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Comemoração do Dia Internacional do Desporto ao serviço do Desenvolvimento e da Paz

O Conselho Português para a Paz e Cooperação participou, no passado dia 16 abril 2023, numa iniciativa da CMS Seixal de comemoração do Dia Internacional do Desporto ao serviço do Desenvolvimento e da Paz, que constou do hastear da bandeira do Movimento Municípios pela Paz no jardim do Seixal, onde decorreram várias atividades desportivas para crianças, jovens e adultos.

Estiveram presentes representantes da Câmara Municipal, Junta de Freguesia do Seixal/Arrentela e do CPPC.

A representante do CPPC teve a oportunidade de se dirigir aos presentes dizendo que “o desporto aproxima culturas, ajuda a resolver conflitos, a criar e desenvolver laços de cooperação, de respeito mútuo e consequentemente de um espírito de paz”

Almoço da Paz na Amora

 

Realizou-se, no passado dia 15 de Abril, um Almoço da Paz, promovido pelos Núcleos do CPPC de Seixal e Almada, no Clube Recreativo da Cruz de Pau.
Com alegria e confiança foram defendidos os valores da Paz, solidariedade e amizade, e reafirmada a importância de defender o 25 de Abril e os seus valores e conquistas, quando estamos nas vésperas de iniciar as comemorações dos seus 50 anos.
Após um momento musical, com Vitor Paulo, seguiram-se as intervenções de Rui Garcia, Vice-Presidente do CPPC, e do Coronel Baptista Alves, Presidente da Mesa da Assembleia da Paz e capitão de Abril.

Liberdade para os presos políticos palestinos nas prisões de Israel

Há 49 anos, o Conselho Nacional Palestiniano instituiu o dia 17 de Abril como o Dia dos Presos Palestinos, no qual se expressa solidariedade para com os presos políticos palestinos detidos nas prisões de Israel.
O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) assinala este dia, denunciando e condenando a escalada de violência por parte do Governo de Israel, que se expressa na brutal repressão contra o povo palestino, em que se estima que, só no primeiro trimestre de 2023, tenham sido assassinados cerca de uma centena de palestinos por parte das forças militares e colonos israelitas.
Acompanhando a vaga de repressão, intensificam-se as prisões, sendo apontado que, entre Janeiro e Abril de 2023, tenham sido efectuadas mais de 2 mil prisões de palestinos por parte das forças de ocupação israelitas. Para além de continuarem a verificar-se as chamadas detenções administrativas – detenções arbitrárias, emitidas pelos militares israelitas e aprovadas pelos seus tribunais militares –, sem que haja acusação e julgamento, podendo ser renovadas indefinidamente, o que permite às autoridades israelitas manter a detenção, incluindo de menores de idade, por tempo indefinido.
A situação que se vive nas prisões e a forma como os palestinos têm vindo a ser tratados pelo governo e militares israelitas, tem vindo a ser cada vez mais violenta e desumana. O novo ministro da Segurança Nacional de Israel, Ben Gvir, tem promovido uma política e ação que visa degradar ainda mais as condições dos presos políticos palestinos nas prisões israelitas. Desde a sua nomeação em Janeiro, Ben Gvir implementou medidas, como a limitação do uso dos chuveiros ou do fornecimento de água; a diminuição do tempo para o exercício matinal; a limitação das visitas familiares; ou o aumento do número de presos que estão em confinamento solitário.
Tal como lutam na rua, também nas prisões israelitas os presos políticos palestinos continuam a resistir, exigindo respeito pelos seus direitos e dignidade. Em resposta a este desumano tratamento e ao acentuar da violência e repressão, têm sido várias as formas de protesto organizadas pelos presos políticos palestinos, entre as quais as greves de fome, com especial foco no primeiro dia do período do Ramadão (dia 22 de Março).
O CPPC acompanha com preocupação a escalada de repressão na Palestina, denunciando a criminosa política de Israel, e reafirma a sua solidariedade com a luta dos presos políticos palestinos, que continuam, justamente, a lutar pelo respeito pelos seus direitos e pela sua libertação.
O Governo português deve denunciar a política de ocupação e repressão levada a cabo por Israel – incluindo o uso e abuso das chamadas detenções administrativas –, e exigir a libertação dos presos políticos palestinos detidos nas prisões israelitas. O Governo português deve igualmente rejeitar e condenar o colonialismo israelita, defendendo o direito do povo palestino a um Estado, livre e soberano, com as fronteiras anteriores a Junho de 1967 e capital em Jerusalém Leste, e o respeito do direito de retorno dos refugiados palestinos, conforme as resoluções das Nações Unidas.


A Direção Nacional do CPPC
17 de abril de 2023

A Situação no Médio Oriente e a Defesa da Soberania e da Paz

No passado dia 15 de abril, o Conselho Português para a Paz e Cooperação organizou uma conversa sobre "A Situação no Médio Oriente e a Defesa da Soberania e da Paz".
Numa sessão muito participada no Clube Estefânia, as intervenções de Mick Wallace (interpretadas por Jorge Cadima), João Pimenta Lopes e José Goulão abordaram vários temas passando pela defesa da Paz, pela caracterização da situação em vários países do Médio Oriente, pela importância da defesa da soberania dos estados e ainda pela guerra que se mantém no leste da Europa.
Reafirmou-se a importância da solidariedade com os povos que por todo o mundo sofrem com guerras e sanções, que afetam sobretudo os mais vulneráveis, e a urgência de se continuar a lutar pela Paz, o único caminho que verdadeiramente serve aos povos.