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Fim à agressão militar dos EUA à Venezuela, no Porto

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No dia 5 de janeiro, no Porto, na Praça D. João centenas reafirmaram a sua solidariedade com o povo venezuelano e manifestaram o repúdio pela política de agressão dos EUA.
As intervenções de Joana Teixeira da AAPC, de Paulo de Carvalho da USP/CGTP-IN, do Prof. Rui Pereira e Manuela Branco, do CPPC, repudiaram o ataque à Venezuela e o sequestro do seu presidente Nicolás Maduro Morós e da sua esposa Cilia Flores, por forças dos EUA numa clara violação do direito internacional. Reafirmaram e exigiram a condenação dos EUA pelo roubo de petróleo, ataques a embarcações e assassinatos de pessoas, bem como a ingerência nas opções politicas e económicas dos Venezuelanos.
Condenada foi, também, a posição do Governo português, que face aos mesmos acontecimentos, legitimou a ingerência e agressão militar por parte dos EUA, a um país soberano, com é a República Bolivariana da Venezuela, afirmado que tais actos tinham “intenções benignas".
Exigiu-se o fimd agressão e a libertação do presidente Nicolás Maduro Morós, cantando: Imperialismo não é futuro! Liberdade para Maduro.

Pelo fim à agressão dos EUA à Venezuela, em Braga

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Na Rua do Castelo, em Braga, teve lugar, no dia 5 de janeiro uma ação de protesto contra a agressão militar dos EUA à Venezuela e pela Paz!
Nas intervenções, de Rafael Lomba, pelo CPPC, Bruno Oliveira, do Projecto Ruído e Carlos Cruz da União de Sindicatos de Braga, reafirmou-se a solidariedade com o povo venezuelano e condenou-se os bombardeamentos dos EUA a territórios da Republica Bolivariana da Venezuela.
"Venezuela não está só" ouviu-se bem alto e reafirmou-se a exigência do cumprimento do direito internacional e o fim da ingerência e agressão dos EUA.

Fim à agressão militar dos EUA contra a Venezuela

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O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) condena veementemente a agressão militar norte-americana nesta madrugada contra a República Bolivariana da Venezuela e o rapto do Presidente Nicolás Maduro e da sua esposa, Cília Flores.
Esta agressão é totalmente ilegal à luz do direito internacional e deve ser condenada inequivocamente. Não cabe aos EUA determinar as opções políticas e económicas de nenhum Estado.
O CPPC reclama do Governo português uma clara condenação da agressão militar dos EUA à Venezuela, em consonância com os princípios da Constituição da República Portuguesa, que preconiza o respeito pela soberania e os direitos dos povos e a eliminação de todas as formas de dominação nas relações entre Estados.
Os ataques militares dos EUA em Caracas e em várias regiões da Venezuela, seguem-se a meses de ameaças, roubo de petróleo, ataques a embarcações e assassinato das suas tripulações, que por sua vez se sucederam a anos de bloqueio económico, roubo de activos e promoção da ingerência e da violência no plano interno.
Como era evidente, o que os EUA pretendem é apoderar-se, de novo, dos imensos recursos naturais da Venezuela, país que tem as maiores reservas de petróleo do mundo. É isto, e não quaisquer falsas e hipócritas preocupações com a "democracia" ou o "narcotráfico", que move os EUA no que concerne à Venezuela e aos outros países da América Latina e Caraíbas.
A apresentação recente da «Estratégia de Segurança Nacional» dos EUA aponta precisamente para o domínio norte-americano da América Latina e Caraíbas, numa reedição da famigerada Doutrina Monroe.
Apelando à solidariedade com o povo venezuelano e com a numerosa comunidade portuguesa que ali vive e trabalha, o CPPC reafirma a defesa da paz, da soberania e dos direitos do povo venezuelano e dos outros povos da América Latina e Caraíbas.
O CPPC apela à participação no ação de protesto «Fim à agressão militar dos EUA contra a Venezuela», que se realizará no próximo dia 5 de Janeiro, Segunda-feira, às 18h00, na Avenida da Liberdade, junto à Estátua de Simón Bolívar, em Lisboa.
A Direção Nacional do CPPC
03-01-2026

Israel agrava bloqueio à Faixa de Gaza – mais de 30 organizações de ajuda humanitária foram proibidas de operar nos territórios palestinianos

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O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) denuncia a mais recente decisão de Israel de impedir 37 organizações de ajuda humanitária de desenvolverem o seu trabalho e prestarem cuidados essenciais na Faixa de Gaza.

Após mais de dois anos de genocídio por parte de Israel, a Faixa de Gaza encontra-se quase totalmente destruída e a situação humanitária permanece dramática: grande parte das intra-estruturas estão em ruínas; serviços essenciais como água e eletricidade são escassos; faltam alimentos, medicamentos e cuidados médicos; centenas de milhares de pessoas vivem em tendas improvisadas, na sequência da destruição das suas casas e abrigos e das sucessivas deslocações forçadas, sem condições necessárias para enfrentar as chuvas fortes e o frio.

É neste contexto que, para além de continuar a não cumprir com a entrada da ajuda humanitária com que se comprometeu no acordo de cessar-fogo – em vez dos 600 camiões diários previstos, têm entrado em média 244 camiões com ajuda humanitária na Faixa de Gaza –, Israel procura agravar de forma premeditada a já dramática situação de carência com que os palestinianos se confrontam, banindo da Faixa de Gaza 37 organizações que prestam serviços que vão desde assistência médica, distribuição de alimentos, abrigo, água e saneamento, educação e apoio psicológico.

A proibição por parte de Israel de organizações de ajuda humanitária nos territórios palestinianos não é nova. Em Janeiro de 2025, Israel proibiu a Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina no Próximo Oriente (UNRWA), a principal agência da ONU que trabalha com o povo palestiniano, de prestar ajuda no território.

O CPPC condena veementemente esta medida, que entrou em vigor na quinta-feira, dia 1 de Janeiro, e que constitui mais um passo da política genocida de Israel, apoiada pelos EUA e as potências da NATO e a União Europeia. Após dois anos de massacres, sofrimento e destruição, é urgente a entrada de ajuda humanitária na Faixa de Gaza, sem restrições e em quantidade suficiente.

Do Governo português exige-se que tome medidas e iniciativas que contribuam efetivamente para pôr fim à política genocida, de ocupação e de colonização, nomeadamente condenando claramente as restrições arbitrárias agora impostas por Israel à acção de organizações de ajuda humanitária.

O CPPC apela ao prosseguimento da solidariedade com o povo palestiniano e a sua luta pelo respeito e cumprimento dos seus inalienáveis direitos nacionais consagrados no direito internacional, incluindo em inúmeras resoluções das Nações Unidas, nomeadamente o direito a um Estado da Palestina nas fronteiras anteriores a Junho de 1967, com capital em Jerusalém Oriental, assegurando o direito de regresso dos refugiados palestinianos.

A Direção Nacional do CPPC
2-01-2026