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CPPC expressa condolências pelo falecimento de Roland Weyl

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O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) lamenta profundamente o falecimento de Roland Weyl, no passado dia 20 de abril.
Advogado, anti-fascista, militante comunista, Roland Weyl foi uma figura destacada e incansável na defesa da paz, da liberdade, da democracia, dos direitos e da soberania dos povos.
Presidente honorário da Associação Internacional de Juristas Democratas (AIJD), da qual foi também fundador e Vice-presidente, Roland Weyl esteve diversas vezes em Portugal durante o período da ditadura fascista em solidariedade com os presos políticos portugueses, tendo sido um dos advogados que esteve presente nos julgamentos de anti-fascistas nos tribunais plenários.
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Educação para a Paz

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Em representação do Conselho Português para a Paz e Cooperação, no dia 29 de abril, Ilda Figueiredo participou em duas iniciativas de educação para a paz em Viana do Castelo, envolvendo professores e alunos em conversas animadas sobre a importância da defesa da paz, da liberdade, da democracia e do progresso social, partindo da revolução de 25 de Abril de 1974, que pôs fim ao fascismo e à guerra colonial.
Falou-se também da Constituição da República Portuguesa e denunciou-se a tragédia que a guerra provoca, incluindo mortes, destruição e o sofrimento de milhões de refugiados. Foi no agrupamento de escolas do Monte da Ola, com trabalhos artísticos sobre a paz e a exposição do CPPC sobre a Segunda Guerra Mundial, e na Escola Profissional Artística do Alto Minho, onde houve música, poesia, muita intervenção dos alunos e a exposição do CPPC sobre os valores de Abril.
Nas duas escolas foram distribuídos documentos sobre o Encontro pela Paz e o Notícias da Paz.

Solidariedade com o Povo Palestino

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Assinala-se a 29 de Novembro, o Dia Internacional de Solidariedade com o Povo Palestino, iniciativa da Assembleia Geral da ONU.
Esta data assinala a aprovação, , em 1947, pela Assembleia-Geral das Nações Unidas, da Resolução 181, que estipuls a divisão da Palestina em dois estados, um árabe e um judeu, sendo que o primeiro seria constituído em 44 por cento do território e o segundo em 55 por cento; Jerusalém e Belém permaneceriam zonas internacionais.
Mais de sete décadas depois, só o Estado de Israel existe, mantendo a ilegal ocupação de território pela força das armas, com o apoio das potências ocidentais. Quanto ao povo palestino, resiste para permanecer na sua terra sob a mais violenta opressão. A ilegal ocupação de territórios da Palestina por parte de Israel é responsável por incontáveis crimes e pela tentativa de, por todos os meios, apagar o sentimento nacional palestino.
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