, em que a mentira e a propaganda belicista campeiam. Em que a humanidade, tal como então, é reiteradamente desprezada com o propósito de alcançar a hegemonia.

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