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158 organizações subscritoras TODOS PELA PALESTINA

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Ao longo de três meses foram mais de uma centena e meia de organizações que se associaram à campanha de solidariedade como o povo Palestiniano.
Hoje, no dia Internacional de Solidariedade, saímos à rua em Lisboa e no Porto!
Palestina livre!

Continua a visita de solidariedade aos acampamentos de refugiados sarauís

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No dia 26 de novembro, os participantes encontraram-se com a União Nacional das Mulheres sarauís onde aprenderam mais sobre a organização e as questões enfrentadas pelas mulheres, sendo que à cabeça está o objectivo de independência nacional.
Seguiu-se para a celebração do 50º aniversário do Crescente Vermelho Sarauí, organização central na distribuição de apoio humanitária nos acampamentos, e na promoção da saúde, educação e desenvolvimento.
O momento alto da manhã foi o encontro com o primeiro-ministro da República Árabe Sarauí Democrática, Bucharaya Hamudi Beyun.
Referiu-se à hipocrisia dos Estados Unidos e países da União Europeia (em particular Espanha, que como antigo ocupante colonial tem responsabilidades acrescidas), que proclamam defender a democracia, os direitos humanos e o direito à auto-determinação dos povos, mas celebram acordos com Marrocos, ao arrepio de resoluções internacionais que reconhecem a legitimidade da causa saarauí. Tornou claro que a Frente Polisário está disposta a aceitar qualquer situação, mas só após o povo sarauí ter oportunidade de expressar a sua vontade mas urnas. A realização de um referendo, prometido aquando do cessar fogo em 1991, foi sabotado sistematicamente por Marrocos, quando este se apercebeu que apenas os sarauís deveriam votar, excluindo as centenas de milhares de marroquinos que se estabeleceram nos territórios ocupados. Na sua proposta apresentada às Nações Unidas, a Polisario garantiu que uma república sarauí nos territórios ocupados será um garante de bom relacionamento com outros povos.
Num encontro com elementos da brigada médica cubana, uma delegação do grupo saudou a solidariedade de cuba e revelou o que em Portugal também se faz em prol desse povo generoso.
Numa visita à escola nacional de artes, foram entregues ao ministro da cultura os livros recolhidos pela Fundação José Saramago, no âmbito do projeto Uma Biblioteca no Deserto. Houve ainda oportunidade para mostrar aos sarauís algumas canções portuguesas interpretadas ao piano e à guitarra por dois elementos da delegação e pelas vozes de todo o grupo.

Contra a entrega de 2 milhões de moedas ao Estado de Israel

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Na manhã do dia 25 de novembro, dezenas se concentraram em frente à Imprensa Nacional - Casa da Moeda, para protestar contra o fabrico e entrega de 2 milhões de moedas para o Estado de Israel. 
Os participantes e os intervenientes - Isabel Camarinha, do CPPC, e Carlos Almeida, do MPPM - exigiram que governo português, que reconheceu há pouco tempo o Estado da Palestina, seja coerente com esta posição, nomeadamente deixando de ser cúmplice com os crimes que Israel continua a cometer na Palestina - seja na Faixa de Gaza, seja na Cisjordânia. 
Esta ação, convocada por CPPC e MPPM no âmbito da Campanha «Todos pela Palestina! Fim ao genocídio! Fim à ocupação!» que está em curso desde setembro.